domingo

A simplicidade de Sting - que todos deveriam seguir -



Resultado de imagem para stingI want to get old gracefully. I want to have good posture, I want to be healthy and be an example to my children. 

Sting


It has very little to do with my work, but if your image is not sexy enough, people won't listen. It's part of the game.




One of the rewards of success is freedom, the ability to do whatever you like. 


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Sting - passado, presente e futuro -

- Sting lançou um novo trabalho (meio rockado). Em breve passará por Portugal a fim de o promover. Mas quando se ouve o Sting dos 80´s, 90´s e até na dobra do milénio (a solo ou em conjunto) - e se compulsa os seus trabalhos passados com este último - detecto uma distância que vai de Benfica à Muralha da China.
- Talvez o meu (modesto) padrão de avaliação sonoro seja injusto, mas é o que verdadeiramente sinto.
- De facto, não se consegue ser genial por MUITO tempo e de forma CONTINUADA. Deve ser uma lei da física que também tolhe os génios da música contemporânea.
- Aqui, o passado de Sting é que representa o seu FUTURO.

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Evocação de Sto Agostinho: o Tempo é o espaço onde as coisas acontecem

O tempo é uma variável psicológica mas também um sério problema metafísico para o qual não há racionalização cabal. Ele existe dentro e fora de nós. Para Sto Agostinho não há tempos futuros nem passados. É incorrecto dizer: os tempos são três: Pretérito, Presente e Futuro. Mas talvez fosse próprio dizer - os tempos são em número de três: presente das coisas passadas, presente dos presentes, presente dos futuros.

Faz sentido esta reposição de Sto Agostinho porque quando olhamos para o passado fazêmo-lo sempre com as lentes do presente, e isso interfere com os factos que efectivamente acorreram no passado e que agora só o são porque mediados pela nossa mente do presente.
Daí a razão do sábio e doutor da Igreja quando sistematizava esses três tempos: 1) a lembrança presente das coisas passadas; 2) a visão presente das coisas presentes; 3) e a esperança presente das coisas futuras.

Nesta linha mais rigorista acerca do tempo Sto Agostinho ensina-nos que o que existe é, de facto, a primazia do presente em relação ao passado e ao futuro. Ou seja, o tempo não tem existência fora da nossa mente, anda associado ao homem, existe dentro das nossas mentes. Se não existirmos o tempo também não tem lugar em nossas mentes, senão na consciência de outros homens onde terá razão de ser a sua estrutura tripartida entre passado, presente e futuro.
Ou seja, o TEMPO é, ou deverá ser, um imenso passado-presente-futuro todos fundidos numa quarta categoria que ainda não inventámos, mas desconfiamos poder existir. Embora seja uma existência para a qual ainda não temos relógio, é ainda um tempo a aguardar base de medição neste tempo que passa.
O tempo é o espaço onde as coisas acontecem. Sto Agostinho tinha razão. A razão do tempo.
A razão do futuro neste jogo de inter-futuros pensado no presente.
Santo Agostinho: Filosofia da Idade Média

Igreja Medieval

Gregorian - Ordinary world

Alan Parsons Project "TIME"

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