sexta-feira

Pobre cherne

Nota prévia: Quando Durão compreendeu que o povo português queria guardar dele toda a distância do mundo, enveredou por este tipo de salamaleques académicos. Barroso deixou uma Europa exangue e completamente ajoelhada à Alemanha de Merkel, com Portugal numa posição frágil e subsidio-dependente, e não sabe conviver com a falta de poder, de status e da influência posicional de que gozava enquanto presidente da CE. De modo que estes salamaleques da Academia servem assim de caixa de compensação pelo seu mau trabalho na Europa, e também de cenoura pela rejeição dos portugueses à sua inicial ideia (absurda) de se candidatar a Belém, com as ajudinhas do costume do seu velho patrono, o sr.  silva. Tudo saiu gorado, e ainda bem para os portugueses e para Portugal.

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Universidade Europeia de MadridDurão Barroso recebe doutoramento 'honoris causa'

POLÍTICA
Durão Barroso recebe doutoramento 'honoris causa'

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quarta-feira

Quando o chefe silva fala, os pupilos bem comportados respondem



Marcelo e Santana comentaram texto de Cavaco, Durão, ao centro, não

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Obs: Cavaco falou e os seus pupilos, que hoje desdenham o lugar de Belém, responderam pavlovianamente como quem responde a um reflexo condicionado. O que revela que de tanto desejarem ser diferentes do chefe de fila acabam, perversamente, por ser ainda mais cavaquistas do que cavaco. Um péssimo sinal para quem quer ocupar o lugar de mais alto magistrado da nação. 

O próximo teste será sobre animais...

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quinta-feira

Parcerias Públicas e afins. A nova Entente cordiale entre Durão & Passos. O assalto ao poder

O ASSALTO AO PODER:

O circo mediático que o desertor político Durão Barroso montou ontem em Lisboa, trazendo o contentor cheio de dinheiro e mostrando-o à turba sob a forme duma declaração torpe e vulgar, revela a mais primária e vil instrumentalização que um alto dignitário da eurocracia bruxelense fez no seu próprio país, e que jamais deveria fazer. 

Mas há muito que Barroso perdeu o respeito por si próprio e, como tal, é também lógico que não sinta respeito algum pelo povo português, à semelhança do papel do seu irmão-siamês, desesperado para reganhar eleições e que assumiu ali o papel do avaro e gordo judeu, que amplificou o poder e o milagre do dinheiro EUROPEU (como se este não resultasse das várias contribuições nacionais para o budget comunitário) como antídoto à pobreza estrutural disseminada pelos portugueses.

Na prática, estes dois cavalheiros, e de forma completamente despudorada, concertaram-se entre si para assaltar o poder político em Portugal.

Barroso quer Belém, e serve-se do dinheiro que anuncia para criar uma aura de facilitador desenvolvimentista da economia portuguesa, hoje destruída pelo seu comparsa; Passos Coelho, por seu turno, assume-se como o executor fiel e obediente daquele para implementar o ideário prometeico naqueles contentores repletos de dinheiro. 

No fundo, o estarola de Massamá representa, doravante, "o bom aluno" do Sr. Europa, entretanto caído em desgraça - como a própria Europa. 

Perante tão polida e sofisticada expressão do desertor - uma pipa de massa..., só me resta constar o óbvio e dizer: estamos bem entregues, estamos...

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quarta-feira

Um efeito perverso chamado Durão Barroso


Ele anda por aí tentando assediar os portugueses que, por o conhecerem demasiado bem, já "não vão em cantigas"...

Da última aparição do mordomo da Europa rezou a partilha de um prémio que recebeu do monarca espanhol, prémio que partilhou - em parte - com o liceu onde estudou: o Liceu Camões. Foi bonito ver o cheque de Barroso substituir-se à incapacidade e incompetência do ministério de Crato, que está a destruir o que resta do edifício da Educação & Ciência em Portugal. 

Mas nessa ocasião, o mesmo Barroso deu o passo maior do que a perna e defendeu uma política de educação salazarista para a Nação. E a nação como tem memória, evidentemente, não gostou. 

Agora anda por aí a tentar convencer administradores da FCG a candidatarem-se ao lugar de Comissário europeu, e daria imenso jeito que a Sr.ª Mota aceitasse - deixando vago o lugar na administração da Gulbenkian.., lugar esse que assentaria que nem uma luva ao futuro desempregado político, Barroso. Isto, na perspectiva do próprio, naturalmente. 

Hoje, em mais uma vã tentativa de gerar a tal ligação psico-afectiva com o eleitorado, a fim de consolidar uma legitimidade que julga ter, o desertor Barroso sai-se com esta expressão e manda calar aqueles que criticam a crónica incompetência da Comissão europeia dirigida por Barroso nesta última década. 

Ou seja, em tudo o que pensa, diz e faz Barroso é um homem excessivo e perverso. Pretende criar um clima de confiança entre ele e os eleitorados (esquerda, direita e centro) mas acaba por criar um efeito perverso e acaba por ser odiado por todos. 

Importa dizer que com Barroso na Europa - esta plataforma perdeu força, poder, prestígio, influência e autoridade no mundo. Escavacou o imenso legado de Jacques Delors. O desertor português apenas conseguiu uma coisa: ficar balofo e produzir amiudadas vezes declarações execráveis que apenas traduzem a sua forma de ser e estar na vida pública. 

Nem para porteiro do Palácio Rosa, quanto mais para seu locatário!!!

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sexta-feira

François Hollande condecora Durão Barroso pelo trabalho em Bruxelas


O presidente da Comissão Europeia, José Manuel  Durão Barroso, recebeu hoje das mãos do presidente francês, François Hollande,  a mais alta condecoração francesa, pelo trabalho à frente da Comissão Europeia,  que está prestes a abandonar ao cabo de 10 anos. 




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Obs: Em 10 anos Durão Barroso conseguiu uma verdadeira proeza, interna e europeia, ou seja, conseguiu fazer com que a UE - no seu conjunto - perdesse o estatuto de grande superpotência que tinha ao tempo de Jacques Delors - que afirmou uma Europa no Mundo, contribuindo para todos os importantes processos de decisão globais, potenciando a sua coesão interna e fazendo com que os países mais ricos e desenvolvidos do Norte cooperassem mais intensamente com os países mais periféricos, como Portugal, e em que as economias eram (e são) mais frágeis e dependentes. 

A esta luz, barroso contrasta com o poderoso Delors. É a noite e o dia. Aliás, nem a comparação deve ser estabelecida, porque só se comparam pessoas, processos e decisões comparáveis. De modo que isto não passa duma reles analogia. 

Barroso, além de chegar a porta-Voz da Europa começando como mordomo dos EUA, como o demonstrou a triste Cimeira dos Açores (ao tempo de G.W. Bush - que abriu caminho à guerra ao Iraque por causa das "famosas armas químicas" que, afinal, não existiam) - também passou a servir uma Alemanha hegemónica que exporta sem limites e cria emprego e enriquece à custa das economias importadoras - que financiam o seu superavite comercial.

Barroso é o exemplo acabado do presidente obeso e balofo da CE que não se conseguiu impor aos grandes, nem contribuiu para aumentar a coesão interna dos Estados membros. O resultado foi que as instituições europeias entraram em roda livre, ou melhor, uma roda que passou a ser girada em função dos interesses nacionais da Alemanha de Merkel, e relativamente aos quais Barroso nem piou. 

Barroso merecia, sim, era uma condecoração ao abrigo do princípio de Peter, que foi aquilo que o seu colega francês, perversamente, lhe deu. Pois toda a gente sabe, dentro e fora da Europa, que Barroso deixará uma Europa bem pior do que aquela  que encontrou quando tomou posse. O que revela um balanço profundamente negativo. Temos hoje uma Europa sem força, sem prestígio, desunida internamente e hegemonizada por uma Alemanha sem visão de conjunto da UE e sem querer por em prática o pilar da solidariedade que marcou a sua fundação.

No fundo, o que esta condecoração nos diz é que, afinal, Hollande está para a França como Barroso está para a União Europeia. Une merde

É caso para dizer que Les beaux esprits se rencontrent...

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Me, my self and Us...



Breve história da decadência política em Portugal:

- Barroso, o desertor, elogia Cavaco;
- Cavaco, o professor de finanças públicas que não conseguiu ajudar o governo com uma única ideia, elogia Barroso.
- Barroso, temerato e com a ânsia de reparar as borradas que fez com aquela lamentável entrevista ao Expresso-Sic, elogia Passos Coelho;
- Desse elogio, só faltou elogiar o ministro dos submarinos, o dr. Portas, mas o elogio a Coelho é lido extensivamente ao CDS e, desse modo, barroso procura fazer a quadratura do círculo e recolher o apoio do partido do Largo do Caldas. 

Os portugueses estão entregues a esta maltosa, que se ocupa em defender os seus tachos, embora o façam em nome do interesse nacional, tamanho o cinismo. 

Este espectáculo é tão vergonhoso quanto lamentável. Tem a assinatura desta direita ultra-liberal que se serve das instituições do Estado para servirem os seus próprios interesses e carreiras pessoais. 


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segunda-feira

Segundo o Doutor Marcelo...

... esta é, hoje, definitivamente a INVERTEBRADA e GELATINOSA imagem duma Europa que perdeu força, status quo no mundo e profundamente dependente da Alemanha de Merkel. Isto não é bom para Portugal, nem para a Europa. 

- Se alguma dúvida houvesse acerca da intenção (mais recôndita) de Marcelo se candidatar a Belém - ela ficou hoje dissolvida. Como apresentada ficou a motivação oculta do mordomo da Europa que, um dia, DESERTOU  de Portugal por carreirismo e ambição pessoal. 

- Talvez nunca como agora Marcelo Rebelo de Sousa foi tão clarividente (e sincero). 

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sexta-feira

Barroso fala como um aristocrata rico e anafado

Durão Barroso, que tem empobrecido o status quo da Europa no mundo, comporta-se como um aristocrata rico e anafado que olha para Portugal como - aquele país - que não pode "reestruturar a dívida" porque, alega, os investidores internacionais e os mercados logo associam aquele conceito ao perdão da dívida e à irresponsabilidade dos compromissos.


Pobre Barroso, ex-mordomo da Europa que preparou o caminho a G.W.Bush na invasão do Iraque - que lhe preparou o caminho para a CE, não consegue elaborar um discurso político que vá além dos fracos argumentos utilizados por Cavaco na recusa à dita reestruturação da dívida que hoje empobrece progressivamente Portugal e os portugueses. 

Eis um pequeno retrato daquele que, a dado momento da história, desertou do país deixando-o entregue a um impreparado e incompetente player, S. Lopes, que empurrou a economia nacional para um dos semestres mais negros da história colectiva. Um período só suplantado na desgraça pela prática destes últimos três anos de desgraça a que nos tem conduzido o XIX Governo (in)Constitucional.

Este é o Barroso do consenso podre - que pretende que algo mude para que tudo fique na mesma. 


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Barroso: do caldo entornado ao vazio do ser nesta Europa de Vichy

Durão Barroso ainda julga que a realidade se constrói com meras declarações de circunstância para operar um determinado spin na opinião pública e, por essa via, pressionar os actores a tomar certas decisões e não outras. Assim como Barroso ficará na estória da presidência da UE por andar a distribuir sacas de farinha no Corno d´África, num gesto para erradicar a fome no mundo em que ninguém acredita, além de servir como mordomo da chanceler Merkel e o directório alemão, também a sua política declarativa do "caldo entornado" merece, doravante, adequado complemento.

Ora, é nesse vazio a que chegámos hoje, com a decisão mais do que previsível do TC ao chumbar por unanimidade o saque aos pensionistas, que o Sr. Europa hoje vegeta.

E agora, Barroso? O que vais tu dizer, pá?!

Pois entre o dizer asneiras e o estar calado venha o diabo e escolha, e Barroso escolhe sempre o lado errado da história e da barricada para fingir que coopera com o national interest

Se estivéssemos no contexto da II Guerra Mundial tratar-se-ia, seguramente, dum colaboracionista da República de Vichy. Neste preciso sentido, o Sr. Europa representa o novo Marechal Pétain do 1º quartel do III milénio. 

De facto, o caldo está mesmo entornado...

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quinta-feira

Barroso e Lagarde - os teóricos do empobrecimento absoluto em Portugal

Teoria do caldo entornado



O FMI manda Portugal cortar nos salários e pensões a título definitivo; o tal português na CE, Durão Barroso, evoca a teoria do caldo entornado caso o Tribunal Constitucional chumbe as medidas (sociais) previstas no OE-2014. 

Temos aqui, Barroso e Lagarde, os teóricos do empobrecimento absoluto de Portugal. Para todos os efeitos, Portugal não conta: não fala, não decide, não apresenta alternativas. Está caladinho, Caladinho

É um sujeito surdo-mudo, à semelhança do comportamento do locatário de Belém, que é igualmente vergonhoso.  

Não tenho qualquer espécie de dúvida em considerar que os historiadores do futuro irão qualificar as condutas, por acção e omissão, destes players como as mais criminosas da história política contemporânea no quadro geral desta Europa em acelerado processo de fragmentação política, destruição económica e com profundas assimetrias sociais


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