domingo

Destruir, diz ele - por Augusto Santos Silva -













_____________

Obs: O paradoxal em toda em toda esta devastação é que Crato não é um trolha qualquer, embora se comporte enquanto tal, ele é oriundo do sistema académico e é ou foi investigador. Nos últimos anos, num programa de tv, até se notabilizou, imagine-se, como um divulgador científico. Hoje percebe-se a intenção...

Do que pensa ou diz Crato só revela uma evidência: ser o homem de mão do Terreiro do Paço e cuja ORDEM é: CORTAR, CORTAR, CORTAR...

Assim, sendo, aquilo não é um Ministro, revela-se um talhante!! 

Crato, no fundo, é um pobre executante de políticas destrutivas, pois não edificam nada e são animadas pelo único fito de libertar recursos financeiros ao Tesouro para, sabe-se lá, apoiar bancos em falência técnica ou ceifar a vida a professores que tanto deram ao sistema educativo que, doravante, o alegado "divulgador de ciência" Crato sadicamente destrói.

Infelizmente, o sociólogo Augusto Santos Silva tem razão em cada linha que escreve: este executante não passa dum "salteador" cujo fito é extorquir bens às pessoas, e, no limite, a própria vida.

Ante isto, pergunto-me com que cunho Crato passará à história?!

- o salteador, o destruidor, o falso divulgador científico, o cobrador-do-fraque do Terreiro do Paço...

- Como será?

__________________


Etiquetas: , ,

sexta-feira

A Escola do Estado Novo




Aos poucos Portugal vai regredindo: há dois discursos, o do Governo inconstitucional que vê o take-of económico e a consolidação das contas públicas (pura ilusão); e depois há o Portugal real, desfasado daquela mentira ampliada pela propaganda baixa de passos coelho. Um Portugal que vive esbulhado por uma elite (sem qualidade moral e técnica) que assaltou o aparelho de Estado e o governa como se se tratasse duma empresa cujo fito é levar à falência. A Ciência e a Educação têm sido pilares progressivamente destruídos pela actual tutela que, sem competência, preparação e mérito está a cilindrar essas instituições em Portugal. O novo lema da 5 de Outubro já não é Deus, Pátria e Família, mas radica na economia bárbara guiada pela lógica neoliberal e pelo lema da austeridade em que o talhante corta cegamente os recursos afectos a uma área e canaliza-os - deliberadamente - para outras áreas mais do seu agrado e do grupo de amigos e negócios que resolveu patrocinar. Tudo contra o Estado e lesando o bem comum. Um crime sem nome que merece castigo. Crato é o fiel intérprete desta devastação.  

Etiquetas: , , , , , ,