quinta-feira

Barclays despede 14 mil pessoas e sai de Portugal

Barclays despede 14 mil pessoas e sai de Portugal

Operação em Portugal, que emprega 1600 pessoas, será vendida ou simplesmente fechada.


[...] Depois de uma primeira reestruturação a nível europeu, que levou ao fecho de cerca de 100 balcões e à saída de 400 pessoas em Portugal, o Barclays tem hoje 147 agências no país, onde trabalham perto de 1600 funcionários. [...]

Sindicato quer reunião com Barclays
“Surpreendidos, mas não muito”, foi assim que o presidente da Federação do Sector Financeiro (Febase) acolheu o anúncio vindo do Reino Unido na manhã desta quinta-feira. O presidente, Rui Riso, espera que as operações existentes em Portugal sejam compradas por outro banco e que, desta forma, os trabalhadores sejam integrados nessa instituição financeira. Segundo o sindicalista, a federação “irá fazer todos os esforços para que isso aconteça” e, caso não se venha a concretizar uma transferência, irão entregar o caso ao Banco de Portugal para que “tomem conta do assunto”.
A Febase já contactou a UNI Global Union, uma plataforma internacional de sindicatos, com o objectivo de agendar uma reunião com a administração do Barclays em Londres. A intenção é perceber os impactos do plano de reestruturação anunciado pelo banco.
Segundo o presidente da direcção da Febase, o Barclays “ganhou muito dinheiro em Portugal”. No entanto, com a crise, passou a considerar a operação em território nacional "não estratégica”. Rui Riso adiantou que o grupo chegou a empregar 2300 pessoas no país.
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Obs: Manter um banco premier como este, particularmente numa altura em que as quotas de mercado são cada vez menores e mais competitivas, revela-se difícil. O período das campanhas de angariação de clientes com taxas de 6%, já lá vai. Agora, a palavra de ordem é racionalizar, ou seja, despedir.

Com sorte, talvez algum banqueiro angolano pense no assunto e resolva alargar o campo de operações e de influência do ex-BPN - actual BIC - em Portugal. 

Bastaria, para o efeito, que comprasse os seus activos ao preço da uva mijona, tal como sucedera na compra do ex-BPN pelos angolanos do BIC. Uma operação facilitada pelo XIX Governo (in)Constitucional, e sempre lesando o erário público suportado pelos impostos pagos pelos contribuintes, quais burros de carga.
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