quinta-feira

Semelhanças entre Durão Barroso e Miguel Relvas



Durão Barroso ainda tentou prosseguir mas teve mesmo que interromper o discurso durante cerca de um minuto, antes de retomar a sua intervenção

Durão Barroso foi hoje interrompido por protestos e gritos de "Troika não" quando discursava na Universidade Humboldt, em Berlim.



Foi logo na parte inicial da intervenção, quando falava da resposta da Europa à crise, que o português foi interrompido. Precisamente depois de se referir aos "progressos notáveis feitos pela Irlanda, Espanha e Portugal" e ao facto de "ainda esta semana" Portugal ter anunciado que saía do programa de ajustamento "sem solicitar mais ajuda da União Europeia", começou a ouvir-se vozes a gritar, percebendo-se em dada altura as palavras "Troika não".
Durão Barroso ainda tentou prosseguir mas teve mesmo que interromper o discurso durante cerca de um minuto, antes de retomar a sua intervenção.
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Obs: Previsivelmente, está a acontecer com Durão Barroso nos fora internacionais o mesmo que ocorreu com Miguel Relvas domésticamente, apesar dos desvios deste serem conhecidos até em Timor-leste. Ou seja, os povos que se sentem visados por políticas de terra queimada pretendem que estes actores políticos se calem para sempre. 
Com efeito, estas reacções sociais, na forma de protestos, não têm lugar porque as pessoas são uns animais selvagens ou são idiotas, ou têm um prazer sádico de causar perturbações na ordem pública. A razão é diversa.
Estes protestos acontecem, e tendem a multiplicar-se, como resposta a políticos incompetentes, preocupados apenas com as suas carreiras e ambições pessoais, como é, manifestamente, o caso do invertebrado Barroso, e essa circunstância faz com que a generalidade das políticas públicas emanadas da Europa - se ajuste à ditadura dos mercados, da agiotagem dos grandes especuladores, da tirania avaliativa da troika e das "agências de ratos" -  que, aliás, têm falhado todas as previsões, mas que ganham milhões com esses erros deliberados à custa da miséria dos povos da Europa.
São essas imposições ultra-liberais que recaem hoje sobre os governos da Europa, mormente sobre os mais pobres da periferia (como Portugal) que ficam sujeitos a essa ditadura dos mercados, que cilindram o bem comum das populações do Velho Continente, por isso as suas populações tendem a protestar. Um protesto que se insere no âmbito do movimento cívico e de protesto global.
Quanto a Durão barroso, pouco ou nada importa dizer sobre o sujeito que um dia DESERTOU de Portugal deixando-o entregue à sua sorte. Olhando para ele o que vemos senão um sujeito balofo e oleoso que fez da Europa o instrumento de saciedade da sua ambiçãosinha, mas, por contraponto, deixou os povos da Europa em fúria, pobres, sem esperança e desatinados.
Em suma: Durão Barroso é, hoje, a face europeia de Miguel Relvas. Por isso é natural que os povos da Europa desejem calar estas más influências que ocupam hoje os lugares de representação duma Europa moribunda e de ascendente germânico. 
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