quinta-feira

O anúncio foi feito esta quarta-feira pela CMVM na sequência do processo de contra-ordenação relativa ao caso BPP.

Nota prévia: João Rendeiro é um sortudo, pois é um mini-Ricardo Salgado em potência - que se apropriou do dinheiro dos depositantes, enriqueceu ilicitamente à custa dos clientes (lesados) e ainda tem andado a passear a sua liberdade (impunemente) - para humilhação dos clientes e do sistema legal (laxista). Tal como Ricardo Salgado, Rendeiro é um sério candidato ao EP-Évora. Há, contudo, uma pequena grande diferença entre ambos os banqueiros, ou duas: é que Rendeiro é, de raiz, um funcionário público; Salgado foi banqueiro toda a vida, além de que Rendeiro, apesar de tudo - ainda tem bens em seu nome passíveis de serem confiscados pela Justiça. Oxalá que do resultado da sua receita se possa pagar aos credores.
O anúncio foi feito esta quarta-feira pela CMVM na sequência do processo de contra-ordenação relativa ao caso BPP.
João Rendeiro, ex-presidente do banco, foi condenado a pagar um milhão de euros, ficando ainda com inibição de funções durante cinco anos.
Os restantes arguidos enfrentam igualmente coimas pesadas - entre os 100 mil e os 700 mil euros - e impedimento de exercício de funções.
Cinco dos arguidos avançaram, contudo, com a impugnação judicial da decisão.
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quarta-feira

CMVM arrasa Banco de Portugal e defende pagamento na íntegra do papel comercial

Nota prévia: É de elementar justiça que o Novo Banco assuma, de facto, as dívidas para com os clientes que defraudou. Pague-se, pois, aos lesados e com indemnização por danos materiais e morais, e aqui deverá imputar-se uma especial responsabilidade ao laxista do regulador do BdP, Carlos costa que depois de andar com Ricardo Salgado ao colo quis defenestrá-lo pela janela dos fundos do Banco de Portugal, liquidando também todos os clientes inocentes nesse processo de gestão ruinosa que acompanhou a vida do BES nos últimos 14 meses. 

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CMVM arrasa Banco de Portugal e defende pagamento na íntegra do papel comercial




Carlos Tavares desmonta argumentos do BdP e diz que clientes de retalho devem receber na íntegra.
Banco de Portugal. Instituição de Carlos Costa é criticada pela CMVM


Banco de Portugal. Instituição de Carlos Costa é criticada pela CMVM /  José Carlos Carvalho


O regulador do mercado, presidido por Carlos Tavares, elencou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) os fundamentos jurídicos pelos quais considera que o papel comercial do Grupo Espírito Santo (GES) vendido aos balcões do BES deve ser pago na íntegra aos clientes de retalho. E arrasa as justificações dadas pelo BdP, desmontando, do seu ponto de vista, os fundamentos dados pelo supervisor para não pagar a estes clientes.
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Obs: Felicite-se Carlos Tavares (da CMVM) por ter carácter, ser responsável e assumir neste delicado processo, que afecta milhares de pessoas e de empresas, a ideia de que o crime de gestão ruinosa contra os clientes (particulares e institucionais) não deve compensar os seus prevaricadores, aqui estranhamente protegidos pelo sr. Carlos costa, ainda governador do BdP. 
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quinta-feira

CMVM abre investigação à dívida da PT no Grupo Espírito Santo

CMVM abre investigação à dívida da PT no Grupo Espírito Santo


Regulador já tem uma investigação formal à compra de dívida do GES pela Portugal Telecom. Empresa já está preparada para não receber o dinheiro - mas tenta ganhar garantias.



CMVM abre investigação à dívida da PT no Grupo Espírito Santo O regulador do mercado de capitais português, apurou o Expresso, abriu um processo de investigação formal ao investimento de €897 milhões feito pela PT em papel comercial da Rioforte, empresa do Grupo Espírito Santo que está em risco de incumprimento. Em causa está o esclarecimento sobre se se trata de um investimento entre "partes relacionadas", o que exige regras que nesse caso não teriam sido cumpridas. O GES, recorde-se, controla 10,05% da PT e esta detém 2% do Banco Espírito Santo.

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Obs: Por regra todos os partidos do chamado "arco da governação" têm o seu "Vara" para desenvolver operações financeiras mais agudas e em profundidade. Mas, por vezes, este tipo de pesca corre mal, sobretudo quando há investidores internacionais que se opõem a um fartar de vilanagem que só funciona para o lado da alta finança em desfavor das facilidades às populações. É bom, neste caso (e noutros que lesam a sociedade e o erário público), que se apurem todas as responsabilidades, doa a quem doer. 

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