segunda-feira

Novas questões de segurança: os homens-bomba e a (i)lógica do mosquito-terrorista

Os homems-bomba, que se deixaram doutrinar pela deriva do islão deturpado e fanático, amam mais a morte do que os ocidentais amam a vida...



As novas questões de segurança, colocadas pela utilização de "bombas humanas" ou "mísseis humanos" no lugar das armas tradicionais, alteram substancialmente o modo de valorização da superioridade militar, na medida em que esta superioridade já não é eficaz para a aplicação da lógica da dissuasão quando num lado, está a vontade de destruição e, do outro lado, não existe essa vontade para destruição do centro de decisão inimigo, porque este não tem uma face definida nem uma localização precisa e não é um Estado clássico (com um território definido, um poder político institucionalizado e um povo) contra o qual se possa retaliar. 

De facto, é difícil atingir "mosquitos" com armas de destruição massiva. E esse é o novo desafio no combate ao terrorismo globalitário de base fanática e em que o islão é a religião de serviço - instrumentalizada - para dinamizar esse ódio e violência contra o Ocidente. 

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