sexta-feira

Deriva totalitária e antidemocrática em Portugal. Aguarda-se um acto de contrição pelos prevaricadores do sistema


Momentos há na vida interna dos partidos que envergonham uma nação inteira, neste caso um tal deputado Amorim, do PSD, que Ricardo Salgado tratou por talentoso advogado do Porto, e uma tal Medeiros, do PS, do CDS desconhece-se quem.., representaram a pior deriva antidemocrática contra a liberdade de imprensa e de expressão de que há memória na última década em Portugal. 

E tudo de forma amadorística, atabalhoada, pacóvia, como eles, a envergonhar a melhor tradição liberal de um Francisco Sá Carneiro ou Mário Soares, de que o corcunda do Norte deveria saber honrar e a sujeita do PS, uma deputada sem qualquer histórico de vida, devia saber valorizar. 

Enfim, quando o  pior do partidarismo se coliga com o caciquismo mais primário na prostituição política do nosso sistema de Direitos, Liberdades e Garantias constitucionais - o resultado só pode ser um: a decadência política pelos partidos ditos do arco da governação, e, por essa razão o povo português saberá puni-los por mais essa ingerência na violação grosseira da vida e do ideário democrática e pelo mau exemplo - político e pessoal - que aqueles deputados, e correspondentes directórios partidários, deram ao país. 

Precisamente na véspera da comemoração dos 41º aniversário da Revolução dos cravos que deu à luz uma flor sensível, que é a liberdade e a democracia pluralista, e que alguns idiotas se encarregaram de humilhar com esta deriva antidemocrática na pior lógica totalitária, a evocar o estalinismo nas chamadas "democracias populares" - no centro e leste europeu -  do pós-II Guerra Mundial (1939-45). 

Tudo isto está em linha com o alegado "desconhecimento" do outro quando referiu não saber que tinha de fazer descontos para a segurança social... 

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