terça-feira

Durão barroso e a falsificação da realidade

Cansado de "quase 30 anos de política", Barroso põe-se à margem de Belém

Ex-primeiro-ministro e ainda presidente da Comissão Europeia garante, em entrevista à BBC, que não será candidato em 2016 às eleições para a Presidência da República.
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Durão Barroso foi distinguido recentemente pela Universidade Económica Nacional de Hanoi com o doutoramento honoris causa
Durão Barroso foi distinguido recentemente pela Universidade Económica Nacional de Hanoi com o doutoramento honoris causa 
FOTO LUONG THAI LINH / EPA

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Durão Barroso já adiantava não ter "qualquer intenção" de se candidatar a Belém, quando questionado sobre o seu futuro numa entrevista ao Expresso e à SIC. (...)

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Obs: Em rigor, e por respeito aos factos  que não devem ser prostituídos com ruídos, tergiversões e toneladas de subjectividade, crónica em políticos pouco sérios, importa sublinhar que não foi o DESERTOR Barroso quem se "pôs à margem da candidatura a Belém"; foi, sim, a sociedade portuguesa que deu indicações - reais e virtuais - consistentes de que não aceitariam a sua candidatura por falta de CREDIBILIDADE -  pessoal e política. 

Convinha não falsificar a realidade para a adaptar aos interesses, motivações, expectativas e ambições de poder de Barroso - que sempre colocou o seu interesse pessoal à frente dos interesses nacionais, até mesmo quando declarou publicamente apoiar o ex-Comissário europeu - António Vitorino - ao cargo que veio depois a ocupar, com a ajuda da Cimeira dos Açores que legitimou a vergonhosa invasão do Iraque, sem que daí tivesse resultado vantagens regionais em termos de segurança.

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