quarta-feira

Você sabia o que se passava no seu ministério?



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Você sabe o que se passa no seu ministério???

- Centeno tem de preparar as reuniões do €urogrupo e planear as negociações de Costa com os vários agrupamentos partidários do Parlamento Europeu para decidir quem manda na Europa; o secretário de Estado, o sr. mendonça não conta porque ele só recebe e transmite recados; Eduardo Cabrita, MAI, também (alegadamente) não sabia da participação da GNR na operação conjunta do Fisco de cobrança no alcatrão, porque estava a assinar o despacho que visava dar cabimento orçamental para atribuir dez motas à polícia.


Costa ainda se encontrava no hotel Altis a ler os resultados eleitorais com Pedro Marques e a ver da melhor forma de "vender" uma geringonça na Europa. Estavam todos verdadeiramente ocupados.

De modo que os verdadeiros responsáveis por esta operação subterrânea do Fisco é o porteiro do ministério das Finanças e a empresa que faz as limpezas no átrio do MAI.
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PS: já agora, já se descobriu algo sobre Tancos...

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Inquérito ao Fisco feito à pressa e mediante pressão da Opinião pública. Dias do FIM




OS DIAS DO FIM 


Mª  Luís Albuquerque e Paulo Núncio, que têm gerido o Fisco de forma cega e com total arrogância sobre a generalidade dos cidadãos-contribuintes, chegaram "agora" à conclusão, à pressa e sob pressão da Opinião pública, que a tal lista VIP  se calhar existe, ainda que de forma (i)material e com muitos "filtros" a fim de proteger fiscalmente os empresários "amigos" deste Executivo (em queda) e continuar a penalizar a generalidade dos contribuintes, a quem Núncio manda os funcionários do Fisco - e de forma cega - penhorar os bens às pessoas, às famílias e às empresas.

Neste 1º efeito colateral foi o Director-Geral que foi apanhado na onda da demissão, mas não era ele quem devia, de facto, ter-se demitido, mas sism a tutela. 

Estes dois partners, Albuquerque & Núncio, "sabem bem" o que têm entre-mãos, vivem no estertor da morte política e cheiram já os Dias do FIM. 

E é sob essa condição que, lamentavelmente, mandam abrir inquéritos ao funcionamento da relevante instituição que dirigem. 

Afinal, parece que Paulo Ralha já não é o "mercenário" ao serviço da oposição... 

Convinha, para garantir maior isenção e imparcialidade no desenvolvimento da Auditoria forense ao Fisco, que o Tribunal de Contas fosse um dos players a participar nessa acção inspectiva.

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terça-feira

A falta de Confiança no PM e o descrédito das instituições. Sr. silva, onde estás?

ESTÁ EM CAUSA O REGULAR FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES E INSTALADO O CLIMA DE MEDO E INSEGURANÇA JUNTO DOS FUNCIONÁRIOS DA AUTORIDADE TRIBUTÁRIA/AT

Recentemente, a propósito da alegada existência duma lista VIP no Fisco - que visaria proteger e aliviar os impostos a ricos e influentes e penhorar os contribuintes comuns, o famoso secretário de Estado dos Assuntos da Penhora & Confisco - Paulo núncio - recusou defender a existência dessa lista num fórum da TSF e mandou um comunicado para aquela antena radiofónica declarando a sua inexistência. Não dá a cara, mas manda ler comunicados, o que é revelador da sua "cultura democrática".

Depois, o alegado governante, que se tem destacado por pressionar os funcionários do Fisco a intensificar as penhoras às famílias e empresas portuguesas (mediante compensações remuneratórias) - declarou que nenhum inquérito seria aberto, porque não faria qualquer sentido. 

Ora, contrariamente àquelas declarações de núncio, ninguém faz caso dele nem do que pensa ou diz, ou seja, ninguém o leva a sério, pois quer a PGR (dirigida por Joana Marques Vidal - cuja missão também não consegue estancar as recorrentes fugas de informação ao segredo de justiça para efeitos de comércio político), quer a própria Inspecção Geral de Finanças/IGF (devidamente tutelada pelo MF) vão fazer exactamente o contrário daquilo que afirmou o secretário de Estado da Penhora e do Confisco - que está totalmente descredibilizado, tal como o PM. 

Só por este motivo, Núncio deveria demitir-se (ou ser demitido), pois não tem qualquer autoridade política para continuar no cargo e desempenhar cabalmente as suas funções. Doravante, já ninguém acredita nele, nem o porteiro ou o motorista do ministério onde ainda se arrasta...

Por outro lado, o facto destas duas instituições (PGR e IGF) desencadearem (tardiamente e sob pressão da opinião pública!!!) a auditoria interna nenhuma garantia dá à sociedade - de que o levantamento da informação é feito de forma rigorosa, isenta e imparcial, designadamente em matéria de registos informáticos e de apuramento (ou não!!) dos vestígios dos tais "filtros" na arquitectura geral do sistema informático do Fisco - com o fito de isentar os "contribuintes VIP" e penhorar os contribuintes "zé-povinho". Razão pela qual esta auditoria deveria ser realizada por uma Entidade Externa - que fosse verdadeiramente independente da poderosa tutela das Finanças que pode, no silêncio dos gabinetes e na teia de interdependências e de cumplicidades funcionais condicionar, filtrar, alterar ou subverter a informação objecto de auditoria e, desse modo, alterar o resultado final da auditoria forense. 

Ou seja, o Governo, através da IGF e da própria Joana Marques Vidal/PGR, que tem revelado uma faceta preocupante de "passador" (Cfr. o caso do arquivamento ao brutal caso de corrupção que envolveu a aquisição dos submarinos aos alemães...) pode subverter o resultado final dessa acção inspectiva à AT e, assim, subverter o seu objectivo, que é o de apurar a verdade acerca da existência da alegada lista VIP que tem perturbado o funcionamento normal do Fisco.

Mais duas notas nesta charada investigatória desencadeada sob pressão da opinião pública: 1) para evidenciar a estranheza da existência - coincidente no tempo - de cerca de 140 processos disciplinares aos funcionários da AT por terem alegadamente consultado a base de dados de Pedro passos coelho, mais conhecido por cometer o crime de violação da lei para os descontos à Segurança Social (que o estarola de Massamá disse desconhecer, em violação grave do artº 6 do CC - evocando o desconhecimento da lei..), o que é revelador da existência dessa lista, ainda que duma forma informal e/ou não material; 2) e, em segundo lugar, cumpre perguntar, dado que aqui está em causa manifestamente o REGULAR FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES -  onde anda o sr. Silva e qual a sua utilidade como locatário do Palácio Rosa. 

É que este motivo, de per se, basta para dissolver a Assembleia da República e convocar eleições legislativas antecipadas, e com os tais 6 meses de distância previstos pela CRP.


Artigo 195.º
Demissão do Governo
a) O início de nova legislatura;
b) A aceitação pelo Presidente da República do pedido de demissão apresentado pelo Primeiro-Ministro;
c) A morte ou a impossibilidade física duradoura do Primeiro-Ministro;
d) A rejeição do programa do Governo;
e) A não aprovação de uma moção de confiança;
f) A aprovação de uma moção de censura por maioria absoluta dos Deputados em efectividade de funções.
2. O Presidente da República só pode demitir o Governo quando tal se torne necessário para assegurar o regular funcionamento das instituições democráticas, ouvido o Conselho de Estado.

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Ontem, o Ministério das Finanças anunciou ter solicitado à Inspeção-Geral de Finanças (IGF) a abertura de um inquérito sobre a existência desta lista na Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), explicando que este inquérito surgiu «tendo em conta notícias vindas recentemente a público».
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), Paulo Ralha, afirmou à TSF, há cerca de duas semanas, que existe uma lista de contribuintes VIP e que foi o chefe de divisão dos serviços de auditoria da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), que informou os trabalhadores da sua existência numa ação de formação para 300 inspetores tributários.
O STI acrescenta que os processos disciplinares aos trabalhadores dos impostos começaram a ser aplicados desde dezembro, depois de ter sido noticiado que os funcionários da AT estavam a ser investigados por alegadamente terem consultado os dados fiscais do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.

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segunda-feira

Fisco terá detectado ilegalidades em venda de acções por social-democrata

Marques Mendes, revela a imprensa desta manhã, terá lesado o Estado em 773 mil euros.
20-01-2014 7:18



O fisco terá apanhado o social-democrata Marques Mendes em venda ilegal de acções, avança esta segunda-feira o “Jornal de Notícias”.

O diário diz que as Finanças detectaram vendas ilegais de acções da empresa Isohidra, feitas por Marques Mendes e o empresário e antigo dirigente do PSD Joaquim Coimbra em 2010 e 2011. A Autoridade Tributária acusa ambos de terem lesado o Estado em 773 mil euros.

As acções, segundo o jornal, foram vendidas por 51 mil euros, mas valiam 60 vezes mais: 3,09 milhões.

Assim, a Direcção de Finanças de Viseu impõe duas correcções: declarar o montante de 3,09 milhões de euros à matéria colectável e o pagamento de 25% de IRC sobre aquele montante.
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Obs: Pode ser que se trate apenas de uma acção de caridade para com os excluídos do Vale do Ave. Será caso para dizer: ganda nóia

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terça-feira

Fisco Sorteio de automóveis organizado pelo Fisco (já) tem data



ECONOMIA
Sorteio de automóveis organizado pelo Fisco (já) tem data
DR
A última semana de Março é a data prevista para o início do já famoso sorteio de automóveis, revela esta segunda-feira o Jornal de Negócios, salientando que o sorteio semanal, que ficará a cargo da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e que as Finanças estão a ultimar, terá ainda de ser aprovado em Conselho de Ministros. [...]
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Obs: Temos de admitir que a actual equipa ministerial que tutela o Fisco sabe promover-se com eficientes imagens de marca, quase tudo made in Germany, o que acaba por ter um efeito perverso no estímulo à economia nacional e no âmbito do que se pretende fazer no conjunto da Europa: estancar as exportações germânicas.

Ou seja, os promotores da ideia querem levar os contribuintes portugueses a pedir mais facturas no engodo de ficarem habilitados a um maquinão. Sucede, porém, que a equipa liderada pela Miss Swaps, a tal que fez do perjúrio um modo de vida política, acaba por estar (in)directamente a promover as exportações da super-Alemanha que é, precisamente, aquilo que o conjunto da Europa pretende evitar como forma de sair da recessão em que está embrulhada. 

Na prática, a propaganda da equipa das Finanças revela-se um acto lesivo da economia nacional e, ao mesmo tempo, uma mola propulsora das exportações alemãs. 

A Merkel, mesmo coxa, agradece. 


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