quarta-feira

Sónia Melo, do Ipatimup, no Porto, é a principal autora do estudo publicado hoje na revista Nature

Nota prévia: A C & T assim como a I & D  - mais genericamente - têm estado arredados da política científica do XIX Governo Constitucional que, aliás, tem vindo a desmantelar - de forma grosseira e vil (i.é, "cratamente") - todas as ligações e apoios institucionais criados há 20 anos por José Mariano Gago no âmbito do sistema de ciência e tecnologia em Portugal. Esta notícia, cujo mérito é creditado aos investigadores, e que lhes permitiu identificarem o cancro do pâncreas, só poderá ser complementada com a descoberta do antídoto que irá eliminar o ADN do ainda governo em funções - qual cadáver adiado - que tem penalizado sobremaneira Portugal e os portugueses. É uma questão de tempo, mesmo que as sondagens estejam a baralhar a opinião pública. 

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Portuguesa desenvolve deteção precoce do cancro do pâncreas

A investigadora Sónia Melo
"Iniciámos este estudo no final de 2013 e avaliámos dois grupos de pacientes alemães, num total de 246", explica Sónia Melo, sublinhando que "o biomarcador funcionou em 100% dos casos, sem falsos positivos ou negativos para o cancro pancreático".
Autora principal do estudo, Sónia Melo, já registou a patente do novo biomarcardor, juntamente com Raghu Kalluri, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e "já há negociações em curso para desenvolver um teste de diagnóstico de rotina para aplicação médica", como adianta Sónia Melo. "Para um novo medicamento, o tempo que medeia a descoberta de um composto até à sua aplicação médica é sensivelmente de dez anos, porque há testes de toxicidade a suplantar, mas neste caso, para um teste de diagnóstico, cinco anos é um prazo mais expectável", sublinha a investigadora portuguesa.
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