segunda-feira

O inenarrável Cavaco silva

Nota prévia: Cavaco, consabidamente, tem sido um péssimo PR. Tal não decorre por ser um activo partidário do PSD e andar com o XIX Governo Constitucional ao colo, mas porque jurou defender e fazer cumprir a CRP e faz exactamente o contrário, violando as regras da imparcialidade e isenção que deveriam pautar a sua conduta face aos partidos políticos, às instituições e aos portugueses em geral.

Cavaco, pelo seu laxismo e omissão, tem permitido que Passos coelho violasse a CRP, os acórdãos do TC (durante 3 anos seguidos, que viu chumbados os seus OE) e, assim, agravado as desigualdades e as injustiças entre os portugueses, cuja taxa de desemprego é das mais elevadas da Europa numa economia estagnada e permeável à mais alta carga fiscal e que convida à emigração da sua massa cinzenta.

Se há verdadeiro responsável pelo estado de empobrecimento estrutural e corrupção a que chegámos é o ainda PR, que, desejando poupar o Governo de Passos, sacrificou a generalidade dos portugueses ao empobrecimento e à miséria.

Ora, isto não é presidir à República e representar a generalidade dos portugueses, função para que foi eleito, mas enterrá-los vivos e continuar a ser conivente activo da irresponsabilidade e das VIGARICES dum PM que não tem mais condições de se aguentar no exercício das suas funções.

Nem com mais balões de oxigénio facultados pelo RESIDENTE  do Palácio de Belém, que também depende deste miserável Governo para concluir com alguma dignidade o seu destituído mandato.  

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Característica imprescindível para novo Presidente? "Experiência no domínio da política externa", Link


Cavaco Silva, Presidente da República
Num momento em que recorrentemente se fala de potenciais nomes para a corrida presidencial, este perfil parece encaixar em António Vitorino (antigo comissário europeu), António Guterres (atual alto comissário da ONU), e Durão Barroso (ex-presidente da Comissão Europeia). Todos eles já terão dado indicações de que não estarão disponíveis para Belém, mas na política há sempre muitas reviravoltas...
A este breve perfil, o Presidente da República aponta ainda a necessidade de, "no plano externo", a atuação do Chefe de Estado requerer "uma adequada coordenação e concertação com o Governo, de forma a assegurar a sintonia de posições entre os dois órgãos de soberania na defesa dos interesses nacionais.

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