Paredes vai pedir declaração de calamidade pública face aos prejuízos do tornado
Nota prévia: Sem telhas, sem janelas, 100-pintura...
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Macro de grande, skopein de observar: observar o infinitamente grande e complexo. Tentar perceber por que razão a ave vive fascinada pela serpente que a paralisa e, afinal, faz dela a sua presa.
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Nota prévia: o tufão das Filipinas, assim como toda a cadeia de eventos extremos que tem varrido o planeta nas últimas décadas, são a consequência natural dos comportamentos humanos (desviantes), desde logo ao nível das emissões de CO2 para atmosfera e das consequências imediatas (e mediatas) que isso implica no clima planetário e nas condições de vida gerais do homem. A gestão desses riscos globais, que sofreu uma evolução tremenda no último meio século, vem dizer às nações (e aos seus decisores) uma coisa simples: os Estados têm que se apetrechar mais e melhor - humana e tecnologicamente - no sentido de se minimizar os efeitos das catástrofes naturais, de que o caso das Filipinas se tornou tragicamente paradigmático. E é neste carrefour que a humanidade caiu: por um lado, ninguém já nega que as catástrofes naturais são, por definição, imprevisíveis e até irresistíveis (por mais planeamento que exista ao nível do sistema de decisão nacional e internacional), enquadrando-se na chamada causa excludente de responsabilidade; por outro lado, e é isto que está ao alcance do homem, a recolha, cruzamento e tratamento de informação permite aos Estados e às suas entidades competentes (designadamente, na esfera da Protecção Civil) adoptar planos de prevenção e minimização de riscos por zonas e sectores de actividade, cabendo à técnica (e à tecnologia disponível no mercado) a concepção de sistemas de alerta precoce que reduzam os impactos humanos e materiais decorrentes da existência desses eventos extremos. E nesta matéria, como se ilustra no pequeno ensaio infra de Stephan Richter, tanto tem a aprender as Filipinas como os EUA..., como, no fundo, os restante países do mundo que nunca estarão imunes aos efeitos de um evento extremo. Etiquetas: Catástrofes naturais, Climate Change, eventos extremos, Planeamento, Prevenção, Terrorism Against the People
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