sábado

Imagens de um Portugal sitiado. O realismo fantástico da politica lusa

Se quiséssemos recriar uma realidade alternativa para caricaturar a incompetência, a impreparação e os múltiplos dislates deste governo (ainda em funções!!!) o nosso esforço, provavelmente, jamais seria compensado pelo resultado. Porquanto a realidade dos nossos dias acaba sempre por surpreender e, desse modo, ultrapassar níveis de ficção que pudéssemos conceber em narrativas alternativas. 

Em África, o alegado primeiro ministro, comporta-se da forma surreal como acima é descrito. Fá-lo por mero demopopulismo, que ele julga facilitará os negócios entre os dois países unidos pela língua de Camões, mas onde, curiosamente, o inglês hegemoniza. Para Moçambique, o conceito de Lusofonia deve significar tanto como o conceito Competência na pessoa do dito demopopulista de Massamá. 

Pior ainda é quando se utilizam serviços e estruturas do Estado para promover marcas e iludir um povo exangue, de tão esbulhado que tem sido por um escol dirigente desnorteado e instável que nem sequer é merecedor dos serviços do Estado - que deveriam estar ao serviço do bem comum, com insenção, imparcialidade e rigor, e não convertê-los em máquinas de propaganda da registadora do Terreiro do Paço. 

Estes dois miseráveis exemplos demonstram que passou a valer tudo em Portugal. Regredimos décadas, uma circunstância que empurra Portugal para a categoria quarto-mundista da Europa. Curiosamente, a mesma Europa de Barroso, subserviente a uma Alemanha hegemónica e egoísta que está a destruir o pilar solidarista dos fundamentos que asseguraram a construção europeia do pós II-Guerra Mundial, tributária de Robert Schuman, Jean Monnet, Alcide Gasperi, Konrad Adenauer, P. Henri Spaak, entre outros. 

Imagens dum Portugal sitiado de que urge escapar rapidamente. 




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