quarta-feira

Presidente da Fundação para a Ciência e Tecnologia demite-se

Nota prévia: Nunca uma troika doméstica trabalhou tão rápida e incessantemente para cilindrar o sistema de apoio e financiamento à C&T em Portugal como esta tripla de incompetentes. Ei-los, numa cascata de impreparação violando regras, usando abusando do poder, nomeando familiares (num puro nepotismo), com sectarismo, ideologia e muita, muita perfídia num sistema de ciência que foi laboriosamente montado nos último 15-20 anos em Portugal. É por isso que a demissão de miguel se abra é uma libertação para o sistema, ou dito doutro modo: mantê-lo é que seria criminoso, como criminoso é manter o crato na 5 de Outubro e Passos em S. Bento. No fundo, é o conjunto que é mau, e não apenas uma peça dessa engrenagem. Gerir o sistema de C&T em Portugal não bem a mesma coisa do que fazer experiências em ratinhos, especialidade do se abra. 


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Presidente da Fundação para a Ciência e Tecnologia demite-se

Miguel Seabra invoca razões pessoais para deixar o cargo, no auge da polémica em torno do financiamento dos centros de investigação.



O presidente da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), Miguel Seabra, demitiu-se esta terça-feira, numa altura em que estão a subir de tom as críticas à avaliação e financiamento dos centros de investigação, processo que está a dar polémica há vários meses.
De acordo com o Ministério da Educação e da Ciência (MEC), Miguel Seabra demitiu-se por "razões pessoais", mantendo-se em funções todos os restantes membros da FCT.
Em comunicado, o MEC salienta a contributo do presidente da FCT nos últimos três anos para a modernização e competitividade da ciência em Portugal, considerando que o órgão responsável pela atribuição de bolsas de investigação conseguiu assegurar "a sustentabilidade financeira do sistema de ciência e tecnologia e reforçou a presença do país no Espaço Europeu de Investigação".
A verdade é que as novas regras de financiamento dos centros de investigação, anunciadas em janeiro, provocaram cortes significativos no orçamento de várias unidades científicas, tendo sido muito contestadas. Ainda na semana passada, oito centros de investigação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, por exemplo, uniram-se nas críticas à FCT. (...)
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