sábado

Cavaco e o seu futuro político: o RESIDENTE do Palácio Rosa e o acordo de cavalheiros entre Belém e São Bento


No plano político, o povo já racionalizou uma ideia: Cavaco está mudo e quedo no Palácio Rosa, há muito que não é o presidente mas o RESIDENTE de Belém. 

Não vê, não pensa e não diz nada. Não existe, subsiste.  


Mas sabe que quando as circunstâncias o forçarem a dissolver a Assembleia da República e, consequentemente, a demitir o alegado PM, PPC, Cavaco deixará de ter condições políticas para se aguentar em Belém, já que o seu único apoiante é o próprio PSD nesta doentia relação simbiótica que se estabeleceu entre Cavaco e PPC.

O acordo de cavalheiros entre ambos visa não se agredirem mutuamente, e sempre que um estiver em dificuldades perante a opinião pública - o outro vai em seu socorro, quer por acção quer por omissão.

Foi, aliás, isso que o PR acabou de fazer ao cunhar de "campanha eleitoral" uma violação grave da lei por evasão contributiva de PPC à SS e ao Fisco. 

No fundo, este acordo de cavalheiros diz bem do carácter dos personagens que ocupam hoje a cúpula do aparelho de Estado, em Belém e em São Bento.

Pobre Portugal. Pobres portugueses!!!

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