terça-feira

Passos Coelho nem para capataz serve...


No capítulo relativo aos abusos - quase de posição dominante - desenvolvidos pela EDP e as operadoras de telecomunicações, entre outras companhias majestáticas - e em que o alegado primeiro-ministro devia fazer cumprir àquelas as indicações prescritas pela troika (baixando o valor dos serviços cobrados em prol dos consumidores), o palrador-mor nem isso esteve à altura de realizar. 

O resultado foi a manutenção do estado dentro do Estado.
Em suma: Passos Coelho nem para capataz da troika serve. 

Resta-lhe, pois, deixar que Portugal continue a ser retalhado segundo as conveniências e interesses de meia dúzia de grandes empresas que cartelizaram os mercados. 

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