segunda-feira

A política é uma grande porca. Evocação de Rafael Bordalo Pinheiro

Evoc. de Rafale Bordalo Pinheiro

- Da série: o gesto é tudo. Tudo!!!
É por causa de coligações oportunistas desta natureza que a política e os agentes políticos perderam toda a credibilidade à luz do povo. 


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Portas foi ver os aviões com Maria Luís e até Sócrates apareceu

Fotografia © Filipe Amorim / Global Imagens

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Paulo portas e o vento: seu principal inimigo


O dr Portas foi ao Algarve dizer que lhe custa muito perder o status de ser n° 2 deste ajuntamento que alguns designam governo. Os seus boys também ficariam apeados... O cds-submarino é assim: primeiro o líder, depois os boys... Portugal que afunde no porta-avioes do dr. Portas - ali desmascarado pelo sr. Vento, seu principal inimigo.

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quarta-feira

Paulo Portas e o Medo de perder o poder. Poder pelo poder

Nota prévia: Se há agente político em Portugal que não tem legitimidade para ter a proeminência que tem é Paulo portas, talvez a maior meretriz política do nosso sistema constitucional. Pela cabeça de Paulinho das feiras pisaram-se todas as promessas sociais que o seu "partidosito do contribuinte" - fez contra reformados e pensionistas, em relação aos quais se aproxima oportunisticamente em contexto pré-eleitoral e dos quais se afasta no momento pós-eleitoral. Tem cedido a tudo para unicamente se manter no poder. É o poder pelo poder. O seu delegado partidário na Praça de Londres, Mota soares, unicamente se tem preocupado em colocar boys nas estruturas dos Centros de Formação Profissional e Emprego nas várias delegações do país, lesando a boa gestão dessas estruturas do Estado em nome do interesse pessoal e partidário do partido do Largo do Caldas. Isto revela o nível preocupante de partidarização que o cds tem imprimido àquelas estruturas sociais fundamentais em momentos de crise. Talvez nenhum outro partido em Portugal tenha sido tão pernicioso para a sociedade e a economia nacionais quanto o cds de Portas, cujo partido se confunde com o seu projecto de poder pessoal, sempre envolvido em polémicas e alegações de profunda corrupção nunca devidamente esclarecidas até hoje em Portugal. O medo de perder o poder aterroriza-o, por isso é natural que regresse à psicose do chinês... Curiosamente, também foi Portas o "pai" da lei dos vistos GOLD que deram os resultados que todos conhecemos. Ou seja, onde está Portas lavra a corrupção em Portugal, mas ele nunca é chamuscado. 

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Portas diz que plano do PS levaria a novo resgate de Portugal,link


Portas diz que plano do PS levaria a novo resgate de Portugal
Fotografia © INÁCIO ROSA/LUSA
Vice-primeiro-ministro diz que as políticas defendidas pelos socialistas podem ser novo memorando da 'troika'.
O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, acusou hoje o PS de apresentar um plano macroeconómico que contém o risco de se converter noutro memorando de entendimento, afirmando que as políticas defendidas pelos socialistas levariam a novo resgate de Portugal.
"O vosso plano de promessas não tem apenas o risco da desilusão, contém o risco de se converter noutro memorando de entendimento em que cada promessa se transforma numa restrição", afirmou Paulo Portas no parlamento.
No final da sua intervenção na discussão do Programa de Estabilidade e no Plano Nacional de Reformas, Portas retomou a ideia, que marcou todo o discurso: "Em abono do PS, está uma certa coerência no erro. À 'troika' nos levaram uma vez e se vos dessem mandato à 'troika' nos levariam segunda vez".

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quinta-feira

Portas fará tudo para se manter no poder. É um perigo eminente para a Democracia e uma ameaça para o funcionamento das instituições


Portas 'afasta-se' de Passos e 'aproxima-se' de Costa

São mais dois os temas que dividem – novamente – a coligação. Depois do IRS e do IVA, agora é a reposição dos feriados e a abordagem na comissão de inquérito ao BES que voltam a fazer comichões dentro da maioria.
Segundo o Diário de Notícias (DN), Paulo Portas anunciou a intensão de repor o feriado de 1 de dezembro (dia da Restauração da Independência) já em 2015, mas fê-lo sem o consentimento – e aviso prévio – de Pedro Passos Coelho. E é esta questão do feriado que poderá aproximar o líder centrista do novo secretário-geral do PS, ou então distanciar o CDS de qualquer outro partido.
António Costa deu a conhecer as pretensões dos socialistas quanto aos feriados: reposição do 5 de outubro e do 1 de dezembro. Porém, a possibilidade de reposição de qualquer um dos quatro feriados extintos em 2012 – aos quais se juntam mais dois religiosos, a 15 de agosto e 1 de novembro – será chumbada pelo PSD.
Agora, falta saber como irá o CDS descalçar esta bota, uma vez que o PCP e Bloco de Esquerda querem a reintegração no calendário dos quatro feriados e não de apenas dois, com o PS, e de apenas um, como os centristas.
O certo aqui, é que Paulo Portas volta a afastar-se de Passos Coelho e as críticas dentro da coligação entre os dois partidos mantém-se. Algo que acontece também, escreve o DN, devido à comissão de inquérito ao Banco Espírito Santo (BES).
Se, por um lado, os sociais-democratas querem ‘defender’ o governador do Banco de Portugal (BdP) de responsabilidades no caso BES, os democratas-cristãos acusam Carlos Costa: “falhou no caso BPN, falhou no caso BPP e agora manifestamente falhou no caso BES”, disse Nuno Magalhães.

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Obs: É preocupante constatar a cada vez mais activa face de janus - encarnada por Paulo portas - ainda no poder em Portugal. Além de que seu poder é verdadeiramente desproporcional, um líder de um partido que não vale mais do 7% ocupa várias pastas governamentais e influencia o processo de tomada de decisões, como a aquisição indevida dos submarinos, que foi altamente ruinosa para o erário público nacional e é um processo que se encontra envolto em corrupção e é um tema em relação ao qual a Justiça pouco investiga!!! 

Porquê???

O perigo para a democracia é eminente, e as ameaças ao funcionamento das instituições é diária, como ilustrou à saciedade o caso dos vistos GOLD circurgicamente abafados com a detenção do ex-PM. 

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sábado

O problemático Paulo Portas - da lavoura aos visas -



Associação Transparência e Integridade aponta culpas ao Governo no caso dos vistos gold, link


O vice-presidente da associação Transparência e Integridade, Paulo Morais, considerou que há responsabilidades políticas no caso dos vistos “gold” e destaca o nome do vice-primeiro-ministro, Paulo Portas.

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Obs: Já é tempo de Portas acertar contas com a Justiça e também com o País. Já são muitos anos de impunidade e de muita, muita irresponsabilidade - suportada pelo erário público!!!

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quarta-feira

Os submarinos de Paulo portas

No final dos anos 90 do século passado a Marinha garantia à tutela que os seus submarinos apenas poderiam operar até 2001, mas só foram substituídos em 2010, constaram os deputas esta manhã no Parlamento
No final dos anos 90 do século passado a Marinha garantia à tutela que os seus submarinos apenas poderiam operar até 2001, mas só foram substituídos em 2010, constaram os deputas esta manhã no Parlamento / Nuno Fox
"A responsabilidade de execução do despacho de setembro de 1995 [que lança o programa de substituição, assinado pelo seu antecessor, Figueiredo Lopes e pelo à época ministro da Indústria, Mira Amaral] foi do Estado-Maior da Armada", afirmou António Vitorino enquanto respondia ao deputado comunista, João Ramos.
Segundo o antigo governante socialista, a coordenação a nível do ministério estava a cargo da Direção-Geral de Armamento que contava com o apoio da Secretaria-Geral. Nos dois anos em que liderou a pasta da Defesa, Vitorino garantiu que "nunca contratou nem consultores jurídicos, nem financeiros". "O ministro da Defesa Nacional tratou da questão sempre dentro de casa", disse.
Como? Mantendo em cima da mesa duas hipóteses: comprar novos ou usados. Lembrou o antigo ministro que, à época, o Reino Unido pretendia "renovar a capacidade submarina", tal como Portugal, e tinha à venda parte da frota. "O Chefe de Estado-Maior pediu-me autorização para aprofundar a relação com as autoridades britânicas e eu autorizei " no sentido de verificar se as características dos equipamentos que o Reino Unido pretendia alienar [da classe upholder] cumpriam os requisitos da Marinha portuguesa, disse Vitorino aos deputados.
"Entendi que devia manter em paralelo a possibilidade de comprar submarinos novos ou usados para alavancar a margem negocial do Governo português. Não há muitos fabricantes deste tipo de equipamentos. Acho que decidi bem", referiu, apesar de ter reconhecido, minutos depois, que, "ao manter em paralelo novos e usados isso trazia uma complexidade acrescida".
O antigo ministro lembrou ainda que, à época, a Marinha tinha três submarinos, mas apenas dois estavam operacionais. "O terceiro era fonte de peças para os outros", disse, lembrando ainda que, segundo a Armada, esses equipamentos atingiriam a sua vida útil em 2001. Foi por isso que, tal como disse esta manhã aos deputados, António Vitorino decidiu manter as prioridades definidas na Lei de Programação Militar de 1993 na qual foi pela primeira vez inscrita "a substituição da capacidade submarina". Até aí falava-se em "modernização".
Vitorino acabaria por deixar o Governo sem lançar o respetivo concurso internacional, o que só viria a ser feito pelo seu sucessor, José Veiga Simão, falecido a 3 de maio deste ano, ainda na vigência do XIII Governo Constitucional liderado por António Guterres.
"Em 1998, o Governo de que eu já não fazia parte abriu um concurso atípico para submarinos novos ou usados, portanto as duas hipóteses mantiveram-se sempre em aberto. Não optei por uma ou por outra", reforçou. "O Reino Unido acabou por vender esses submarinos ao Canadá", disse ainda revelando uma memória prodigiosa, passados quase 20 anos.
O ex-ministro garantiu ainda aos deputados que não teve contacto com algum dos consórcios que vieram a concorrer e que nunca falou com nenhum fornecedor de submarinos. Assegurou ainda que todos os estudos feitos durante a sua permanência no Ministério da Defesa (759 dias) foram "usados como base do concurso lançado em 1998".
Esta tarde, a comissão parlamentar que investiga a compra dos helicópteros EH-101, dos aviões P-3 ORION, C-295 e F-16, de torpedos e submarinos, bem como das viaturas Pandur II, prossegue a audição aos antigos ministro da Defesa, ouvindo Júlio Castro Caldas. Amanhã é a vez de Rui Pena e Jaime Gama. A semana fecha com a audição a Paulo Portas.
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Obs: De facto, é sempre útil ouvir António Vitorino dissertar sobre questões de política geral e, em particular, sobre matérias em relações às quais teve tutela enquanto MDN. Há, pois, aqui um duplo interesse: a) um interesse histórico, que se prende com a ligação aos factos passados há 20 anos e que demonstram, à época, a necessidade de equipar a Marinha portuguesa; b) e também um interesse acerca do método [competitivo] de negociação, deixando em aberto as duas possibilidades: aquisição de submarinos novos ou comprá-los em 2ª mão. Método que servia para colocar pressão junto dos interlocutores de negociação e, ao mesmo tempo, racionalizar o processo de tomada de negociação - cuja evolução se prolongou por vários governos que se lhe seguiram.
Todavia, sempre que começa um período pré-eleitoral, como é o tempo que estamos vivendo (leia-se, campanha para as legislativas de 2015), o centro-direita ultra-liberal (do Estado-mínimo e máximo, depende dos dias da semana e do que houver para privatizar e/ou intervencionar/nacionalizar), porventura entalado na bossa-do-camelo dos seus deficientes resultados sociais e económicos, num Portugal a empobrecer e desertificado, faz ressurgir a questão da aquisição dos submarinos e tende, artificiosamente, a empurrar a decisão dos mesmos para um tempo longínquo em que os titulares d´então - embora tutelando o início desse processo de consultas - nenhuma responsabilidade tiveram na sua aquisição, a qual só veio a ocorrer muito posteriormente. 
Assim, e por razões de economia de tempo e de recursos da República, pergunto-me por que razão não se começou esta audição pelo fim, ou seja, pelos responsáveis directos na aquisição dos referidos submarinos, e nem sequer aqui nos pretendemos reportar aos milhares de fotocopias destruídas à pressa antes de o dr. Paulo Portas cessar funções como MDF, apenas nos reportamos à questão de saber por que razão Portas pagou mais 30 M€ pelos ditos submarinos, com a agravante de a qualidade dos equipamentos ter diminuído (??!).
Importa talvez recordar que Paulo portas, entre 2002 e 2005, foi co-responsável pela coligação governativa entre o PSD e o CDS-PP, vindo a exercer funções como Ministro de Estado e da Defesa Nacional (2002-2004) e Ministro de Estado, da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar (2004-2005), nos respectivos XV e XVI Governos Constitucionais. 
A originalidade dos períodos pré-eleitorais é que hoje já não gozam de nenhuma originalidade, como ocorria no passado recente. Embora a notícia sirva o propósito para demonstrar que, apesar de tudo, há sempre alguém que se esquece de fechar a escotilla do submarino que hoje deixa entrever uma ligação tão óbvia quanto opaca entre o Largo do Caldas e a zona do Restelo onde, à época, o negócio de Estado se início e fechou. 
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sexta-feira

Mais um estrangeiro com visto gold investigado por branqueamento de capitais






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Obs: Em desespero de causa, Paulinho Portas, a muleta-mor deste governo contra-natura, decidiu, perante a incapacidade de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) a Portugal que crie emprego, riqueza e bem-estar - que abrir as portas do país a pessoas multimilionárias, estaria a fazer a receita para o país sair do colapso em que entrou, especialmente desde 2011. 
O Paulinho das feiras, da lavoura, das pescas, do contribuinte-idoso e o mais - enganou-se rotundamente. 
Com esse regime jurídico de vistos gold, e na impossibilidade de peneirar todas as situações em detalhe antes dessas pessoas entrarem em solo nacional, algumas das quais são criminosas e tencionam "lavar" o dinheiro oriundo desse tipo de actividades para o branquear em Portugal (adquirindo bens imóveis) - ocorre aquilo que já se previa: com os imigrantes de luxo, que pretendem, prioritariamente, aceder à Europa através desta placa giratória que é o rectângulo, afluem pessoas que cometeram crimes de diferente natureza, e em relação às quais o sistema de verificação judicial só as detecta à posteriori, e não preventivamente, como seria suposto. 
O Paulinho portas queria fazer um brilharete político com este regime jurídico especial, a fim de facilitar os investimentos orientais em Portugal, criando um efeito de propaganda eleitoral capaz de o fazer descolar dos modestos 4% que vale hoje o seu partido do táxi, mas, perversamente, o que conseguiu arranjar para os portugueses, tirando uns negócios para umas agências imobiliárias e alguns proprietários, foi colocar Portugal na rota do crime financeiro internacional, com especial proveniência da China. 
"Parabéns", dr. Portas. Com sorte - os actuais 4% do cds eclipsar-se-ão daqui por 90 dias. Se assim for, está-se perante um segundo efeito-submarino. 
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terça-feira

Porta e & Passos Coelho S.A. O maior embuste desde 1974


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Obs: Descontado o teor desta entrevista de Paulinho Portas, mais uma em que ele verdadeiramente se revela, é lamentável vê-lo, em Abril de 2014, afirmar perante os portugueses e em resposta aos ditames do FMI, que o ajustamento da economia portuguesa já se fez e que, por essa razão, os salários não terão de sofrer mais um corte, conforme deseja o FMI; ao invés, o país assiste Passos Coelho, o alegado primeiro-ministro, declarar não saber se há condições para baixar impostos e, agora, até declara que tenciona subir o salário mínimo, só não se sabe é para quando. 

Entre esta dupla-maravilha o desacordo não poderia ser mais gritante; ainda que ambos se apoiem na dissimulação geradora da mentira que se institucionalizou em Portugal, desde 2011. Eis os seu método de governação. 

Ou seja, Portas, líder do proclamado partido dos idosos, dos agricultores, pensionistas e demais sectores fragilizados da população - manifesta uma vontade em baixar o IRS, o IVA (por pressão dos empresários amigos) de molde a dar uma folga aos portugueses a fim de fomentar a procura interna e por a economia a mexer; Passos Coelho, ao invés, fixa-se no "nim", faz afirmações sem qualquer fundamento em estudos conhecidos, como relativamente à sustentabilidade da Segurança social, e ostenta um brilhosinho nos olhos quando, ultrapassando a troika pela direita, defende que a Austeridade é para manter.

Pelo caminho, a dupla maravilha de Passos & Portas - vai esbulhando mais salários aos fp e aos pensionistas, que vão ter uma velhice tão criminosa quanto negligente por parte deste miserável governo que os saqueia sem nó nem piedade, encerra escolas, fecha tribunais e centros de saúde e, doravante, até os serviços de Finanças pretende encerrar em nome da austeridade.

As consequências sociais e económicas destes cortes cegos são brutais junto das populações, que vivem na incerteza e sob ameaça diária de desconhecerem o futuro imediato. 

Eis o método que infunde o MEDO nas populações escolhido por este governo para fingir que governa, e enquanto difunde a incerteza e o pânico nas populações paralisa a sua capacidade de reacção, e é com base nessa PARALISIA que este governo criminoso vai impondo os cortes cegos que estão a escavacar Portugal aos solavancos  e a destruir a vida aos portugueses. 

Até quando, dr. Aníbal?!

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segunda-feira

Entre Pedro e Paulo há um mar de diferenças


O da esquerda - que alegadamente ainda é primeiro-ministro - especializou-se em anunciar impostos, cortes salariais à função pública, esbulhos sucessivos aos reformados e pensionistas; Portas, ao invés, promove a economia nacional e relança as exportações, é uma ponta-de-lança da economia lusa a Oriente, barra o caminho ao FMI, começa a desvalorizar o sentido da austeridade - que considera já ser nociva à livre iniciativa e ao empreendedorismo, como hoje se diz. 

Entre um e outro há um mar de diferenças. O estranho é que Passos Coelho, por força de conviver com o seu parceiro de coligação, tem demonstrado, até à exaustão, nada ter aprendido com Portas, e podia fazê-lo. Porventura, é também por isso que tem cabido a Portas desempenhar o verdadeiro papel de PM, e assim é entendido intra e extra-muros. 

O que terá pensado Portas da nomeação de Relvas por Passos Coelho para o CN do PSD...


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sábado

O Estado de excepção do XIX Governo (in)Constitucional


É fácil perceber, mesmo para não juristas, que Passos Coelho e a sua entourage de alemães ultra-liberais, tem procurado governar o país por duas vias: impostos e mais impostos e mediante desvios graves à Lei fundamental correspondentes à prática de crimes na esfera do direito privado. Na prática, o mediano economista licenciado quase aos 40 anos pretende governar o país sob a aparência duma forma legal daquilo que jamais o poderia ser. É nessa distorção ou denegação da realidade que o alegado primeiro ministro incorre, para prejuízo de um povo que paga caro a incompetência dum punhado de impreparados. 

Coelho, que agora até já identifica "portas abertas" no chumbo do TC ao OE/2014 mais gravoso de que há memória em Portugal, sabe - apesar da sua impreparação congénita - que cometeu vários crimes, mas também sabe que não pode ser sacrificado por eles, o que gera uma situação de impunidade deveras abominável. A excepção começa logo aí, na desigualdade das consequências dos actos praticados pelos agentes políticos comparada às acções dos cidadãos comuns. Aqueles subtraem-se à responsabilidade/punição, estes são sempre punidos quando cometem uma ilegalidade. 

Coelho tornou-se, assim, numa espécie de ser matável, mas não pode ser sacrificado em nome da política, dos políticos e, claro, da almofada que tem sustentado tudo: o locatário de  Belém.

Os últimos dois anos de governação não têm sido outra coisa senão procurar introduzir esse elemento ditatorial na constituição para, a partir dela, condicionar toda a sociedade em função dos caprichos deste poder político inominável. Urge recordar que a 1ª medida que Coelho pretendia tomar assim que tomou posse era proceder a uma revisão constitucional, e à medida que se foi dando conta da enormidade da sua intenção deixou cair essa ideia, como muitas outras que subvertem completamente o programa eleitoral com base no qual foi eleito. Sossobrou a mentira e o cinismo. 

E nisto não poderia andar melhor irmanado do que por Paulo portas, o hipócrita-mor que tudo sacrifica à manutenção dos lugares do Estado e à empregomania que assegura aos seus boys e clientelas. Pois o cds é um partido pequeno, mas sempre teve grandes apetites pelos lugares do poder.  

Em rigor, Passos coelho tentou condicionar tudo e todos, instaurando a ditadura da finança e da mentira sobre o rule of law - que deixou de existir (senão quando é retomado pelo TC). Tudo passou a depender da excepção, da incerteza, do risco, da turbulência em que este miserável agente politico-partidário lançou todos os grupos da sociedade uns contra os outros. Violenta professores, funcionários públicos, operários do Estaleiros Navais de Viana do Castelo, não cria condições mínimas de trabalho aos jovens para os fixar ao país e aí criarem raízes mediante um projecto de vida, etc. Passos coelho é o responsável-mor por todas essas barbaridades, e tem sido através do Estado de excepção, justificado pela emergência financeira que o país atravessa, que tem procurado governar com base no imposto e na ditadura da chantagem, da incerteza e da instalação do medo na sociedade portuguesa. 

O Estado em Passos coelho tem servido para impor esse condicionamento de direitos, liberdades e garantias aos portugueses. Pensou, ou intuiu porque ele tem escassa consciência de si e do que diz, que suspendendo aqueles direitos poderia governar à vontade, e a norma, para ele, que desconhece o valor do direito e para que serve a Constituição, importa converter anormalidade na normalidade, mesmo que isso custe o projecto de vida a dezenas de milhar de portugueses que assim vêem as suas vidas destroçadas. 

Aquilo que o alegado primeiro ministro tem feito é tentar convencer-nos de que a nossa vida depende da sua anormalidade política, e que ele, o soberano, paira acima da lei e passa a viver num permanente estado de excepção que fixa em função exclusiva da sua conveniência, até ser corrido do poder de forma menos democrática. 

Veremos como irá reagir a tradição dos oprimidos e de como estes reagem ao famoso estado de excepção reaplicado em cada política pública pelo primeiro ministro mais incompetente da História de Portugal, ultrapassando já o cromo da Santa Casa da Misericórdia que, hoje, já se perfila no 2º pior primeiro ministro da História do país. 


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domingo

Paulo portas, os submarinos e as embarcações

POLÍTICA
Ajudarei a encontrar encomendas para os Estaleiros

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Obs: O sr. dr. Paulo Portas depois de andar a comprar submarinos aos alemães promete aos portugueses - que tem vindo a sobrecarregar com impostos imorais e iníquos - que os irá ajudar a vender navios.  

Triste sina a deste player, e, pior ainda, é a de 10 milhões de portugueses que se deixam governar por um sujeito que nem sequer vale 5% nas intenções de voto. 

Ante isto pergunto: qual é a legitimidade democrática deste sujeito para representar o país(!?)

É o mesmo que "comprou" os submarinos e agora pretende exportar embarcações...

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sábado

O modelo de desenvolvimento luso-albanês proposto pelo FMI e apadrinhado por Passos Coelho e Portas

UMA METÁFORA DO PORTUGAL DO XIX GOVERNO CONSTITUCIONAL



O Governo português, na ânsia de escapar ao chumbo do Tribunal Constitucional no que diz respeito às medidas mais sociais previstas no OE-2014 - lá foi adocicando a pílula com o valor mágico do salário dos fp a partir do qual não serão efectuados cortes, esse número é 675€. Provavelmente, não daria para pagar a laca que o dr. Portas gasta em 15 dias para colar o cabelo à testa.

Obedecendo ao comando de salários baixos do FMI, o XIX Governo (in)Constitucional, como é bom aluno, obedeceu cega e piamente. Política de salários baixos essa que contraria as posições do CDS, parceiros sociais e, creio, também do PSD, embora este partido, desde que é presidido pelo estarola de Massamá (o pior líder do partido, segundo o douto Marcelo), nunca pensa nada sério acerca de coisa nenhuma. 

Assim, o que temos como objectivos estratégicos no nosso modelo de desenvolvimento socioeconómico é: salários baixos, desemprego massivo, falência de empresas brutal, aposta nas exportações (que pode intensificar as exportações sem, contudo, criar mais postos de trabalho, basta potenciar o capital-intensivo e introduzir nova tecnologia nas respectivos linhas de produção, comercialização e distribuição) e, claro, emigração económica compulsiva, à razão de 350-500 pessoas por dia. 

Ante este cenário dantesco de destruição económica (que não é reposta pelo inexistente crescimento), aparece-nos o "soldadinho leal", Pires de Lima, ministro da Economia, falar em "milagres", qual versão do "oásis" de Braga de Macedo - conhecido pelo "adiantado mental" - de há 20 anos, em pleno cavaquismo, revelando que esta gente é muito prolixa em metáforas - cuja bota não bate com a perdigota.

Dramático não é concluir isto, que é óbvio e está ao nível de qualquer pessoa com um nível de cultura média; trágico é reconhecermos que a capacidade de conceber e de imaginar (porque a política é, essencialmente, um trabalho da imaginação, ainda que temperado com a razão) o nosso modelo de desenvolvimento social e económico e a dinâmica de crescimento, não possam ir além daquelas medidas regressivas propostas pelo FMI e cegamente interiorizadas pelo XIX Governo (in)Inconstitucional. 

Um dia o FMI acorda e diz que a capital de Portugal é Madrid, porque aí o crescimento já se fez sentir, e os portugueses começam logo todos a falar espanhol. 

É a esta miopia política relativamente ao nosso futuro colectivo que designo de modelo de desenvolvimento luso-albanês proposto pelo FMI e adoptado domesticamente pela dupla maravilha Coelho & Portas. 


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sexta-feira

Recuperação de Nicolau Maquiavel como denúncia do oportunismo do cds

Consabidamente a arte da mentira política reitera alguma das lições de um dos principais fundadores da Ciência Política, daí a sua extrema importância em o evocar para dizer: aí têm como vos mentem - ao propôr uma subscrição imaginária para um tratado inexistente.
Isto faz-me lembrar os expedientes a que recorre Paulinho portas para fazer espectáculo político diante dos portugueses julgando, assim, que os tolinhos dos tugas lhes vão encher os bolsos de votinhos.
Ou algo me escapa ou Portas julga mesmo que os portugueses são parvinhos.
Já agora, en passant, seria útil que o PS reflectisse um pouco e, já que integrou no seu programa de Governo as preocupações com a justiça social, não se deixasse ultrapassar pela demagogia de Portas, mas isso também exigira dele uma coragem que não tem demonstrado.
Era, pois, ao PS e a Sócrates que seria exigido este tipo de medidas justicialistas, e não a Portas - o maior esbanjador do MDF em 2005...
E aqui nasce uma outra lição que podemos recordar em Nicolau Maquiavel, é que a política é um jogo de paixões e de interesses opostos de que a dissimulação constitui uma das regras essenciais. E é pena constatar que, por vezes (muitas vezes!!!), as medidas sistematizadas nos programas políticos nenhuma correspondência têm com a realidade, e é pena!!!
Quando isto acontece, a mentira política generaliza-se e institucionaliza-se, a descrença dos eleitorados sobre a classe política agrava-se e isso tem como reflexo uma maior taxa de abstenção e uma diminuição da qualidade do escol político que, a cada momento, governa a polís.
Numa palavra: a mentira política contribui directamente para empobrecer as elites que nos (des)governam - à esquerda, à direita e ao centro.

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A arrogância de Paulinho Portas

Não deixa de ser curioso que seja o líder do partido mais pequeno em Portugal que lance
o repto à formação de um governo partilhado por sociais-democratas, socialistas e democratas-cristãos - o que, a ajuizar pela vontade popular - colide nas lideranças de PS e PSD, que empregam o mesmo termo, “arranjinho”. Por vezes penso que Portas ainda julga que está no MDF a contratar submarinos numa conjuntura de paz. A grande diferença entre Portas e os demais candidatos ao poder está na velocidade com que desejam capturar o poder: enquanto Portas deseja nunca de lá ter saído, PPCoelho já é mais moderado na concretização desse desejo, mesmo que disfarce a situação como pode, mas a política é toda ela representação.

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quinta-feira

O que têm em comum estes três homens...

...senão a Golden share que o Estado detém na PT... Não deixa de ser irónico este reencontro com uma história que dificilmente colocaria no mesmo barco a extrema esquerda com a extrema direita, embora mais civilizada.

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terça-feira

A aventura de Paulo Portas é chegar, de novo, ao poder (coligado)

Portas: "Sem a economia a crescer não há finanças públicas equilibradas"
por Lusa
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, afirmou hoje que "Portugal nunca terá finanças públicas equilibradas se não tiver uma economia a crescer", ao comentar o aumento do número de falências de empresas e a taxa de desemprego.
À margem de uma visita a uma escola no Entroncamento, o líder do CDS-PP afirmou que "é prioritário colocar a economia portuguesa a crescer, olhar para as pequenas e médias empresas, olhar para os seus problemas de acesso ao crédito, para o funcionamento do sistema judicial, olhar para leis laborais que não favorecem a contratação e conciliar os interesses dos trabalhadores com os das empresas. (...)
Obs: Paulinho Portas tudo fará para chegar ao poder, pois tal como no tempo do governo Durão barroso, ele sabe que só lá chegará apoiado na muleta do PSD, ou então será o PSD que só será de novo poder apoiado na muleta do cds/pp. Enfim, é uma terrível coligação de interesses negativos que já se começa a esboçar entre Portas e PPCoelho. E até já prometem uma baixa significativa dos impostos que os levará ao poder.

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sábado

Paulo Portas, o ex-ministro das Lavouras...

Paulo Portas, ainda que não esteja directa e pessoalmente envolvido na alegada corrupção da aquisição dos submarinos, já deve ter-se arrependido de ter sido ministro da Defesa Nacional, em cuja qualidade adquiriu os dois submarinos em condições mui duvidosas. Teria, talvez, preferido ser ministro da Agricultura, se assim fosse hoje teria muito menos a provar do que demonstrar que, como MDN nenhum envolvimento teve nesta névoa que arruina o Estado numa mega-operação de corrupção transnacional. Portas vive hoje com múltiplas cólicas subaquáticas..., e o país irá viver no regime de duodécimos das comissões de inquérito parlamentar.

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quarta-feira

Paulo Portas está "aflito" com uma cólica submarina e desculpa-se com Guterres.

Paulo Portas, ex-ministro da Defesa e deputado do CDS, garantiu ter tomado a sua decisão sobre a compra de dois submarinos com base em seis critérios definidos por um Governo de António Guterres. (...) Público
Obs:
Pensava-se que Portas tinha governado segundo critérios próprios, segundo o seu (e de barroso, dado tratar-se dum governo de coligação de pouca dura) programa de governo, ideologia e praxis governativa. Nem seria de esperar outra coisa dele. Porém, o país fica a saber que a coligação portas/Barroso (cds/psd) que então (des)governou Portugal, fê-lo segundo os critérios do governo anterior liderado por António Guterres, sendo, assim, um governo sem autonomia nem capacidade de decisão.
Por esta ordem de ideias, seguindo a lógica da batata "portiana", Guterres governou segundo os critérios de Cavaco Silva, este, por sua vez, segundo os critérios do seu antecessor, até chegarmos à fundação da nacionalidade e ao grande Afonso Henriques que batia na Mãe para salvaguardar a identidade nacional emergente e a futura independência do então reino nascente do Condado Portucalense.
Ou seja, não quero nem devo fazer juízos de valor acerca da eventual imputabilidade de responsabilidades a Paulo Portas nesta estranha negociata de aquisição de submarinos para equipar a marinha nacional, isso cabe à justiça, mas o "nível" do seu argumentário é verdadeiramente capcioso, desresponsabilizante, medricas e, por isso, verdadeiramente inaceitável
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De resto, é precisamente porque Portas desenvolve esse argumentário tão idiota quanto desresponsabilizante que as investigações devem prosseguir a fim de se apurar toda a verdade, sobretudo ao nível dos processos de negociação no âmbito do Ministério da Defesa Nacional então liderado por paulo Portas com Durão barroso ao leme do governo, embora já a pensar na Europa.

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