segunda-feira

O sentimento de dualidade que os portugueses nutrem pelo Aníbal

Mão amiga (A) partilhou esta pérola do hiper-realismo político nacional.

Revela a ambivalência que milhões de portugueses nutrem pelo Aníbal de Boliqueime que, um dia, demandou a Figueira da Foz, ganhou duas maiorias absurdas, encheu o país de betão e deixou os portugueses pouco competitivos e na cauda da Europa, onde hoje estão, também graças à sua acção e omissão nestas três décadas em que esteve ao serviço da sua carreira, do seu ego, dos seus amigos (incluindo banqueiros, como Ricardo Salgado que hoje finge desconhecer..) e dos benefícios pessoais (e familiares, vide a acções do BPN vendidas em contexto out-of-market) que guardou para si em funções políticas, e que jamais pensou conseguir extrair deste país à beira-mar sepultado. 


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