segunda-feira

A criatividade Publicitária de Alexandre O´Neill



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BOSCH É BOM."
A autoria deste solgan, geralmente atribuída ao poeta, foi questionada, em finais dos anos 90, por Plácido Júnior, que afirmou ter sido outro publicitário, Vasco Costa Marques, o seu verdadeiro autor. Já a célebre variante ("BOSCH É BROM.") é consensualmente aceite como obra de O'Neill.

"COM COLCHÕES LUSOSPUMA VOCÊ DÁ DUAS QUE PARECEM UMA."
Mesmo sem nunca ter sido utilizado, este é um dos slogans atribuídos a O'Neill que mais anedotas gerou. Segundo o testemunho de Raul Calado, a frase terá tido outra formulação: "COM LUSOSPUMA DÁ-SE CADA UMA!"

"DIZ-ME COM QUEM ANDAS, DIR-TE-EI QUEM ÉS."
Slogan que serviu de mote a uma campanha das canetas Parker em 1965. Era acompanhado de textos relativamente longos, escritos por O'Neill e destinados a diferentes públicos. Havia um para jovens, outro para mulheres, etc.

"GASCIDLA, O GÁS DA CIDADE."
Depois de ver chumbada pelo cliente uma versão bem mais maliciosa ("GASCIDLA NA COZINHA É UM DESCANSO."), o poeta lá optou por uma frase mais consensual.

"HÁ MAR E MAR, HÁ IR E VOLTAR."
O mais famoso dos slogans o'nillianos foi encomendado pelo Instituto de Socorros a Náufragos, com vista a uma campanha para prevenir os afogamentos nas praias portuguesas. Segundo António Alçada Baptista, houve outra versão que não foi aceite: "PASSE UM VERÃO DESAFOGADO."

"MOBIL SERVIÇO, DÊ POR ELE SEM DAR POR ISSO."
Mais uma frase irreverente que não caiu nas boas graças do anunciante. A campanha não foi aprovada.

"NA ESTALAGEM X VOCÊ ESTÁ COMO NÃO ESTÁ EM SUA CASA."
Segundo o testemunho do cineasta José Fonseca Costa, o primeiro trabalho de O'Neill em publicidade foi criar um slogan para uma estalagem em Colares, da qual não gostou. A frase foi, obviamente, recusada.

"VÁ DE METRO, SATANÁS."
Noutra entrevista, ao Jornal de Letras de 6 de Julho de 1982, O'Neill conta: "Propuz uma vez a alguém (por brincadeira, claro) que oferecesse um slogan ao Metropolitano de Lisboa. O slogan era "VÁ DE METRO, SATANÁS." Esta brincadeira ia-me custando o emprego." O Metropolitano de Lisboa confirma a veracidade da "brincadeira".

in DECICLOPÉDIA
Gideon Haigh
Tinta da China
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