segunda-feira

Política externa portuguesa a saldo: o legado do XIX Governo (in)Constitucional. Um desastre




Em entrevista à RTP, o responsável relembrou que "a relação diplomática que Portugal tem com a China é muito anterior à relação diplomática que tem com os EUA", acrescentando que "se é certo que, do ponto de vista militar, há muito que nos distingue, do ponto de vista do interesse comercial, se calhar, não há assim tanto".


Vasco Cordeiro, que será hoje recebido pelo Presidente da República, Cavaco Silva, admitiu a avaliação de "pretensões que podem existir quanto à rentabilização das instalações que existem nos Açores, no meio do Atlântico, para um conjunto de interessados que podem ter uma comunhão de interesses".



Durante a entrevista, Cordeiro criticou a decisão dos Estados Unidos de reduzirem a sua presença nos Açores: "é uma má decisão na sua substância e no seu procedimento", "é uma monumental bofetada na cara do Estado português".

O responsável pediu, por isso, "uma resposta mais firme e mais determinada" e uma revisão do acordo.


"Estamos a falar de um incremento na taxa de desemprego na Ilha Terceira à volta dos 55% e um incremento na taxa de desemprego da região à volta dos 16%", advertiu ainda.

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Obs: O Governo de Passos Coelho não tem política para os Negócios Estrangeiros, metendo nas Necessidades uma pessoa incapaz que não consegue distinguir um pacifista dum guerrilheiro e um adido de embaixada de um terrorista jihadista, é por isso que Rui Machete faz as declarações públicas que faz, sem sequer se dar conta do ridículo em que incorre e dos problemas que gera nas Necessidades e na Segurança do Estado;
- não tem política de Saúde, ou a que tem visa poupar recursos para deixar morrer pessoas nos corredores dos hospitais. A palavra de ordem de Paulo macedo é corta nos recursos para deixar morrer idosos nos hospitais. O saldo tem sido "positivo";
- não tem política de Educação - porque trata os professores como sujeitos descartáveis tratando os docentes como estagiários de call center;
- não tem política de Justiça, o que existe nesta área são contentores para armazenar milhares de processos e entupir a justiça, tornando-a mais morosa, cara e distante dos cidadãos e das empresas - demonstrando que Portugal tem custos de contexto extraordinários que não convidam o IDE a demandar o país para cá investir;
- Passos Coelho está a destruir o Estado social, a desmantelar, a governamentalizar e instrumentalizar a Segurança Social, pretendendo agora nomear por cinco anos quadros superiores (e boys) na esfera do IEFP.
Esses são alguns dos sinais de governamentalização pré-eleitoralista que espelham um padrão de comportamento do XIX Governo (in)Constitucional, por isso não surpreende a impreparação, a imprudência e o desleixo com que o delicado dossier das Lajes tem sido tratado nas relações transatlânticas e no quadro bilateral luso-americano. 
Eis os sinais que revelam o estado a que chegámos e a ideia geral que Passos coelho tem para Portugal e para os portugueses!!!

Um autentico DESASTRE. 
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