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Quando a vaidade e arrogância assaltam a política. O poder duplo

Quando a vaidade, a arrogância e a soberba assaltam as instituições do Estado que comandam a vida pública em Portugaldeixamos de equacionar os factos com clareza e racionalidade e acabamos por violar princípios universais que parecem reger toda a vida e a que alguns designam de duplo poder. É tão simples quanto profundo, ou seja, na medida em que algo tem poder para o bem, tem poder corresponde para o mal. A maior parte das vezes somos nós próprios que decidimos usar esse poder, nem que seja da forma mais informal, fulanizada e igualmente grosseira com uma tirada: o problema é deles...

Há  pessoas que, por vaidade, arrogância e soberba, julgam que as instituições do Estado são como os quintais onde os donos soltam os cães para correr e fazer as suas necessidades fisiológicas, mas presidir a um órgão de soberania, como é (ou deveria ser) a Assembleia da República exige um pouco mais da idiota que ocupa o cargo, e cuja reacção foi reveladora da incapacidade de distinguir um quintal de um órgão de soberania. 

Enfim, trata-se de mais uma escolha de Passos Coelho, na prática, um resíduo político d´alguém impreparado para a governação e o um sub-produto do partido dos negócios que ocupou e sequestrou as instituições do Estado em Portugal. 

Batemos mesmo no fundo.

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