sexta-feira

Voltaire e Neruda: uma harmonia perfeita



A escrita é a pintura da voz  
Voltaire




DOIS
 
Apenas dois.
 Dois seres...
 Dois objetos patéticos.
 Cursos paralelos
 Frente a frente...
 ...Sempre...
 ...A se olharem...
 Pensar talvez:
 “Paralelos que se encontram no infinito...”
 No entanto sós por enquanto.
 Eternamente dois apenas.
Pablo Neruda
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