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Costa apela a Seguro para que permita «debate democrático»

Costa apela a Seguro para que permita «debate democrático»

Presidente da Câmara de Lisboa criticou este domingo quem está «barricado» nas questões estatutárias.[...]

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Obs: Acima das questões estatutárias, naturalmente importantes, perfilam-se as questões políticas, naturalmente determinantes para a vida das pessoas, das empresas, do tecido conjuntivo da sociedade e do próprio Estado (hoje em acelerado processo de decomposição). 

As questões estatutárias zelam pela organização e funcionamento interno das instituições do partido, observando a sua legalidade; as questões políticas remetem para a condução dos negócios do Estado por quem tem a pretensão de liderar o Executivo, neste caso dois pretendentes: um instituído, António José Seguro; e outro que julga gozar de melhores condições políticas para ocupar esse lugar no partido e, assim, ser candidato a PM e derrotar a coligação de direita selvagem que hoje destrói Portugal e rouba a esperança aos portugueses.

Seguro, sabendo que as questões estatutárias se devem subordinar às questões políticas, pela natureza das coisas, deveria aceitar o desafio e, sem medo, defrontar o seu colega e actual adversário interno no PS. 

Não o fazer é um sinal manifesto de medo. Sobretudo, pela forma obstinada que seguiu para bloquear esse debate interno. Esse "medo" como que denuncia o receio da antecipação da derrota, razão pela qual opta pelo entrincheiramento nos estatutos.

Como já não há heróis, Seguro deveria confiar mais nas suas próprias capacidades e aceitar o desafio, sob pena de perder o desafio e a face. 

Não querer ver isto é denegar a realidade. E denegar a realidade é não querer existir. O que é um suicídio político (a evitar).

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