terça-feira

Ukraine’s China Option - by Alexei Bayer -

Ukraine’s China Option

Should Poroshenko visit Beijing, as Richard Nixon once did?


Ukrainian President Petro Poroshenko (Credit: U.S. State Department)

Takeaways


  • China has been active in global politics, supplanting Russia as the principal patron in parts of Central Asia.
  • Acquiring an ally with the strategic importance of Ukraine would undoubtedly be a coup for Beijing.
  • Ukraine, once Europe’s breadbasket, could supply agricultural products to the insatiable Chinese market.

Ukraine’s President Petro Poroshenko recently went to Minsk to negotiate with Russia’s Vladimir Putin.  Afterwards, Russia began a surreptitious, full-scale invasion of Ukraine. Poroshenko now continues to talk to the EU and the United States in hopes of getting some assistance from them, military or economic. So far all he got are expressions of concern about Russia’s actions.
To start solving his country’s problems, the Ukrainian President should take a page from the book by that great Machiavellian, Richard Nixon, and travel to Beijing soon.
So far, neither the United States nor Europe has done much to support Ukraine in its unequal struggle to repel Russian aggression.
True, there have been economic sanctions, but they were mostly imposed after Russia-supported terrorists in Eastern Ukraine shot down a passenger airliner, killing citizens of Western countries. These sanctions are not going to stop Putin’s determination to crush Ukraine.
Americans love to talk about being the last, best hope of mankind and about supporting democracy around the world. However, in the case of Ukraine, Washington has become quite shy about putting its money where its mouth has been for so many decades.
Ukraine’s case for assistance from Western Europe is even stronger. The entire idea of Europe today is based on an ideal — that the European continent could be peaceful, democratic and have open societies and open borders.

Europe’s cold shoulder

Any European nation can join the process of integration — as long as it subscribes to the ideal. Few nations have underscored their determination to be part of Europe more convincingly in decades than the Ukrainians.  They have shed blood for their right to belong to Europe.  The least Brussels can do is welcome them with open arms.
But because Europe has no stomach for a confrontation with Putin, Ukraine has been left to fight Russian aggression on its own.
Thank God, it is not a bipolar world any longer.  For Ukraine, there are alternatives to either begging the West for help or being strangled by the Kremlin’s deadening embrace. This is why Poroshenko should take a trip to China — just as Nixon did in 1972.
Nixon’s visit back then put the fear of God into the aging Russian leadership.  It suddenly envisioned a nightmare scenario of being surrounded by a billion Chinese on one side and NATO forces on the other.
As soon as they realized that, the Russians were ready to accept Nixon’s offer of détente.  They also leaned on their Vietnamese clients to allow U.S. troops to withdraw from Saigon with a modicum of dignity.

China: always on the sideline?

China has kept out of the Ukrainian conflict so far. It has not lent support to the Russian aggression, but it has also been careful to refrain from criticizing it.
As things stand, it makes good geopolitical sense for China to throw its considerable weight behind Ukraine.
First, consider the fact that China has major territorial claims on Russia, which includes huge territories in Eastern Siberia and the Far East that the Russian Empire annexed in the 19th century.   
These territories are being systematically populated by Chinese settlers and receive considerable Chinese investment. China is waiting patiently for the moment when it can seize them.
It would certainly make it beneficial to China’s strategic posture if Russia were hopelessly bogged down in a conflict on its Western border — or, even better, suffered a military defeat there.
Then the Putin regime could fall and Russia would be thrown into serious political turmoil.  That may make it easier for China to assert outright sovereignty over Russia’s Far East.

Beating back Russia

In recent years, China has been quietly active in global politics, supplanting Russia as the principal patron in parts of Central Asia. Acquiring an ally with the size and strategic importance of Ukraine on the post-Soviet space would undoubtedly be a coup for Beijing.
Finally, China is already investing in Ukraine. Its automotive companies see Ukraine as a perfect market for their proprietary brands. It is potentially vast, underserved and highly price-conscious.
Ukraine is one of the largest markets in the world for Chinese companies such as FAW, Great Wall, SAIC and others. They plan to use it as a steppingstone to an eventual worldwide expansion. In turn, Ukraine, once Europe’s breadbasket, could become a key supplier of agricultural products to the insatiable Chinese market.
China has been investing heavily in its military and developing advanced weapons. In the hands of Ukrainian soldiers, those weapons could be tested in real-life combat against a strong adversary.
True, Beijing rulers are extremely cautious. They may decline to supply weapons and provide military support to Ukraine for fear of antagonizing Putin.
But a visit to Beijing by the Ukrainian President may give a pause to Moscow, while giving Washington and Brussels a jolt.  It may force them to do what they should have done a long time ago, i.e., provide military assistance to Ukraine.
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Obs: De facto, não se compreende por que razão a América de Obama - em conjugação com a NATO e a UE - não tomaram já medidas de natureza militar para aplacar e repelir a Rússia do território nacional da Ucrânia,cujo leste ocupou, na sequência da ocupação da Crimeia. 
Ou melhor, talvez se compreenda num quadro de hesitação estratégica dos EUA e de divisão interna por questões económicas e uma UE que é apenas um gigante com pés-de -barro, em que até o ainda presidente  da CE, o português Barroso, é advertido publicamente por Putin - que o informa que bastariam 15 dias para conquistar a Ucrânia.
Putin conhece estes bloqueios, impotências e divisões e joga com eles na afirmação da sua hegemonia militar e política numa região que ainda considera estar sob sua influência, à boa maneira da velha doutrina estratégica dos 70´s - assente na soberania limitada teorizada e aplicada por Leonid Brejnev. 

Será interessante conhecer os desenvolvimentos desta ponte que a Ucrânia pretende estabelecer com a China, cada vez mais um player global.

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quinta-feira

Só as ditaduras disfarçadas pelo capitalismo selvático reagem assim: cobardemente


Tiananmen? “Se não me tivesse falado disso, nem me lembrava”





Foi na noite de 3 para 4 de Junho de 1989 que os soldados e os tanques do exército chinês avançaram em direcção à Praça Tiananmen de Pequim, onde dois meses antes nascera um movimento estudantil e civil que pedia liberdades e mudanças políticas. O movimento transformou-se num protesto nacional, com manifestações pró-democracia em pelo menos 160 grandes cidades. Na noite de 3 de Junho, a direcção política — liderada por Deng Xiaoping — deu a ordem de fogo. No dia 4, o protesto foi esmagado pela força dos tanques e pelas balas que deixaram centenas ou milhares de mortos. O número oficial de vítimas nunca foi revelado. (...)
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terça-feira

Cavaco vai à China vender azeite e mostrar a Muralha da China à esposa. Com sorte ainda finge que somos irlandeses

Cavaco vai à China vender azeite, mármores, sapatos e cortiça, e, claro, também dar palco à sua mandatária de campanha, a fadista Kátia Guerreiro para cantar um faducho e mostrar à sua consorte a Grande Muralha da China que, porventura, considerará maior do que o Aqueduto das Águas livres, em Lisboa.



Com isto, entusiasma-se e fala de Esperança, como se esta condição fosse decretável por discurso presidencial, ainda por cima fora do país - para ver se passa despercebido de modo a que ninguém depois, intra-muros, lhe peça responsabilidades acerca do que pretendeu dizer com aquele discurso de lana-caprina. 

Quando se compulsa esse discurso da loja dos 300 de Cavaco silva, com a realidade vivida entre as várias classes sociais em Portugal, tomando por referência a procura interna/consumo, a taxa de desemprego, a emigração compulsiva (até para a China), enfim, a vitalidade do tecido económico, especialmente das PMEs (que quase desapareceram do mapa económico) dá vontade de dizer ao locatário do Palácio Rosa que "é bom" ele ter ido à China fingir que somos irlandeses e, de caminho, melhor ainda será dar a possibilidade à Dona Maria, sua consorte, de visitar a Grande Muralha da China e registar as mais profundas exclamações que esta possa fazer a propósito de tal fortificação militar milenar, uma das quais será, porventura, a de que é maior do que o castelo de Palmela e mais vertiginosa do que a Serra de Monchique.

A este nível é o que temos, e, como tal, se calhar também não podemos exigir mais. 

Ou podemos?!

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Muralha da China (Fantástico - Viagem ao Planeta China)




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sexta-feira

Mais um estrangeiro com visto gold investigado por branqueamento de capitais






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Obs: Em desespero de causa, Paulinho Portas, a muleta-mor deste governo contra-natura, decidiu, perante a incapacidade de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) a Portugal que crie emprego, riqueza e bem-estar - que abrir as portas do país a pessoas multimilionárias, estaria a fazer a receita para o país sair do colapso em que entrou, especialmente desde 2011. 
O Paulinho das feiras, da lavoura, das pescas, do contribuinte-idoso e o mais - enganou-se rotundamente. 
Com esse regime jurídico de vistos gold, e na impossibilidade de peneirar todas as situações em detalhe antes dessas pessoas entrarem em solo nacional, algumas das quais são criminosas e tencionam "lavar" o dinheiro oriundo desse tipo de actividades para o branquear em Portugal (adquirindo bens imóveis) - ocorre aquilo que já se previa: com os imigrantes de luxo, que pretendem, prioritariamente, aceder à Europa através desta placa giratória que é o rectângulo, afluem pessoas que cometeram crimes de diferente natureza, e em relação às quais o sistema de verificação judicial só as detecta à posteriori, e não preventivamente, como seria suposto. 
O Paulinho portas queria fazer um brilharete político com este regime jurídico especial, a fim de facilitar os investimentos orientais em Portugal, criando um efeito de propaganda eleitoral capaz de o fazer descolar dos modestos 4% que vale hoje o seu partido do táxi, mas, perversamente, o que conseguiu arranjar para os portugueses, tirando uns negócios para umas agências imobiliárias e alguns proprietários, foi colocar Portugal na rota do crime financeiro internacional, com especial proveniência da China. 
"Parabéns", dr. Portas. Com sorte - os actuais 4% do cds eclipsar-se-ão daqui por 90 dias. Se assim for, está-se perante um segundo efeito-submarino. 
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quinta-feira

Energia - Governo promove energias renováveis nacionais em Xangai

O Governo português promove amanhã e dia 8 de Maio o sector nacional das energias renováveis em Xangai levando ao Pavilhão de Portugal na Exposição Mundial mais de uma dezena de responsáveis de empresas portuguesas do sector. Económico
Esta é a primeira semana temática do pavilhão português na Expo de Xangai e tem a chancela do Ministério da Economia, Inovação e Desenvolvimento, sendo a entidade promotora a Direcção-Geral de Energia e Geologia.
A cerimonia oficial da conferência será presidida por Carlos Zorrinho, secretário de Estado da Energia e Inovação, e contará com a presença do Director-Geral da Energia e Geologia, José Perdigoto, e de administradores e gestores de empresas como a EDP Internacional, EDP Renováveis, Martifer Solar, WS Energia, DST Renováveis, Magpower, ENEOP, MegaJoule, Smartwatt e Tegopi, entre outras.
Serão debatidas as oportunidades do mercado chinês para as empresas nacionais nas energias eólica, solar e hídrica. O objectivo é posicionar Portugal como ‘player' relevante, à escala internacional, no desenvolvimento e inovação associados às energias renováveis.
O governo chinês tem em curso um vasto programa de investimentos em infra-estruturas ambientais, de transporte e de produção de energia, que pode representar importantes oportunidades para as empresas nacionais destes sectores. Segundo os responsáveis do Governo português, as tecnologias não poluentes e as energias renováveis são as áreas mais promissoras neste mercado.
O seminário que hoje se inicia e se prolonga até Sábado foi dirigido a altos representantes governamentais, a empresas, associações e agências de energia e de investigação na área das renováveis. O objectivo principal é estabelecer laços para a criação de parcerias.
Esta é a primeira semana temática no Pavilhão de Portugal em Xangai. De 8 a 10 de Junho, o Gabinete para a Mobilidade Eléctrica promove a semana dedicada à mobilidade eléctrica. Na terceira semana, o tema será construção sustentável, que decorrerá na segunda quinzena de Julho, promovida pela Agência para a Energia.
Obs:
É assim que se fazem negócios, com o Governo concertando-se préviamente com as grandes empresas do sector eólico, solar e hídrica em Portugal, e quando vão abroad - fazem-no a uma só voz, afirmando uma estratégia racional de investimentos que colherá, seguramente, frutos no imenso mercado chinês que está a apostar nas energias renováveis, seja por pressão internacional, seja por pressão e necessidades internas. Isto confirma a ideia de que cada vez mais poderes públicos e sector privado só se conseguem afirmar no exterior, mormente no competitivo mundo dos negócios, se concertarem posições préviamente, e é isso que esta iniciativa de Portugal a Xangai demonstra.

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