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Governo aguarda BdP para decidir entrada da Guiné Equatorial no Banif

Governo aguarda BdP para decidir entrada da Guiné Equatorial no Banif

Jorge Humberto Correia Tomé, presidente executivo do Banif
Jorge Tomé presidente executivo do Banif
D. R.
08/02/2014 | 05:16 | Dinheiro Vivo
O Banif assinou um memorando de entendimento para que uma empresa da Guiné Equatorial injete 133,5 milhões de euros no banco, permitindo assim concluir o processo de capitalização.
A entrada de um investidor da Guiné Equatorial no capital de um banco que recebeu ajuda do Estado está a gerar controvérsia.
O governo, que detém a maioria dos direitos de voto do Banif e conta com dois administradores não executivos, ainda não se pronunciou sobre a possível entrada de uma empresa da Guiné Equatorial no Banif. E está à espera que o regulador (Banco de Portugal) se pronuncie primeiro sobre o caso. Até lá, não fará qualquer comentário, nem tomará posição.
No final de dezembro, no entanto, o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, Luís Campos Ferreira, mostrou-se convencido de que a Guiné Equatorial possa integrar a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), onde hoje tem apenas o estatuto de observador, o que revela, pela primeira vez, a existência de alguma abertura a que o negócio se possa concretizar. [...]
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Obs: Já não é só a desconfiança profunda acerca da origem destes capitais, que alguns pretendem, à outrance, injectar no banif, mas a bandalheira em que se tornou o poder político no rectângulo que permite sequer admitir que tal operação é possível. 
- Afinal, o que distingue o XIX Gov (in)Constitucional do Gov na Guiné Equatorial?!
- Talvez aquele estranho independente que foi MNE do Gov Sócrates, Luís (qualquer coisa...) possa fazer luz sobre a origem daqueles capitais e, de caminho, explique ao BdP e ao país os passos que a ditadura da Guiné Equatorial já deu em direcção à democracia pluralista. 

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