sexta-feira

Notas acerca de Jesus Cristo


Se tudo quanto se diz de Cristo tem pleno fundamento, sugiro que Portugal seja já o 1º país a ser salvo.

Ele não disse que traria a verdade, mas que era a verdade. Não trouxe uma religião ou uma filosofia, apresentou-se Ele mesmo. Depois converteu-se na ressurreição e na vida.  
Em rigor não sabemos quem Ele é, donde veio, e por onde Ele andou. Aquele que diz que está em Cristo, na verdade, entra num caminho de incerteza se não conhecer todo esse passado de Cristo, toda essa biografia (errática). 
Talvez a Páscoa, em vez de engordarmos no sofá, possa suscitar o interesse em descobrir a sua vida e obra, ainda que a margem de incerteza, ambiguidade, fantasia, surrealismo e improviso sejam enormes. 
A esta distância histórica, qualquer testemunho será sempre visto com relatividade. Mas é com essa relatividade que também devemos encarar a vida, até porque o homem deste tempo também não se conhece a si próprio, daí ser legítimo colocar algumas reservas no que diz respeito ao conhecimento d´Aquele que parece ter sido o Maior e Mais importante Homem de sempre. 
Mas também isto deve ser entendido com reserva, pois no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, pai de Cristo. E tudo foi feito por seu intermédio. Daí que o lugar à crença seja uma auto-estrada sem limites... 
Um desafio, ou múltiplos desafios, para que descubramos esses caminhos de incerteza. Para que, afinal, o homem se conheça a si próprio.  
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