sábado

Uma couve não pode gerar uma rosa

Do perjúrio à humilhação:

- Após Paulo Núncio ter mentido compulsivamente acerca das suas próprias acções e omissões relativamente ao "apagão informático" que permitiu ocultar informações sobre transferências maciças de capitais para offshore (de 2011-15);
- Após ter dado múltiplas versões sobre a mesma matéria e tentado inculpar os serviços da AT;
- Após saber-se a actividade de Núncio como ex-advogado de empresas petrolíferas que mantinham relações financeiras com o BES (donde saiu a maior parte dos capitais);
- Após Paulo Núncio ter perdido a face à luz de factos objectivos - a presidente do seu partido tem a lata e a desfaçatez de (ainda) atirar poeira para os olhos dos portugueses sobre tão sensível matéria. 

É por essa razão que o cds tende a diminuir ainda mais a sua base de apoio sociológico, e do partido do táxi tenderá a ser o partido-Smart. E com tanta má fé política - que faz contrastar o interesse geral com o interesse particular de pessoas, grupos e corporações (protegidos por Núncio no Governo, o autor da famosa Lista VIP..) - só podemos concluir que uma couve jamais poderá gerar uma rosa, apesar do esforço gratuito da srª cristas.

O cds, nos últimos anos, e violando um legado de grandes serviços ao país (pela mão de Diogo Freitas do Amaral e de Francisco Lucas Pires) tem vindo a tornar-se um partido DISPENSÁVEL na democracia portuguesa e no sistema de partidos, pois o cds tem-se afirmado o partido do agricultor, do contribuinte, do idoso, do pescador, etc, etc que mais LUDIBRIOU, MENTIU e e PENALIZOU os portugueses, já que na oposição postula certas ideias e, uma vez no poder, comportou-se como um carrasco de todas essas classes sociprofissionais e dos portugueses em geral.  

Enfim, um partido em quem os portugueses não podem CONFIAR.





(link, DN)

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