segunda-feira

Alguém viu Arlindo Carvalho - mais um rosto eminente do cavaquismo



Arlindo de Carvalho é um dos nove acusados no processo. Desta vez a burla ascende a um montante global superior a 160 milhões de euros.

Ao todo os dois arguidos terão recebido um total de 46 milhões de euros de financiamento do BPN, mais 32,4 milhões de financiamento do Banco Insular - que nunca foram pagos. Além disso, terão recebido cerca de 2 milhões pela aquisição de imóveis a Ricardo Oliveira - outro dos alegados testa-de-ferro também acusado neste processo - e 889 mil euros de juros creditados “indevidamente” e directamente numa conta pessoal que tinham no BPN.

No despacho assinado pelos procuradores Rosário Teixeira e Manuel Joaquim Gomes, ambos do DCIAP, conclui-se que Arlindo Carvalho e José Neto concordaram “encenar a existência de investidores externos ao grupo BPN (…) visando obter um ganho quer no imediato através de disponibilidade de fundos e activos, que aproveitaram para o seu próprio proveito, e para obterem ganhos ilegítimos, designadamente em sede fiscal”. (...)
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