terça-feira

Genealogia duma intriga política no Poder em Portugal. Uma coligação perniciosa para Portugal

Nota prévia: Que comentários fazer duma coligação de conveniência e contra-natura, feita por mero calculismo partidário e sem qualquer ideia ou projecto nacional, com vista, unicamente, à captura do poder a fim de satisfazer clientelas partidárias, colocar os boys nos respectivos postos de comando da alta administração do Estado, como tem ocorrido com a colonização nos lugares-chave das delegações da Segurança Social em todo o país, em que os critérios meritocráticos de escolha para esses postos de direcção têm sido sistematicamente violados pelo titular da pasta da SS - Mota soares - para povoar aquela importante estrutura do aparelho de Estado, não em nome do interesse nacional, mas em proveito das clientelas do Largo do Caldas. 

É também por causa dessa actuação lamentável do agente de Paulo Portas na Praça de Londres - que o cds é, hoje, sem qualquer dúvida, o partido político mais pernicioso para a economia portuguesa e para o conjunto do interesse nacional. Ele não existe para servir o país, existe, sim, para se servir dele. 

- O PSD com o CDS às costas carrega um fardo; o PSD com o CDS liderado por Paulinho das feiras às costas - carrega um câncer que multiplica metástases em todo o organismo da sociedade portuguesa. E é isso que é trágico. Tanto mais que essa tragédia ameaça repetir-se numa futura coligação com os mesmos actores, a mesma estratégia e o mesmo objectivo: capturar o poder para continuarem - PSD e CDS - a servir-se dos recursos do país sem nenhuma contrapartida ou visão de futuro para o conjunto nacional.

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Mário Cruz/Lusa
Paulo Portas diz que formalizou pedido de demissão por carta e não por SMS
Passos Coelho (E) e Paulo Portas (D)
O gabinete de imprensa do CDS-PP esclareceu hoje que Paulo Portas formalizou o seu pedido de demissão do Ministério dos Negócios Estrangeiros por carta, e não por mensagem de telemóvel (SMS), como é referido numa biografia autorizada do primeiro-ministro.
"O gabinete de imprensa do CDS informa que o Dr. Paulo Portas não comenta nem valoriza algumas notícias hoje surgidas a propósito da publicação do livro 'Somos o que escolhemos ser'. O gabinete apenas esclarece que o pedido de demissão do então Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros aconteceu na manhã de 2 de julho de 2013, e foi naturalmente formalizado por carta", refere uma nota dos democratas-cristãos.
A nota acrescenta ainda que Paulo Portas "não falou com a autora do livro pelo que admite que a mesma tenha incorrido num lapso a que não atribui importância".
José Sena Goulão/Lusa
Paulo Portas diz que formalizou pedido de demissão por carta e não por SMS
Capa do livro "Somos o que escolhemos ser"
A biografia autorizada do primeiro-ministro e presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, intitulada "Somos o que escolhemos ser", da autoria de uma assessora do grupo parlamentar social-democrata, Sofia Aureliano, foi hoje lançada, em Lisboa.
Neste livro, da editora Alêtheia, é citada uma frase atribuída a Pedro Passos Coelho, relativa à crise do verão de 2013: "Fui almoçar e quando ia a caminho da comissão permanente, às 15:00, recebi um SMS do dr. Paulo Portas a dizer que tinha refletido muito e que se ia demitir".
Lusa
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