segunda-feira

Eis o que o líder do PP de Rajoy...

O partido que generalizou e intensificou a CORRUPÇÃO no Reino de Espanha - conseguiu fazer no conjunto do país: com a violência desmedida gerada pela Guarda Civil sobre os catalães, crianças e idosos, afastou ainda mais esta nação do resto do país, em especial do centralismo madrileno.

Rajoy, perversamente, conseguiu instilar um ambiente de pré-guerra civil entre Madrid e a região da Catalunha, que já reclama a independência. 

Eis o novo significado que podemos atribuir a Guernica, de Picasso. 



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quarta-feira

A internet que merecemos...


Em vez de termos a Internet que os técnicos (e tecnólogos) inventaram, estamos a confrontar-nos com a Internet perversa, negativa e violenta que alguns de nós certamente merecem. Este é mais um efeito perverso da modernidade tardia que estamos a construir. Agora em modalidades manifestamente desafiadoras. 

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segunda-feira

  • Um ensaio interessante que merece uma leitura atenta.

Do "gesto destrutivo" à abertura do espaço: em torno do conceito benjaminiano de violência (Gewalt)

Maria João Cantinho

Resumo


Mais do que nunca, é urgente pensar na questão da violência e do seu poder na nossa cultura. A emergência da crise política, social e económica da Europa e a dissolução dos sistemas democráticos, tal como eles funcionavam, é evidente. Partindo da análise de algumas interpretações actuais sobre o estado da democracia (Rancière, Zizec, Nancy etc.), retomo o texto no qual Walter Benjamin procura levar a cabo uma análise da questão da violência como poder e a sua função, na aplicação do Direito e da Justiça. Tomando como base o texto “Zur Kritik der Gewalt”, que foi paradigmático nas concepções actuais da soberania e do estado de exceção (desenvolvidos por Benjamin e Carl Schmitt), tento mostrar o que Benjamin entendia por violência revolucionária, questionando o seu sentido e a sua legitimidade.

Palavras-chave


violência, revolução, direito, democracia, messianismo.


O carácter destrutivo conhece apenas uma divisa: criar espaço; conhece apenas 
uma atividade: abrir caminho. Sua necessidade de ar puro e de espaço é mais forte 
do que qualquer ódio (BENJAMIN, 1972a, p. 396)1
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terça-feira

Opinião de Mário Soares



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