segunda-feira

Cavaco puxa orelhas a António Costa e a ser o fiel porta-vox da extrema direita PSD-CDS. Ainda não foi desta


António Costa já foi a Belém e de lá saiu com um envelope, e nesse envelope consta um puxão d´orelhas que condensa as dúvidas-condições que Cavaco solicita ao líder do PS para que este as possa esclarecer e, em conformidade, ou talvez não, possa vir a ser indigitado PM. 

Dúvidas relativas à aprovação do OE/2016, Pacto de Estabilidade e Crescimento, União Bancária, papel do Sistema Bancário na economia nacional, Concertação Social e outras matérias menores, como a permanência de Portugal na Nato.

No fundo, Cavaco está aqui a servir de correia de transmissão à dupla de meliantes, Pedro e Paulo, e a, literalmente, a fazer o jogo da extrema direita contra o PS e as esquerdas neste Portugal profundamente dividido ao meio e crispado, como nunca desde 1974.

Por outro lado, A.Costa andou um mês a esconder o jogo das negociações que entabulou com o PCP e o BE, omitindo aspectos e termos desses acordos a Belém e ao país, e, agora, Cavaco paga-lhe com a mesma moeda, "empurrando com a barriga para a frente" a suposta indigitação de A.Costa como PM: primeiro, para mostrar a A. Costa o seu desprezo por ele, foi anilhar cagarras para a Madeira; agora, "puxa-lhe as orelhas" em público e diz-lhe que só o indigita(rá) PM se Costa mostrar o jogo todo e, urbi et orbi, tornar transparentes as condições e termos dos acordos que fez com as esquerdas, indo assim ao encontro das expectativas e desejos mais íntimos do PSD e do CDS.

- Mas que belo amigo Pedro e Paulo encontraram em Cavaco. No conjunto, são a verdadeira troika interna que tem desgraçado Portugal nos últimos 4 anos. 
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