domingo

Devolvam o padrão do Diogo Cão"

Nota prévia: Os alemães têm uma grande disciplina económica, são competitivos e organizaram a sua economia como quem estrutura um exército. Porém, no plano da história, como documentou tragicamente todo o séc. XX, a Alemanha cometeu graves crimes contra a humanidade, e, hoje, no plano económico e comercial, como ficou patente na fraude dos automóveis da VW - que lesou centenas de milhar de clientes na Europa e nos EUA, a Alemanha comporta-se como um ladrão de cavalos num país sem lei. 

- Daí a urgência em as autoridades namibianas, quiça parcerizadas pelas autoridades competentes portuguesas, designadamente ao nível dos MNE, reclamarem da Alemanha aquilo que não lhes pertence e viola a verdade histórica. 
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"Devolvam o padrão do Diogo Cão"


Manuel Coelho vive há mais de 50 anos na Namíbia e não se conforma com o facto de os alemães continuarem na posse do monumento.
O conselheiro das Comunidades Portuguesas defende que o Governo de Windhoek deve reclamar junto do executivo de Berlim, para que o padrão, com mais de 500 anos, seja devolvido às autoridades namibianas.
É um padrão de pedra, com cerca de 2 metros de altura e mais de 350 kg, com uma cruz no topo, que foi colocado pelo navegador Diogo Cão em 1486, quando chegou à parte central da costa namibiana, batizando assim o Cabo da Cruz (Cape Cross em inglês) e assinalando a descoberta do ponto mais meridional alcançado até então pelos europeus em África.
Em 1893, quando os navegadores alemães lá passaram, viram o padrão, decidiram levá-lo para a Alemanha e até hoje estão na posse do monumento de Diogo Cão..
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