segunda-feira

Carlos Costa, Governador do BdP: a culpa é do ardina e do sinaleiro


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A culpa é do ardina... ou do sinaleiro
- Vá, ó sótore diga lá que o laxismo em avisar, fiscalizar e punir os operadores bancários das práticas fraudulentas, deixando milhares de pessoas, famílias e empresas na miséria é do Vitor Constâncio, e do tempo em que este recebia Manuel Dias Loureiro a fim de o safar no mega-crime económico-financeiro representado pelo banco do cavaquismo: o BPN.
- Vá ao Parlamento e diga que a culpa é do ardina ou do sinaleiro que, na década de 70, regulava o trânsito no Camões e na Praça José Fontana.
- Diga que a culpa é do estado do tempo, das meias rotas ou da dor de dentes.
- Faça, se achar mais curial, como aquele sujeitinho que renovou o seu mandato no SCP e mande o país à BM, ao estilo do Pinheiro de Azevedo.
- Diga isso tudo, mas, pfv, demita-se a seguir.
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Governador do Banco de Portugal pede para ser ouvido no Parlamento


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quinta-feira

O frete que Carlos Costa fez a Passos tem nome: chama-se Banif pago pelos contribuintes

Reza, reza..., porque os teus dias estão contados...
Quem é lesado do BES deve ter a vida feita num caco, sem fim à vista. Ser defraudado pelos gestores do BES em quem se confiou - é traumático. Ver desaparecer as poupanças duma vida, como se se tratasse dum golpe de ilusionismo, é de deixar qualquer cliente (particular ou institucional) à beira dum ataque de nervos.
Mas os lesados do BES não se circunscrevem aos clientes do banco de Ricardo Salgado, são os milhões de portugueses/contribuintes que serão chamados a dar para mais um peditório para o Fundo de Resolução, que é dos bancos, e que nem sequer foi subscrito pelo Banco Santander que, curiosamente, foi aquele que adquiriu o Banif pelo preço da "uva mijona" e com os "bons ofícios" de C.Costa, o sr. Governador. 
Quer dizer, para os lesado directos do BES (os clientes penalizados) não há resposta relativamente às suas poupanças, e aos contribuintes os governos que se vão sucedendo no poder - em representação do Estado - só sabem fazer uma coisa: apresentar a factura ao contribuinte, factura essa que é mensal, trimestral, semestral, anual e etc e tal. 
Já se percebeu que tudo isto não foi um truque de ilusionismo, quem sacou o dinheiro aos depositantes e o desviou para contas ofshore cometeu crimes económicos e financeiros que exigiriam imediata investigação e apuramento de responsabilidades. 
Perante isto, o que fez Carlos Costa, o ainda governador do BdP?! apenas tem arrastado a situação e pôs-se do lado da banca contra os clientes lesados e, por extensão, contra os contribuintes portugueses. 
Já é hora, dado que o Governo não tem essa competência, de o Presidente do BCE, Mario Draghi, "despachar" Carlos Costa, cujo mandato tem sido desastroso para a banca e a regulação bancária em Portugal. 
Só mesmo Passos Coelho apoia C.Costa, e sabe deus porquê!!! 
Se calhar teve a ver com o frete que Carlos Costa fez a Passos, antes das eleições, precisamente adiando o problema do Banif (contra as indicações europeias) de molde a permitir que Passo ganhasse as eleições legislativas que, afinal, se revelou o seu próprio funeral político.
Eis a ironia do destino: Passos pediu a Costa um favor, este prestou-lho com um zelo canino, por isso viu o seu mandato renovado, e Passos, mesmo ganhando as eleições, foi corrido do poder como um "cão rafeiro" por quem o dono perdeu o afecto antes de ir de férias.
Enfim, uma tragédia de contornos verdadeiramente shakespearanos. 
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sexta-feira

Marcelo e os convites sensíveis e inteligentes







Marcelo tem marcado a agenda política nacional com os convites que tem feito para formar o seu gabinete em Belém e chamar a si assessores para as mais diversas áreas, da diplomacia à cultura.
Agora, na frente externa, voltou a surpreender pela positiva ao convidar para o seu 1º Conselho de Estado o Sr. Europa, Mário Draghi, presidente do Banco Central Europeu (BCE) de que dependem os vários governadores dos bancos centrais dos países da UE. Para o efeito, Marcelo, "raposa velha", convidou também o próprio Governador do BdP, Carlos Costa que tem estado debaixo de fogo pela forma laxista, retardada e incompetente como tem "procurado resolver os problemas de regulação" do sector em bancário (inexistente em Portugal, dado que o BdP não se modernizou nem acompanhou as modalidades emergentes de corrupção de colarinho branco) e que se tem saldado num verdadeiro desastre literalmente pago pelo desgraçado do contribuinte. Os casos BES e Banif são os mais conhecidos e gritantes, mas há mais pelos quais o sr. C.Costa deveria responder, quer no Parlamento, quer em sede de Tribunal... 
Ora, Marcelo conhecendo a delicadeza da situação porá em confronto o "patrão" e o "empregado" para daí extrair a orientação futura a tomar, dado que o Governo também não pode - no âmbito das suas competências e atribuições - demitir o Governador (como desejaria A.Costa), posto que o Governador, apesar das inúmeras solicitações nesse sentido, também não se demite. Além de incompetente, C.Costa é obstinado e está agarrado ao poder no BdP. 
O tema da reunião do CE presidido por MRS são dois documentos essenciais que o Governo terá de entregar em Bruxelas: o programa de estabilidade e o programa nacional de reformas. Ora, como Portugal saiu de um resgate, nas condições e com os sacrifícios para a economia portuguesa e os portugueses que são conhecidos, justifica-se a presença do homem cujo cargo europeu tem mais poder e influência na actual Europa. No fundo, Mário Draghi representa o dinheiro da Europa (ou a Europa do dinheiro), daí o significado especial do convite de MRS ao presidente do BCE. 
Com este convite Marcelo Rebelo de Sousa, habituado que está a criar factos políticos, assegura o impacto mediático a nível europeu do seu primeiro Conselho de Estado, sensibiliza as instituições europeias para os problemas e fragilidades da débil economia portuguesa e, com sorte, ainda consegue fazer com que seja Mário Draghi a demitir Carlos Costa, que é hoje mais a fonte do problema do que a solução da regulação financeira em Portugal. Por outro lado, MRS secundariza completamente o papel e o espaço de manobra do Governo português na questão da regulação (e da insustentabilidade do Governador à frente do BdP), além do facto de ser o próprio PR, MRS, quem irá, na 2ª semana de Abril, a Estrasburgo falar ao Parlamento Europeu. 
Com esta iniciativa MRS marca o arranque da sua presidência: coloca na agenda europeia a questão da regulação; ajuda o Governo português a gerar consensos em torno das questões financeiras e económicas, de que depende o crescimento e desenvolvimento de Portugal; e procura fazer com Mário Draghi aquilo que Cavaco, há 1/4 de século fez com Jacques Delors, um amigo poderoso duma economia pequena, frágil e profundamente dependente das exportações. 
Numa fase em que o €uro vive momentos de grande incerteza e risco conseguir fazer de Mário Draghi um amigo de Portugal, é um facto de extrema relevância do papel que Portugal irá assumir na Europa, e, ao mesmo tempo, o PR irá obrigar o PM, A. Costa, a negociar com as esquerdas (PCP + BE) os acordos necessários para consensualizar aqueles dois documentos que são da maior importância para o futuro de Portugal e dos portugueses. 
Marcelo, de facto, está a sair melhor do que a encomenda e tem revelado uma excepcional capacidade de iniciativa política. Qualquer comparação com o PR cessante é fatal para o sr. Silva, que aqui pode aprender a fazer política, dado que MRS já fez mais por Portugal em 15 dias do que Cavaco numa década, que foi um tempo verdadeiramente perdido para Portugal e um lamentável erro de casting na política portuguesa, especialmente a partir do farol de Belém
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terça-feira

Passos Coelho & carlos Costa: tudo bons rapazes...

Nota prévia: Passos coelho parece ter-se entendido com Carlos Costa, governador do BdP; este, por omissão, permitiu que boa parte da banca menos séria cometesse crimes contra os clientes, esbulhando-os, demonstrando, afinal, que o BdP tem apenas um papel decorativo na regulação financeira em Portugal; aquele, por via duma governação desastrada e desastrosa, cilindrou a economia nacional. Estão bem um para o outro, daí o entendimento desta catástrofe perfeita que mina a sociedade - e que não só arruinou a credibilidade do sistema financeiro nacional, como também fez o Portugal profundo perder a esperança na democracia, nos agentes políticos e nas instituições. Numa palavra: Passos só poderia acertar o passo com Costa, qual deles pior do que o outro..., no mais miserável dos mundos. 
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Passos Coelho admite manter Carlos Costa no Banco de Portugal
Fotografia © EPA/TIAGO PETINGA
Primeiro-ministro não afasta continuidade do governador. CDS tem fortes reservas, mas não está disposto a abrir guerra.
A um mês do final do mandato do governador do Banco de Portugal (BdP) a recondução de Carlos Costa ganha força e adeptos. E no topo dos que defendem a continuidade do supervisor da banca estará Passos Coelho, que parece imune às consequências do colapso do BES e às conclusões da comissão parlamentar de inquérito (CPI).
Uma situação que, além de não acolher a simpatia do PS, poderá causar algum incómodo ao CDS, que, no entanto, segundo apurou o DN, não está disposto a criar uma guerra com o parceiro de coligação.
Fonte do PSD contactada pelo DN frisa o comportamento "politicamente incorreto" de Passos, pelo que, apesar da derrocada do banco e das críticas que foram feitas na CPI à atuação do BdP, diz ter quase 100% de certeza de que o primeiro-ministro optará pela recondução.
Esse mesmo sinal foi deixado por Passos em entrevista ao Sol, na sexta-feira. "É uma decisão que não está tomada. Ainda não falei com a ministra das Finanças, mas ela sabe que eu tenho uma visão muito positiva do mandato do governador", afirmou o primeiro-ministro, apesar de ter frisado que a nomeação não foi feita pelo governo PSD-CDS.
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Uma opinião sobre o ainda Governador do BdP, Carlos Costa


Marc Roche não poupa críticas a Carlos Costa: «Quando tem a responsabilidade pela supervisão dos bancos e não a faz da forma correta; quando sabe o que se passa num dos principais bancos portugueses, mas não faz perguntas aos seus amigos que gerem os bancos, porque está demasiado próximo deles, porque talvez as famílias se conheçam, porque talvez tenham andado na mesma escola, o que é que faz? O que é que faz, quando comete um erro como esse no seu trabalho? Ou no meu trabalho? Nós demitimo-nos ou somos despedidos. Mas aqui o governador continua como se nada se passasse. Ele é imoral», acusa o jornalista. [...]

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Obs: Creio tratar-se duma opinião partilhada pela esmagadora maioria do povo português. 

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As comissões dos bancos e a súbita preocupação de carlos costa


  • O génio-branco do BdP aqui a voa$ baixinho e a faze$ um lamentável f$ete ao secto$ financei$o...



Com a economia de rastos, com empresas a falir diariamente e famílias a entregar casas aos bancos porque se tornaram incapazes de observar as suas prestações à instituições credoras, eis que o génio-branco do BdP se lembra de introduzir uma questão menor no agenda-setting, mas que muito interessa ao sector financeiro: saber como este pode cobrar (+) comissões de manutenção aos seus clientes, os quais já têm as suas aplicações investidas naqueles bancos e que, por essa via, ajudam não apenas a suportar os salários dos bancários como a emprestar dinheiro às empresas para que estas produzam riqueza, emprego e bem-estar. 

Em face desta súbita preocupação do génio-branco do BdP, pergunto-me onde estava ele quando o governo nacionalizou o BPN e depois o vendeu aos angolanos ao preço da uva mijona?! o mesmo se pergunte ao governador - e a quem o precedeu no BdP - onde estava quando se deu a fraude no BCP, no BPP, etc. 

Que regulador é este que não regula e depois quer interferir em áreas onde não é competente?! lamentável. É preciso ser a Deco a elevar-se ao estatuto de Regulador para acordar as consciências espoliadas já com tanto saque de comissões aos clientes. 

Ou seja, as questões que competem verdadeiramente ao Regulador - que é o BdP - não são atendidas; as questões relativas ao comissionamento das Contas à Ordem dos clientes passam a constituir prioridade para o Sr. Carlos Costa - deixando, assim, todo o sector financeiro à solta para sacar comissões a torto e a direito aos seus clientes, mais do que já tira. 

Seria bom e urgente que a Assembleia da República ponha no seu devido lugar o senhor governador do BdP e, ao mesmo tempo, proíba sector financeiro de sacar (+) comissões aos clientes sem o consentimento destes. 

Para esbulho descarado já nos basta o Estado.

Confesso que, neste e noutros casos que envolvem a relação dos clientes com os poderosos bancos, desejaria ver um Governador do BdP a intervir em favor do elo mais fraco dessa relação, que são os clientes, e não a comportar-se como uma espécie de angariador de emigrantes ilegais para irem trabalhar no Magrebe sem a protecção jurídica e social para o efeito.


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sexta-feira

A política do BdP assenta no encerramento do concurso

Carlos Costa vetou Mário Centeno para cargo de director no BdP, link




É certo que a política democrática consiste em domesticar a diferença, os oponentes internos e até uma certa rebeldia por parte de quem receia a concorrência dos melhores, dos mais inteligente e dos mais capazes.  

Aquilo que a política democrática não deve fazer é transformar adversários internos em inimigos, como faz o Governador do BdP na imagem supra. A política da eliminação do concurso ou da alteração do procedimento para facilitar a eliminação do concurso, é típica dos regimes ditatoriais de que a história guarda lamentável registo. 

O que será mais grave (?): um economista, em artigos de opinião e comunicações públicas, proceder à sua liberdade de expressão, ou o governador do BdP eliminar um concurso legítimo porque essa foi a única forma de vetar o nome do candidato melhor posicionado para ganhar esse mesmo concurso.

Para adensar a fantochada desse procedimento, nomeia-se uma comissão presidida por... (imagine-se!!!) v. Gaspar, o tal que destruiu a economia nacional com políticas económicas e financeiras rotundamente erradas que conduziram o país ao nível da economia grega. Isto, no mínimo, é kafkiano, para não dizer que é criminoso e de lesa-pátria, talvez por isso o dito Gaspar se tenha demitido nas condições lastimáveis que todos conhecemos. 

A política em Portugal bateu no fundo, e os seus fautores já não têm pudor em cometer esses delitos económicos e institucionais à bruta e diante dos olhares dum país incrédulo. 

Pior seria impossível. 

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A purga de Carlos costa no Banco de Portugal


O processo foi mal gerido, foi travado pelo próprio governador, e as fontes contactadas pela TSF temem prejuízos para a credibilidade do Banco de Portugal.

As recentes críticas do PS, às previsões do Boletim Económico de Inverno, são vistas internamente como um primeiro sinal.
A história começa com a abertura de um concurso para o cargo de director do departamento de estudos económicos - uma vaga aberta desde o Verão. O processo de seleção foi entregue a um júri independente, e acabou por dar um resultado que Carlos Costa considerou inaceitável.
O candidato melhor colocado era o atual director-adjunto do departamento, Mário Centeno, alguém a quem o governador não queria, de todo, entregar o papel de «economista-chefe» do Banco de Portugal (BdP).
O concurso foi encerrado no final do mês passado, com o Banco de Portugal a explicar, em comunicado, que «as candidaturas não reuniam todos os requisitos».
No mesmo comunicado, o antigo ministro das finanças, Vítor Gaspar, foi apresentado como presidente da comissão que vai redesenhar a estratégia e a missão do departamento de estudos económicos. Fontes contactadas pela TSF falam numa sucessão de decisões desastradas, que podem arrastar o Banco de Portugal para o campo da batalha político-partidária.
A decisão de Carlos Costa tem razões políticas, mas ao que a TSF conseguiu saber junto de fonte ligada ao processo, não houve interferência partidária directa no veto a Mário Centeno - nº2 do departamento de estudos económicos desde 2004, desde os tempos de Vítor Constâncio.
As razões do Governador prendem-se com esse passado, mas sobretudo com intervenções públicas recentes do economista, artigos e entrevistas em jornais, textos e palavras críticas em relação a diversas opções do Governo.
Um comportamento que é visto como uma violação do dever de reserva a que está obrigado um diretor-adjunto do Banco de Portugal.
Paulo Tavares
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Obs: O dr. Carlos costa, o Sr. Governador, não tem só um problema politico-ideológico e um currículo manifestamente inferior aquele sobre quem fez uma pequena purga, como também espelha um grave problema de carácter. Sobre esta pequena purga estalinista - vale a pena reler a sistematização feita pelo CC

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quinta-feira

Carlos Costa vai ser o novo governador do Banco de Portugal

O economista Carlos Costa vai ser o novo governador do Banco de Portugal, sucedendo a Vítor Constâncio, que a 1 de Junho inicia funções como vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE).
Público
Obs: Deseje-se a melhor sorte a Carlos Costa, que precisará ser mais pro-activo na vigilância ao funcionamento das instituições bancárias em Portugal.

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