sexta-feira

Manuel Monteiro serve prato frio a Paulo Portas


Manuel Monteiro esperou este tempo todo para servir um prato de vingança fria a Paulo Portas, denunciando a sua ambição desmedida, a instrumentalização que faz do CDS - subordinando-o a interesses obscuros e a um partido miserável e antidemocrático, como é o MPLA, em Angola. 
- De facto, P. Portas, mesmo já não estando na liderança do CDS, não deixa condicionar o partido e de ser o "submarino" no seu próprio seio. Contudo, aqui a novidade reside em colar um partido democrático (cds) a um partido antidemocrático (mpla) que apoia um ditador que manda prender cidadãos por estarem a ler poesia num espaço público. Foi isto que o miserável PPortas subscreveu, colando o partido do Largo do Caldas à pior tradição centralista, comunista, de inspiração sovieto-cubana que, aliás, formou intelectual e ideologicamente Eduardo dos Santos e o partido que ele dirige há mais de 30 anos. 
- É, pois, tudo miserável neste novo-velho cds - que já não se distingue dum partido africano que defende a economia centralizada, o partido único, a não liberdade de imprensa, o delito de opinião e, claro, o encarceramento daqueles que gostam de ler poesia. Como, aliás, fez Raul Castro em Cuba, já que a escola é a mesma... 
- No fundo, pouco ou nada hoje distingue Eduardo dos Santos de Paulinho Portas. Aquilo que os diferencia é, no fundo, a riqueza que um tem e o outro passou a querer ter, enriquecendo miseravelmente com a política e utilizando-a para atingir esses objectivos. Custe o que custar, revelando o pior que a política tem em Portugal. 

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