terça-feira

Maria-do-Céu Mascarenhas - Rosa no País das Flores da Luta - Memórias Ficcionadas -




A autoraFilóloga.Pedagoga.Professora.Tradutora.Escritora nas horas vagas. Deixo aqui o seu link


"Encontra-se sempre a vaidade, o egoísmo e a ambição descontrolada na base da subversão e da falência de todas as ideologias e ideais..." Maria-do-Céu Mascarenhas, in ROSA NO PAÍS DAS FLORES DA LUTA, pág. 34.
É nisso que estou a pensar, Facebook.

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Obs: Medite-se na mensagem - de além-mar - da autora presente nesta sua obra. 

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quarta-feira

A "pulhítica" de Pacheco Pereira

O filósofo da Marmeleira, Pacheco pereira continua a fazer política com base nas suas suposições e introjecções. O ódio que destila polui o espaço público. Recuperou uma nova metaforologia assente em "balas, pólvora e mortos", tudo aspectos que lhe assentam bem e caracterizam o seu decadente papel de principal conselheiro de Manuela Ferreira leite, de que não rezará a história do psd. Pacheco ainda não percebeu que aquela Comissão de inquérito não passa dum hino estalinista e maoista que qualificam bem o seu passado político revelando, por outro lado, que a actual direcção da Lapa também não tem mão naquele deputado, analista, historiador e jornalista que, apesar de ter uma apreciável cultura histórica e sociológica não percebe que o seu facciosismo acaba por o cegar e questionar tudo o resto. Neste quadro talvez fosse útil informar o conselheiro de Ferreira leite que fazer política como quem tece enredos para romances ficcionados que terminam com tiros, sangue e tragédia não é a forma mais séria e adequada de fazer política em Portugal. Uma reforma compulsiva da política talvez devolvesse à sociedade o historiador que nele habita, embora não seja eu quem lê aquelas produções. Ficção por ficção sempre aprecio mais os psicodramas de José Hermano Saraiva.

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Ficção politico-religiosa: requiem pelas Finanças no âmbito das narrativas desesperadas

A necessidade de Portugal receber ajuda do exterior para resolver o problema da inflação e do seu elevado défice e taxa de desemprego, que Bruxelas está a pressionar para que o Governo adopte medidas drásticas para lhes fazer face, mas que conduzem à subida de impostos, "levou o Papa" - combinado com as autoridades nacionais, a simular uma situação de sequestro com base na qual é pedido um euro por cada católico na Europa a fim de o resgatar e devolver à liberdade. O resultado dessa receita ajudaria os cofres do Estado, desse modo o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, ficaria liberto da sua mais penosa tarefa: aumentar os impostos. Uma vez levada à prática esta absurda fórmula nos países democráticos europeus, católicos e com profundos problemas de ordem económica, financeira e social, como Portugal, Grécia e outros, estariam, em boa parte, resolvidos aqueles problemas macro-económicos, o que seria, talvez, um dos grandes contributos da igreja para a efectiva resolução dos problemas dos estados e das sociedades contemporâneas.

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