sexta-feira

Barroso fala como um aristocrata rico e anafado

Durão Barroso, que tem empobrecido o status quo da Europa no mundo, comporta-se como um aristocrata rico e anafado que olha para Portugal como - aquele país - que não pode "reestruturar a dívida" porque, alega, os investidores internacionais e os mercados logo associam aquele conceito ao perdão da dívida e à irresponsabilidade dos compromissos.


Pobre Barroso, ex-mordomo da Europa que preparou o caminho a G.W.Bush na invasão do Iraque - que lhe preparou o caminho para a CE, não consegue elaborar um discurso político que vá além dos fracos argumentos utilizados por Cavaco na recusa à dita reestruturação da dívida que hoje empobrece progressivamente Portugal e os portugueses. 

Eis um pequeno retrato daquele que, a dado momento da história, desertou do país deixando-o entregue a um impreparado e incompetente player, S. Lopes, que empurrou a economia nacional para um dos semestres mais negros da história colectiva. Um período só suplantado na desgraça pela prática destes últimos três anos de desgraça a que nos tem conduzido o XIX Governo (in)Constitucional.

Este é o Barroso do consenso podre - que pretende que algo mude para que tudo fique na mesma. 


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