quinta-feira

Passos coelho: de PM a leiloeiro e a coveiro de Portugal

Passos Coelho: de PM a leiloeiro e a COVEIRO de Portugal

Nota prévia: Passos coelho é - ainda - o alegado PM de Portugal, mas as suas atitudes, condutas e comportamentos - privados e públicos - denunciam bem o seu carácter e a natureza da sua dimensão pública. No plano privado é o que o país inteiro já sabe: um mentiroso compulsivo, que fez desse expediente - a mentira institucional - o modus operandi do seu miserável governo, além de fingir que desconhecia a lei das contribuições sociais à segurança social e ao fisco, de que foi persistentemente relapso. 

- Na esfera pública - passou de PM a leiloeiro, e de leiloeiro a coveiro. A realidade ilustra bem esta adjectivação (de que a venda da TAP foi um caso aberrante, entre outros): Passos anda a vender o património do Estado, que é do país. Um património que não é deste Governo, nem doutro qualquer, além de que não tem mandato específico para andar a desbaratar o património do povo português que o Estado deveria saber gerir, preservar e rentabilizar. 

- Mas este governo já só pensa em eleições, encher os bolsos aos amigos que iram ser os novos donos dos bens públicos ora privatizados ao preço da uva mijona e, com isso, julga que está a fazer um grande serviço ao país, mas, apenas, o está a delapidar, impossibilitando-o de, num futuro próximo, não ter património próprio e, então aí, ter de recorrer de novo aos privados para continuar a fazer os bacanais negociais e outros que tais que ocorrem, como sabemos, ao arrepio do verdadeiro interesse público e das regras de boa gestão e transparência dos interesses do Estado.

- Mas nada disto já surpreende daquele que viola as regras contributivas, fiscais e políticas, já que Passos tem vindo a rasgar todas as suas promessas eleitorais e com base nas quais foi eleito em 2011, neste inferno de 4 anos que, lamentavelmente, ainda dura.

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Governo vai vender 60 quartéis e fortes




Castelo do Queijo, no Porto, e o Hospital da Estrela, em Lisboa, são dois dos imóveis que o Governo quer alienar, num processo que entra na reestruturação das Forças Armadas, encetada pelo Ministério da Defesa. Com a verba conseguida, o Governo pretende arrecadar o valor suficiente para financiar o investimento de 32 milhões de euros em infraestruturas militares. O programa de modernização deverá manter-se por 12 anos, numa previsão de 20 milhões anuais, após 2016. No entanto, segundo foi salientado ao JN, são valores em termos absolutos e que poderão ser revistos ano a ano, consoante o contexto económico e de investimento.
Mais de 60 instalações militares vão entrar na lista para alienação, arrendamento, concessão ou permuta, onde o maior impacto vai ser em Lisboa, mas também no Porto e em Évora, se bem que o processo abranja todo o país, incluindo Faro, Figueira da Foz ou Valença.
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