sábado

Reindustrializar exige vontade política. Existe? por Nicolau Santos -


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Obs: Entre uma visão de Estado desenvolvimentista, social, convidando o empresariado a observar acordos firmados e a desenvolver a economia nacional, gerando riqueza, bem-estar e emprego e uma outra visão neoliberal, privatizadora e destruidora do Estado social que resta - há um fosso abissal. 

Com efeito, estas duas visões económicas, sociais e políticas contrapostas ajudam a explicar a recessão em que caímos, humilhados e sem soberania, sem pessoas (porque emigraram), sem coesão social (porque profundamente desigual), sem projecto nacional, sem esperança e sem futuro. 

Este projecto de governo, quando comparado com o anterior, não passa duma má imagem: sem preparação, incompetente e anti-patriótico. Não há dia em que a má fé política não esteja em exercício. Veja-se o que se passou, a título de exemplo, com o impreparado Maduro, quando dissertou acerca do acórdão do TC relativamente aos salários dos FPs. E diz que é jurista e, mais, constitucionalista?! Neste particular, até Relvas faria menos má figura. 

Numa palavra: o XIX Governo (in)Constitucional é um crime e um cadáver adiado - só possível por causa da mão estendida (e interessada) de Belém que o ampara na queda, mesmo que com violação de normas fundamentais do nosso rule of law e da CRP. 

Vivemos hoje em crime político contínuo, com a particularidade de ser o agente superior da Administração pública - o Executivo - o agente responsável por esse estado de excepção. Isto leva a que o criminoso seja, perversamente, premiaado pelos crimes de lesa-pátria que vai cometendo diariamente, em nome da austeridade, evidentemente!!

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