segunda-feira

O pensamento do FMI pela cabeça da serpente que hoje mina a Europa


Imagem extraída daqui. Vale bem uma meditação ou duas... Até porque ela não está sozinha nesta implosão acelerada à Europa teleguiada pelo directório germânico, cuja economia tem superavits constantes e crescentes e todos à custa das importações das pequenas economias europeias que compram bens à Alemanha, em particular do sul da Europa, que empobrecem galopantemente para encher os bolsos à economia e à banca germânica. 


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quarta-feira

Lagarde admite "erro" na política de austeridade

Lagarde admite "erro" na política de austeridade


Christine Lagarde admitiu hoje que o "erro" em relação aos efeitos da austeridade obrigou Portugal e Grécia a aplicarem programas de ajustamento num espaço de tempo demasiado curto.
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Obs: Já em 2000 Joseph Stiglitz criticava severamente as políticas ultra-liberais do FMI como estando na origem da destruição das incipientes economias africanas, asiáticas e sul-americanas. Volvidos 13 anos os problemas repetem-se, agora na Europa - com a particularidade de a Comissão Europeia agravar ainda mais os timings da austeridade, conforme as inúmeras declarações de Durão barroso, o ex-primeiro-ministro - o desertor do governo português, em 2004. Não aprendemos nada com os erros do passado, e nem o reconhecimento idiota da feitora do FMI atenua o que quer que seja. Esta Europa vive de incompetentes e, mais grave, cria condições para que eles se repliquem no poder como cogumelos. Revoltante é esta gente ser toda inimputável pelos danos provocados às economias e sociedades onde o FMI aplica draconianamente as suas medidas de reestruturação económica e financeira, ou esbulho.

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quinta-feira

Barroso e Lagarde - os teóricos do empobrecimento absoluto em Portugal

Teoria do caldo entornado



O FMI manda Portugal cortar nos salários e pensões a título definitivo; o tal português na CE, Durão Barroso, evoca a teoria do caldo entornado caso o Tribunal Constitucional chumbe as medidas (sociais) previstas no OE-2014. 

Temos aqui, Barroso e Lagarde, os teóricos do empobrecimento absoluto de Portugal. Para todos os efeitos, Portugal não conta: não fala, não decide, não apresenta alternativas. Está caladinho, Caladinho

É um sujeito surdo-mudo, à semelhança do comportamento do locatário de Belém, que é igualmente vergonhoso.  

Não tenho qualquer espécie de dúvida em considerar que os historiadores do futuro irão qualificar as condutas, por acção e omissão, destes players como as mais criminosas da história política contemporânea no quadro geral desta Europa em acelerado processo de fragmentação política, destruição económica e com profundas assimetrias sociais


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