sábado

Bataclan, o palco de uma carnificina

Nota prévia: Mais uma manifestação de um ataque terrorista em França - cujo método da morte foram as armas automáticas e ataques suicidas/bombistas, ambos com ramificações às forças jihadistas que operam no Médio e Extremo oriente. A França - estando no coração da Europa e tendo milhões de árabes e de ligações às redes terroristas - torna-se no "ventre mole" deste tipo de ataques. Para já, o saldo são 100 mortes num ataque planeado e que ocorreu em 7 sítios distintos.
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Bataclan, o palco de uma carnificina

O Bataclan, local onde estiveram reféns várias pessoas e um dos epicentros dos ataques que decorreram em Paris nesta sexta-feira, é uma sala de espectáculos que abriu portas a 3 de Fevereiro de 1895.
Instalada num edifício de dois andares, a sala foi transformada num cinema em 1926 e, em 1933, sofreu um incêndio que o destruiu parcialmente.
Em 1969, não resistiu ao passar do tempo e acabou por fechar as suas portas.
O Bataclan ressuscita em 1983 e reabre como sala de espectáculos.
Actualmente, a sua actividade é muito ecléctica, acolhendo eventos muito diversos.
Nesta sexta-feira à noite, estava a decorrer um concerto da banda norte-americana Eagles of Death Metal. O grupo é uma banda norte-americana de garage rock formado por Jesse Hughes e Josh Homme.
Os Eagles of Death Metal têm agendado um espectáculo em Lisboa, a 10 de Dezembro, no Armazém F.
Um dos membros da banda é Josh Homme, líder dos conhecidos Queens of the Stone Age.

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