sexta-feira

Rui Machete encarna o maior erro de casting do XIX Governo (in)Constitucional, logo após o PM

Nota prévia: Rui Machete há muito que foi proibido de falar de improviso, agora só de papelinho na mão e, mesmo assim, nunca fiando porque as bujardas são a regra naquela forma mentis. Em todo o caso, faço notar as três circunstâncias em que o homem fala verdade: (1) em criança, (2) em contexto de guerra (3) e quando está alcoolizado.
- Há sujeitos, pela sua natureza, que nunca abandonam esta última condição... E, sem querer, ventilam algumas verdades que questionam o seu papel no Governo e, bem entendido, a própria sustentabilidade do governo. 

- É certo e sabido que mais logo Passos lhe irá puxar as orelhas...





Rui Machete diz que troika pode dever “reparações” a Portugal


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quinta-feira

A (in)Segurança e os dislates de Rui Machete


O sr. dr. Rui Machete dá-se ao luxo de informar a opinião pública que há umas pequenas arrependidas de terem embarcado na causa islâmica e, como estão arrependidas, sabe-se lá os motivos, querem regressar. 

Como o titular da pasta dos NE entende que se trata duma mera questão delito comum, tratou logo de saber se as pequenas podem ser objecto de criminalização no país de origem. 

Entretanto, não se sabe, nem nunca se virá a saber, que e quantos crimes as pequenas praticaram, directa e indirectamente, ao abrigo de tão eminente ideologia da morte, que é a praticada pelos fanáticos assassinos do EI, cuja máquina da morte serviram.

Pelos vistos, o dr. Machete entende que o regresso desta gente merece um tratamento equivalente ao de um ex-recluso que gamava sabonetes no Pingo Doce e merece agora, por bom comportamento dentro da pildra, uma recepção de 5*.

Doravante, o dr. Passos "terá uma razão adicional" para, em público, tecer mais um elogio de monta (sem que ninguém se ria!!). Depois de entender que acertou em cheio na escolha de Crato para a Educação, com os resultados conhecidos, poderá agora concluir estar diante de um eminente teólogo  do referido Estado Islâmico ali no Palácio das Necessidades...

Em face disto, será lícito concluir que à implosão do Ministério da Educação seguir-se-á a implosão do Palácio das Necessidades. Já agora, e porque não, também a implosão do Palácio Rosa, em Belém!! ! talvez assim o XIX Governo caia e haja, como há anos se aguarda, eleições legislativas antecipadas com imediata substituição do locatário de Belém. 

Com a substituição do Governo, do PR e deste "elefante branco" nas Necessidades - seria o três em 1!!!

Querem lá ver que o António Costa ainda vê as suas pretensões políticas alcançadas, agendando as eleições legislativas para antes do Verão de 2015!! 

Se assim for, ficamos (todos) a dever um grande favor a um ente terrorista, que pretende constituir-se em Estado assente na sua ideologia da morte bárbara - que aquelas pequenas serviram... 

As mesmas que agora pretendem regressar. Deve ser para contar as estórias e os detalhes sórdidos dos balázios na nuca que enfiaram em gente inocente.

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Rui Machete revela informações sensíveis de segurança. Um elefante numa loja de porcelanas


Rui Machete


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Obs: Sempre aqui dissemos que Machete é um homem fora do tempo (deste tempo), mas Passos coelho optou por nomear um "avô de cabelos brancos" para infundir algum respeito no governo, que o próprio PM não conseguia inspirar, mas o efeito foi perverso: saiu um homem desbocado que, agora, até já a segurança de pessoas e bens em Portugal põe em causa. 
- Machete tem umas obras escritas sobre Direito Constitucional e Direito Internacional, mas nem por isso conseguiu interiorizar um conjunto de princípios e de valores de prudência e cautela que se colocam na esfera das relações internacionais e que, por essa razão, envolvem a segurança do Estado português e dos seus nacionais, intra e extra-muros.
- Machete revela aqui, e noutras ocasiões, aquilo que politicamente é: um nabo, um desbocado, alguém completamente desajustado ao perfil da função, enfim, um elefante numa loja de porcelanas. Machete é, assim, uma espécie de Crato no Palácio das Necessidades...
- Veremos quais serão as consequências disto a médio prazo para Portugal. 
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sábado

A liberdade no PSD: congressos a um dia.

Confinar a realização dos trabalhos de um Congresso, qualquer que ele seja, é limitar o espaço de liberdade e de intervenção de cada um, mas há sempre quem concorde e quem discorde. Passos concorda, Rangel discorda, Branco contará pouco. O resto, Santana e outros, estão, naturalmente, desagradados. Em rigor, o país já sabe o que esperar das suas propostas para a sociedade, para a economia e para o Estado. Mas a essência da democracia interna do partido sai já beliscada, na medida em que a igualdade de oportunidade de cada um intervir, considerando aqui os delegados, fica liminarmente coarctada, o que é negativo. Salvo se se considerar, como parece fazer rui Machete, que ninguém terá nada de interessante para dizer ao partido e, por via dele, ao país. É a própria igualdade que torna os homens independentes uns dos outros, que os faz contrair o hábito e o gosto de seguir apenas a sua vontade nas suas acções particulares, e esta independência de que gozam, em relação aos seus iguais, é aquilo que os predispõe a considerar que quando não têm oportunidade de participar nas coisas públicas - algo lhe sugere logo a ideia e o amor pela liberdade, que esta pequenina decisão de recorte administrativo de Machete vem questionar. Nem o BE faz congressos a um dia, mas a estima que o presidente da Mesa do Congresso do PSD tem pelo seu próprio partido é tal que, no seu entender, um dia basta. Estranha noção de liberdade política. De facto, o preço da liberdade é a eterna vigilância, e aquilo que se afigura neste pequeno fait-diver, que não deixa de ser sintomático da decadência em que Ferreira leite deixa o partido, é que o PSD carece de uma grande e profunda limpeza...

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