quinta-feira

Os Visas de Lata do sr. Lomba

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Nota prévia: Durante quase 4 anos o XIX Governo (in)Constitucional andou a formular convites aos portugueses mais qualificados para emigrarem, o dr. Miguel Relvas foi até o "campeão" dessa tese - afirmando que depois esses mesmos emigrantes, rodados no exterior, regressariam com mais ideias e know how e melhor preparados para gerar riqueza em Portugal. 
Agora, ao que parece, a ordem (eleitoral!!!) é de sinal inverso, e convidam-se os tugas a regressarem. De súbito, Portugal passou a precisar deles!!! Sem que haja uma ideia estruturante que reforme o modelo de desenvolvimento económico e social de Portugal que o justifique, sem que se tivesse percebido, salvo a pura impreparação e incompetência de pilotar Portugal, o que também justificou a expulsão de quase meio milhão de portugueses borda fora, e que teve um impacto negativo na taxa de natalidade, na produtividade, no consumo interno, no tecido económico, enfim, no aumento do PIB - que ainda é dos mais baixos da Europa.
Nos "entrementes" desta tragédia, o sr. Lomba, que andou a dar conferências de imprensa com o fito de limpar a imagem ao Governo, apenas conseguiu enterrá-lo ainda mais, denunciando o que era verdadeiramente o funcionamento do Executivo em directo. Por força deste desastre comunicacional, alguém de cima mandou fechar imediatamente a tasca das conferências de imprensa do sr. lomba & poiares de maduRo.
Ou não estivéssemos nós em pura e pérfida campanha eleitoral, esta atitude sonsa revela apenas duas coisas: a primeira, é que este Governo não tem respeito por si nem pelos portugueses que expulsou do seu próprio país, e, agora, à pressa e de modo atabalhoado, procura fazê-los regressar com a "cenoura" do estafado conceito do empreendedorismo com uns €uros na ponta a brilhar; a segunda, é que este ajudante do secretário de Estado do Subdesenvolvimento Regional - evoca a Penélope, pois durante o dia desfaz o novelo (expulsando os portugueses que desde 2011 foram obrigados a procurar no exterior um projecto de vida), e à noite tece esse mesmo novelo para estar entretido. 
Diz a lenda que esta foi a forma de Penélope se manter fiel ao seu querido Ulisses, perdido na guerra de Tróia, e, assim, não cair nas tentações da carne; no caso do sr. Lomba, e a ajuizar pelas suas intervenções pretéritas, é pura idiotice. 
Amanhã, se alguém acima dele lhe disser que a economia nacional vai crescer 8% ao ano, o sr. Lomba acreditará piamente, e até será capaz de abrir a tasca das conferências de imprensa e dar mais conferência para demitir - em directo - o ministro das cervejeiras (cujo nome me escapa) - caso este não acredite na façanha. 
Enfim, isto revela bem o que algumas pessoas são capazes de pensar, dizer ou fazer por estarem agarradas aos lugares no aparelho de Estado. Embora saibamos todos - que o primus inter pares - deste gang seja capaz de façanhas bem piores, como recentemente ficou demonstrado diante dos olhos dos portugueses: os de cá, e aqueles que foram expulsos por este miserável ajuntamento de pessoas.
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Governo vai financiar projetos de emigrantes empreendedores que queiram regressar a Portugal


Apoiar os emigrantes e luso-descendentes que queiram voltar ao país para estabelecer empresas e promover a contratação de emigrantes em empresas portuguesas no estrangeiro são algumas das medidas que esta quinta-feira vão ser aprovadas em Conselho de Ministros. O programa VEM (Valorização do Empreendedorismo Emigrante), pretende apoiar numa fase inicial entre 40 a 50 projetos de portugueses que estejam no estrangeiro e queiram voltar para Portugal com ideias para um negócio. Medidas devem entrar em vigor até ao fim de junho.
As medidas foram noticiadas pelo Público e Pedro Lomba, secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, diz ao jornal que se trata de “uma medida que nunca existiu nestes moldes”. Segundo o governante, a medida VEM vai facultar uma subvenção com limite máximo consoante o projeto que emigrantes ou luso-descendentes apresentem para regressar ao país, criar o seu emprego e criar outros postos de trabalho. Os valores vão situar-se entre os 10 mil e os 20 mil euros.
Ao Observador, Pedro Lomba diz que as medidas foram desenhadas tendo em conta “um conjunto de contributos” das comunidades portuguesas e que visam ajudar não só os imigrantes com maiores qualificações e empreendedores, mas também os emigrantes desempregados que se encontrem em situação vulnerável noutros países. O Governo vai apoiar as empresas que recrutem emigrantes portugueses, atraindo-os novamente para o país, e ainda promover estágios em Portugal para emigrantes inscritos em centros de emprego noutros países.
O Governo quer também incentivar a mobilidade de investigadores, promovendo também nesta estratégia para as migrações novas bolsas de estudo e bolsas de doutoramento, mas também dar condições para os investigadores portugueses regressarem a Portugal e continuarem a sua pesquisa. Outra medida neste pacote é a internacionalização do programa Escolhas, que em Portugal ajuda à integração de filhos de imigrantes, e que vai ter dois projetos-piloto, um deles no Reino Unido, para apoiar emigrantes em situações difíceis e filhos de emigrantes portugueses.
Em estudo, segundo Pedro Lomba, estão os possíveis apoios ao regresso das famílias com comparticipação do Estado nas despesas de regresso a Portugal. O secretário de Estado lembra que um terço dos portugueses nascidos depois de 2007, nasceram fora de Portugal.
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