quarta-feira

A sobrevivência política da Miss Prada

Assunção Esteves faz as pazes com Vasco Lourenço

A Presidente da Assembleia da República esteve esta tarde na Associação 25 de Abril, onde conversou a sós, durante mais de meia hora, com o presidente, Vasco Lourenço.
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Obs: A sobrevivência de certAs cretinAs oportunistas depende do cálculo de probabilidades acerca do equilíbrio do poder, e por isso estão sempre atentos aos boatos, às opiniões nos media dos quais acabam por tornar-se analistas experientes. 

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sábado

Não, o problema não é "deles", dra. Assunção - por Nicolau Santos -



A dra. Assunção Esteves está equivocada. O problema não é "deles". O problema é da senhora presidente da Assembleia da República que não quer ser incomodada com um discurso que extravase o que é normal entre os parlamentares da maioria e da oposição.
O problema é da senhora presidente da Assembleia da República, que não tem um pingo de bom senso - porque, se tivesse, lembrar-se-ia que só se senta na cadeira onde se senta porque os militares que ela não quer ouvir abriram caminho para que tal fosse possível.
O problema é da senhora presidente da Assembleia da República porque, se tivesse um pingo de bom senso, lembrar-se-ia que este ano se comemora uma data redonda, 40 anos, sobre o 25 de Abril de 1974, pelo que seria totalmente admissível que abrisse uma excepção e que, para além dos parlamentares, fosse dada voz aos militares que abriram caminho para que esta Assembleia da República existisse.
O problema é da senhora presidente da Assembleia da República porque, se fosse minimamente agradecida, lembrar-se que a reforma que aufere por ter sido juíz do Tribunal Constitucional só é possível porque os militares que não quer ouvir abriram caminho para que tal fosse possível.
Pensando melhor, contudo, talvez o problema não seja da senhora presidente da Assembleia da República. Talvez o problema seja do país que tem como segunda figura do Estado a dra. Assunção Esteves, que já demonstrou por várias vezes não ter um pingo de bom senso. E seguramente que essa tem de ser uma das qualidades exigidas para se ser a segunda figura do Estado português.


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Obs: Digamos que Nicolau Santos resolveu ser demasiado polido para com uma pessoa que não merece tanta diplomacia.

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Quando a vaidade e arrogância assaltam a política. O poder duplo

Quando a vaidade, a arrogância e a soberba assaltam as instituições do Estado que comandam a vida pública em Portugaldeixamos de equacionar os factos com clareza e racionalidade e acabamos por violar princípios universais que parecem reger toda a vida e a que alguns designam de duplo poder. É tão simples quanto profundo, ou seja, na medida em que algo tem poder para o bem, tem poder corresponde para o mal. A maior parte das vezes somos nós próprios que decidimos usar esse poder, nem que seja da forma mais informal, fulanizada e igualmente grosseira com uma tirada: o problema é deles...

Há  pessoas que, por vaidade, arrogância e soberba, julgam que as instituições do Estado são como os quintais onde os donos soltam os cães para correr e fazer as suas necessidades fisiológicas, mas presidir a um órgão de soberania, como é (ou deveria ser) a Assembleia da República exige um pouco mais da idiota que ocupa o cargo, e cuja reacção foi reveladora da incapacidade de distinguir um quintal de um órgão de soberania. 

Enfim, trata-se de mais uma escolha de Passos Coelho, na prática, um resíduo político d´alguém impreparado para a governação e o um sub-produto do partido dos negócios que ocupou e sequestrou as instituições do Estado em Portugal. 

Batemos mesmo no fundo.

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sexta-feira

O problema é deles...

Narrativas desesperadas sobre Abril e a decadência dos actores políticos...


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