terça-feira

Youssou N'Dour & Neneh Cherry "7 Seconds

Youssou N'Dour & Neneh Cherry "7 Seconds

Estudos do FMI, as usual...

Economia na zona euro Estudo do FMI aponta para mais aumentos nas taxas de juro
31.07.2007 - 17h50 Lusa O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que o Banco Central Europeu (BCE) vai precisar de aumentar mais as taxas de juro para travar a inflação numa economia onde "as perspectivas são as melhores desde há anos".
No seu estudo anual sobre a economia da zona euro, o FMI sublinha que, com a capacidade de produção próxima do seu limite e o desemprego a diminuir, o BCE vai precisar de aumentar a sua principal taxa directora, actualmente nos quatro por cento, o seu nível mais alto em seis anos.
"Um novo movimento de política monetária será provavelmente necessário", escreve o FMI.
Os investidores esperam um novo aumento das taxas de juro do BCE, cujos governadores se reúnem depois de amanhã em teleconferência, somente no regresso do período de férias, em Setembro.
Elogiando uma economia que "está passar da retoma para um crescimento mais acelerado", o FMI reafirma esperar um crescimento de 2,6 por cento este ano e de 2,5 por cento em 2008.
A redução dos défices orçamentais e o aumento das exportações e dos lucros sugerem também que "os fundamentais estão a melhorar", sublinha ainda o fundo.
Os economistas do FMI prevêem uma inflação próxima do limite de dois por cento, tolerado pelo BCE, este ano e no próximo. (...)
Obs: Estas previsões do FMI parecem-me as previsões de alguns metereologistas: quando chove antecipam um Verão tórrido; e quando o calor aperta dizem que vem chuva. Quando não chove nem faz calor - dizem que neva, mas, por regra, falham - e como cada um percepciona a temperatura do corpo consoante o termómetro do seu corpo e sangue - cada qual faz uma leitura das previsões diferente da do outro.
Em suma: as previsões do FMI e do BCE de pouco ou nada valem, no final as taxas de juro disparam sempre e quem se meteu a comprar casa vê com a corda na garganta.
O melhor mesmo é, se possível, viver na casa dos pais ou então comprar o Borda d´Água para ver o que diz o futuro. Uma outra opção é regressar à economia de escambo - em que se trocavam carneiros por vacas, estas por bois, estes por milho e assim por diante.
Mas o problema aqui também era óbvio: nunca sabíamos quantas vacas valiam em troca de um boi, apesar de haver bois que nem a pata duma vaca valem...
Já agora - quantas vacas e bois bastariam para comprar um T3 Duplex em Cascais com vista para o mar e com direito a umas nortadas de brisa marítima a entrar pela varanda-a-dentro...

Craig David e Sting, Mary J. Blige

Craig David (Feat Sting) - Rise & Fall
Craig David - Rise & Fall (Studio Version)
Mary J Blige- Be Without You

Lisa Stansfield and Barry White - All around the world e U2

Lisa Stansfield and Barry White - All around the world
(Aos "ciganos" do mundo)

U2 - Beautiful day

U2 & Mary J. Blige - One

"Legenda para quem não ouve mas se emociona". DCO

To - DCO. SP.
The Heart Asks Pleasure First, by Vinícius Durães
Animação com o piano
NORA THE PIANO CAT™ Check the sequel too. It's even better!

Pôr-de-sol em Porto Covo: os pássaros foram desenhados por nós, o Sol é da Mãe-natureza e já lá estava, a música é do Rui Veloso

Rui Veloso - Porto Covo

Chuver no molhado: Charrua e arquivamentos

Ministra da Educação vai esta terça-feira ao Parlamento explicar caso Charrua
30.07.2007 - 18h31 Lusa
A ministra da Educação será ouvida esta terça-feira pela Comissão de Educação da Assembleia da República (AR) sobre a actuação da tutela no "caso Charrua", nomeadamente o arquivamento do processo disciplinar ao professor de Inglês.
O PSD apresentou quarta-feira um requerimento a solicitar, com carácter de urgência, uma audição a Maria de Lurdes Rodrigues acerca do caso Charrua, viabilizada por todos os grupos parlamentares. (...)
Obs: Esperemos, desta vez, que o ar condicionado funcione, senão veremos a srª ministra da Educação a abanar por todos os lados, ensopada em suor, com o pingo a correr pelo nariz e os suvacos completamente alagados tentando explicar ao País por que razão arquivou um processo disciplinar que visou perseguir uma pessoa de outro partido por ter chamado "filho da puta" ao Primeiro-Ministro. Ora isto nunca se diz, quanto muito poderia dizer-se que algumas dessas políticas públicas é que são políticas filhas da mãe.
Se a srª ministra da Educação sonhasse os nomes e os epítetos que o povo português lhe chama, todos os dias, a toda a hora e a todo o minuto, muito provavelmente ela teria pedido à sua mamã e ao seu papá que não tivesse nascido.
Já temos novo herói: o prof. Charrua - que com o valor da indemnização que reclama do Estado ainda concorre à liderança do PsD contra Mendes. Com a crise que graça naquele albergue espanhol - o dr. Charrua era bem capaz de ganhar, aqui apenas lhe solicitaríamos que não fosse (mais) um arrivista a ir ao beijão mão do Alberto na Madeira por ocasião da silly season - onde as pessoas se embebedam (políticamente) e o número de circo graça na ilha: desta feita em regime de dueto assimétrico: Alberto e Mendes (que foi por sua conta e risco).

Política externa e poder militar - por Francisco Sarsfield Cabral -

Politica externa e poder militar
(in Público, 30 JUlho, 07)
Blair estreou-se há dias no Médio Oriente como enviado do “Quarteto” (EUA, UE, ONU e Rússia). Uma ideia bizarra, esta de escolher um político tão marcado pelo desastre no Iraque para ajudar os palestinianos da Fatah a construírem instituições políticas. Mas do que se trata, de facto, é de promover o projecto de Bush de organizar uma conferência de paz no Outono. Uma iniciativa sem condições de êxito, mas que dará a ilusão de que Bush se interessa pelo Médio Oriente. Região onde a UE, principal fonte de ajuda financeira à Palestina, é quase irrelevante, porque não tem uma política externa.
Houve progressos na convergência das posições externas dos Estados membros da UE. A cooperação entre as diplomacias nacionais, lançada há mais de trinta anos, era já intensa na década de 80. Hoje facilitada pela internet, essa coordenação permite numerosas posições comuns.
Mas viram-se as divergências na UE quanto à invasão do Iraque. E os desentendimentos actuais sobre a maneira de lidar com a Rússia ou quanto ao futuro do Kosovo.
Nada mais natural: a UE não é um super-Estado e os seus membros têm histórias e geografias diversas. África interessa mais a Portugal do que à Dinamarca, por exemplo. Inversamente, a política de Moscovo preocupa mais os países bálticos do que inquieta Portugal ou Espanha. E não consta que a França ou o Reino Unido se disponham a abdicar em favor da UE do lugar de membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.
Um outro factor, mais sério, limita a afirmação internacional da UE: a sua debilidade militar. Em percentagem do PIB, os europeus gastam na defesa cerca de metade do que os americanos. E gastam mal, duplicando investimentos e sem harmonizarem os equipamentos das várias forças nacionais. Em parte por isso, continua a faltar um mercado comum nas indústrias europeias de defesa, como assinala José Manuel Rolo (O Regresso às Armas – Tendências das indústrias de defesa, Ed. Cosmos, 2006).
A UE orgulha-se, com razão, do seu “soft power”. Ou seja, da sua capacidade para influenciar terceiros com a mera perspectiva de uma futura adesão ao clube. Vejam-se as reformas dos países do Leste europeu. Ou a abolição da pena de morte na Turquia.
Mas sem “hard power”, força militar, a UE conta pouco na cena internacional. E “hard power” é sobretudo capacidade logística de projecção de forças. Na década de 90 um contingente militar francês teve de ser transportado para a ex-Jugoslávia num barco de cruzeiros no Mediterrâneo...
A fraqueza militar da UE dificulta eventuais intervenções pacificadoras em áreas bem mais próximas da Europa do que dos EUA. Mas os europeus habituaram-se à comodidade de confiarem o essencial da sua defesa aos americanos. É barato, numa altura em que aumentam as dificuldades financeiras dos Estados, decorrentes do envelhecimento da população europeia.
Há anos parecia que a França e o Reino Unido, as duas potências nucleares da UE, iriam impulsionar a defesa europeia. Mas tudo tem andado a passo de caracol. O que nem desagrada aos americanos. Estes incitam os europeus a investirem mais na defesa (o conhecido “burden sharing”), mas ficam nervosos sempre que uma iniciativa europeia possa beliscar as competências da NATO.
Vivendo sem guerra desde há mais de 60 anos (tirando os conflitos na ex-Jugoslávia), os europeus perderam a noção de que o mundo ainda não atingiu a “paz perpétua” de Kant. Desvalorizam, por isso, o papel das Forças Armadas.
Sobretudo em Portugal. A guerra colonial não deixou boas recordações, nem quando terminou. Uma vez na Europa comunitária, o país deixou felizmente de se preocupar com a hipótese de um golpe militar – como antes houve dezenas, culminando no 25 de Abril de 1974. Os militares perderam importância na opinião pública portuguesa, o que se reflecte no seu orçamento.
Daí as aflições em matéria de equipamento quando partem missões para o estrangeiros (há militares portugueses em oito teatros de operações fora do país). Muita gente pensa que os gastos na defesa são puro desperdício. E gostaria, até, de viver sem Forças Armadas, apenas com a GNR e a PSP, como a Costa Rica.
Os nossos políticos raramente se empenham em desmontar esta perigosa fantasia. A atitude pedagógica do Presidente da República, em particular nas celebrações do 10 de Junho, continua uma excepção. Francisco Sarsfield Cabral
Jornalista
Obs: O Francisco tem razão, o problema é dotar a Europa desse orçamento de segurança & defesa para criar uma logística de guerra autónoma dos EUA - a quem hoje pagamos esse serviço, e que desequilibra a correlação de forças políticas e militares entre os dois lados do Atlântico. Ainda por cima envolver o Blair no ninho de cobras que é o crónico e secular conflito israelo-árabel é um pouco como convidar o Zé Durão Barroso (conhecido pela couve de Bruxelas) para amanhã dar uma conferência sobre ética política e a moralidade na vida pública. Parece que já vi bombeiros apagando incêndios com gasolina de avião...

Distrações secretas na inteligência lusa. O SIS de férias no "Allgarve"..

Agente do SIS distraído não viu ladrão levar-lhe o carro Susana Otão
O Serviço de Informações de Segurança (SIS) ainda não apanhou o rasto de um dos seus automóveis de serviço furtado, há cerca de três meses, durante um momento de distracção de um dos agentes da secreta que, na Quinta do Lago, no Algarve, vigiava a casa onde está alojado Jean Pierre Bemba, líder da oposição na República Democrática do Congo. Dentro da viatura, um Fiat Stilo cinzento, estava todo o material de observação utilizado pelo SIS nas operações a que se dedica. Encontravam-se no automóvel um conjunto com três placas de matrícula falsas - vulgarmente utilizados nas operações à paisana -, uma câmara de vídeo, várias máquinas fotográficas e telefones móveis. (...) O furto do veículo do SIS não deixou de ser, contudo, insólito e pouco abonatório para a reputação dos nossos serviços secretos civis. Durante a operação de vigilância aos político congolês, o operacional do SIS saiu por instantes da viatura para atender um telefonema, mas cometeu o erro fatal de deixar as chaves na ignição. Foi nesse momento de distracção que alguém terá entrado dentro do carro e partido a toda a velocidade, não dando margem para o agente reagir. A queixa do furto foi apresentada de imediato no posto da GNR de Vilamoura, mas até ao momento ainda não há novidade sobre o paradeiro do veículo ou sobre o autor do furto. (...)
Obs: Lindo.., um agente ou analista de informações qualificado a tentar fazer-se entender por um GNR do Allgarve dizendo que lhe roubaram a viatura enquanto espiava "alguém". Anedota... Ou é do sol, dos martinis ou da "habilidade" em recolher informações. Sugira-se que o SIS dê alguma formação profissional aos seus agentes (recrutados a toque de caixa de exames psicotécnicos) começando, desde logo, por um regresso às escolas de condução - onde se adverte que o condutor jamais deverá abandonar o veículo com as chaves na ignição. Nem deixar o carro entregue a um adolescente embriagado..
Aliás, com tanta tecnologia e a utilização extensiva da biometria - os carros do SIS já poderiam ser reconhecidos pela iris ou pelas impressões digitais, desse modo os carros desse corpo especial do Estado não seriam roubados facilmente. Isto também prova que para integrar um corpo especial desta natureza não basta ler o Dn de manhã, o Público à tarde e ver uns filmes do James Bond...

Moloko "Familiar Feelings" - para ouvir duas vezes - mesmo debaixo de água -

Moloko "Familiar Feelings"
Foto picada em Debora C.O. - S.P.

Tina Turner - uma troika de músicas para S. Paulo -

UMA SENHORA - PARA OUTRA... D.C.O. - S.P.
Aqui vemos a Tina Turner na década de 80 - numa breve passagem pelo Magreb - em direcção à única lagoa naquele deserto.

A Tina depois de ter mergulhado naquela lagoa, soube-se depois que era habitada por jacarés e anacondas.

TINA TURNER PARADISE IS HERE [LIVE] 1987 [HQ]
(de ela para ela, auto-presente)
wildest dreams -Tina Turner and Antonio Banderas
(uma versão curiosa.., pensei que Banderas só sabia representar...rs)
(Dele para ela - presente)
Tina Turner "Private Dancer"
(Do mundo para ela e para o Addam)

segunda-feira

Uma petição lançada pelo Jumento

PELA INDEPENDÊNCIA DO CONTINENTE E DOS AÇORES
Created by O Jumento on 29 July 2007 @ 2:28:48 PM
Petição
Ver o Editorial no Jumento
Exmº. Senhor Presidente da República de Portugal,
Os abaixo-assinados estão fartos de aturar o senhor Alberto João Jardim, começa a não haver paciência para ser ofendido por este senhor do Atlântico, mais um outro chamado Jaime Ramos que nem sabe o que é a boa educação.
Mais tarde ou mais cedo o senhor Alberto vai pedir a independência, entretanto usa a independência nacional como chantagem sobre sucessivos governos da República. Quando os seus deputados não servem para recorrer à chantagem como sucedeu quando Vexa foi primeiro-ministro, ocupa a nossa comunicação social com os seus disparates.
Chega!
Portugal Não precisa nem do Alberto João nem de uma Madeira se esta apenas faz parte do território nacional se essa situação lhes traz lucros. A questão já não está em saber se a Madeira vai ou não querer ser independente, pela forma como se comporta o senhor Alberto a dúvida reside em saber se Portugal está disposto a aturar o Alberto.
Antes que as elações se degradem ainda mais importa perguntar se os portugueses querem que a Madeira faça parte de Portugal, a melhor forma de o saber é perguntando aos portugueses do Continente e dos Açores se querem ou não declarar Portugal independente da Madeira.
Por isso os abaixo-assinados propõem a realização de um referendo a realizar apenas no Continente e nos Açores para se saber este os portugueses residentes fora da Madeira querem declarar unilateralmente a independência em relação à Madeira.
Obs: Publique-se com força de lei, e que os seus efeitos sejam vinculativos também na Madeira.

Deep Forest, Black Eyed Peas e Vanessa Paradis - quase 20 anos depois...

Deep Forest - Sweet Lullaby
Black Eyed Peas - Don't Phunk With My Heart
Vanessa Paradis - Joe le taxi

Garota de Ipanema, a palavra e a letra aos mestres na esquina da memória. Sérgio Mendes.., uma pérola

Joao Gilberto e Caetano Veloso - Garota de Ipanema

A fase em que o Caetano julgava saber cantar... Alegria, Alegria

Garota de Ipanema Tom Jobim Vinicius de Moraes (Legendado)

Sergio Mendes & Brasil 66 - Mas Que Nada

(Este samba tem misto de maracatú...)

Mas Que Nada - Sergio Mendes and The Black Eyed Peas

Cão de Água Português. Cães e touros (tarados)...

Cao de Agua Portugues - Lisboa 2007

Cachorro maluco
O cão e o gato
Touro Tarado

Cachorro Tarado

"Eu te devoro" de Djavan para o "Addam"...

EU TE DEVORO - DJAVAN - para o "aristocrático Addam" paulista...

A jardinização mendista: a subserviência política mais humilhante que um líder nacional presta a um ditador travestido de democrata regional

Só lhe falta chamar Pai, paizinho compra-me um chupa-chupa...
Esta foto, picada no Expresso, diz tudo deste "líder": um Mendes rendido e olhando com admiração o seu novel guia-espiritual apenas para ganhar uns votinhos nas directas e, assim, garantir a sua manutenção à frente deste miserável PsD. Foi para isso que ele foi ao Chão da Lagoa no Funchal beber a Poncha nas barraquinhas do costume, tendo como pano de fundo o boicote à lei do aborto. Infelizmente, tudo serve para fazer gincana política, e logo com essa matéria e após ter sido votada em referendo.
Mas o mais curioso é que a propaganda regional sobre MMendes não diz uma linha, tal o desprezo a que o Alberto o vota.
Vejamos: Ribeira abaixo, ribeira acima, numa das ruas principais do Funchal, o carro anuncia no altifalante a segunda cabeça de cartaz do mais concorrido arraial do arquipélago. «Tony Carreira e sua banda» vão estar «ao vivo» no planalto do Chão da Lagoa, nos arredores da cidade. Já a terceira cabeça de cartaz (a primeira toda a gente está farta de saber quem é) nem uma linha tem dedicada a si nos folhetos promocionais da festa anual do PSD-Madeira. Marques Mendes, presidente do PSD, parece estar por sua conta e risco na vinda à maior concentração de sociais-democratas em Portugal, com uma fila infernal de 190 autocarros e 40 mil militantes esperados (um sexto da população madeirense) a partir das oito da manhã. (in Expresso)
Ora tendo adversários tão fracos, demode e sem potencial de novidade, como é Luís Filipe Meneses (que também prestou vassalagem, embora mais subtilmente), pergunto-me por que razão MMendes joga na Madeira o seu tudo por tudo, a caminho do seu abismo político de 2009..., ante a cumplicidade tática e estratégica de Belém.
Esta obsessão pelo poder, mesmo sabendo que ele é fraco e precário dentro da actual estrutura do pSD, pode revelar várias coisas em MMendes:
1. Gostar de Poncha e apanhar um grande pifo para se alienar de tudo o resto;
2. Obsessão pelo poder, ainda que pífio ante um deserto de novidades no seu partido;
3. Candidatar-se ao guiness para ficar na história como o líder nacional que "melhor" (ou seja pior) se subordinou aos comandos do líder regional
4. Ser cúmplice duma estratégia de terra queimada para tentar convencer os portugueses que é o Al berto que tem razão em matéria de boicote à lei do aborto.
Pobre MMendes, nunca o vi fazer tamanho trabalho de contorcionismo político, assim ele deveria ir era para o circo Mariano alí no Campo Pequeno onde esses golpes de rins se fazem, mas aí é com nível e proficiência e o povo aplaude.
Aqui, porém, a proficiência não existe, o povo não aplaude e esta mancha política ficará para sempre agarrada às costas, à testa e aos olhinhos deste pequeno e sem importância líder do PsD moribundo. O mesmo que vai ao Chão da Lagoa embebedar-se politicamente com a justificação de que as leis da República só são aplicáveis na Madeira sempre e quando o Al berto quiser, e se forem acompanhadas das respectivas dotações orçamentais - no âmbito do já ritualizado proxenetismo político daquele ditador travestido de democrata.
Eis os reflexos quentes desta desgraçada silly season...
Até dá vontade de dizer: dê-se a independência compulsivamente ao Alberto e, na leva, exile-se também o MMendes que nem categoria tem para liderar a freguesia do Castelo...

Simples evocação a Bertrand Russel

Se a todos fosse dado o poder mágico de ler nos pensamentos dos outros, suponho que o primeiro resultado seria o desaparecimento de toda a amizade; o segundo, no entanto, podia ser excelente, pois um mundo sem amigos tornar-se-ia tão intolerável que talvez aprendêssemos a amar-nos uns aos outros sem necessidade de um véu de ilusão a ocultar que mutuamente não nos consideramos absolutamente perfeitos.
Em suma: aquilo que pretendo dizer, deduzidas as sábias palavras de Russel e o texto do post infra do Jumento (que hoje deve estar orgulhoso por aparecer ao lado do maior filósofo do séc. XX, além de ter emparedado o DGI) - é que podemos viver sem chamar "filho da puta" a ninguém. Basta chamar filho da mãe, embora não tenha tanto gosto e o stress não é tão dissolvido, como açucar em café.
Isto, claro está, na impossibilidade de fazer como S. Francisco de Assis - que tinha tanto amor para dar que até se abraçava às árvores. Um amigo um dia experimentou fazer isso no Metro a uma espanhola - e levou um par de estalos. E no final ainda descobriu que não era espanhola, mas italiana - que percebia bem o português.
Sempre disse que Lisboa está cada vez mais insegura, hoje só podemos sair à rua acompanhado dum Pitbull...

"Já estou a ouvir Jaime Gama lá do andar de cima: dou a palavra ao "filho da puta" do Charrua". Hoje foi da palha..

O burro na horta, antes de entrar no Panteão e após ter recebido a medalha da Ordem da Liberdade por Belém, e, registe-se, sem ter chamado "filho da puta" a ninguém. Just in private, mas já nem isso é hoje permitido.
A MENTIRA DO DIA D'O JUMENTO
"O Jumento conseguiu saber que o Professor Charrua já está na lista para receber a Ordem da Liberdade, na cerimónia do próximo dia 25 de Abril. Desde a revolução dos cravos que nenhum português se tinha distinguido tanto na defesa da liberdade, chegando ao ponto de pôr em risco o seu emprego para chamar “filho da puta” a Sócrates.
Cavaco Silva achou que uma indemnizaçãozita de 50.000 euros era simbólica demais para tão grande feito, para alguém que passou pelas masmorras da DREN e enfrentou sozinho o ditador. Aliás, para além da Ordem da Liberdade o professor Charrua arrisca-se também a ganhar uma medalha de mérito educativo pois graças a ele o termo "filho da puta" deixou de ser ofensivo, enriquecendo o dicionário ensinado nas nossas escolas Trata-se de um feito digno de quem foi deputado e tinha responsabilidades na orientação pedagógica dos alunos do norte.
Aliás, "filho da puta" tornou-se um termo comum na escola onde o professor Charrua lecciona, os próprios alunos já não se referem a ele como "sotôr", é mais fácil e soa melhor ao ouvido dizer "o filho da puta do Charrua" ou muito simplesmente "esse filho da puta" ou para os mais carinhosos "esse grande filho da puta".
Com tão brilhante palmarés é muito provável o regresso do professor Charrua ao parlamento, até porque já fez mais pelo PSD do que o Marques Mendes. Já estou a ouvir Jaime Gama dizer lá do andar de cima "dou a palavra ao filho da puta do Charrua".
Num país onde uma boa parte das mães se sentiam estigmatizadas com o adjectivo "puta" o contributo do dr. Charrua para desfazer equívocos é merecedor da admiração nacional, até deveríamos reservar dois metros cúbicos do Panteão Nacional para um dia tratarmos o dr. Charrua com a gratidão nacional que ele merece.
Os russos têm o Gagarin que foi o primeiro a fazer o xixi em órbita, os americanos têm o Neil Amstrong que foi o primeiro a dar uma patada a lua, os espanhóis têm o Colombo que quando descobriu a América não podia adivinhar que o Bush ira dar cabo do mundo. Nós portugueses temos o Charrua que chamou ou terá chamado (da fama ninguém o livra) “filho da puta a Sócrates”, o maior feito de um português desde que Gil Eanes passou o Cabo Bojador e ficou a saber que o mundo não acabava ali não tendo caído por ali abaixo".
Obs: Mais um texto de antologia. Sugira-se aos serviços de imprensa da Assembleia da República que mandem publicar o texto, façam moldura e fixem à entrada de cada gabinete da deputação inteira. Desta feita, sempre que cada deputado entre ou saía do seu gaminete lembra-se sempre do Charrua. E através dele dessa grande filha da .... da Guida, e por intermédio desta da Pide, do salazar até ao D. Afonso Henriques. Depois de termos percorrido os vícios da República e a corrupção e degradação da monarquia e escavacado a história nacional todinha. Mais um pedaço e estamos em Espanha de cócoras...
PS: Inste-se Belém para que em vez de Charrua seja o Jumento a receber esse colar da Ordem da Liberdade. Esperemos, doravante, que Cavaco não delegue essa função de pôr o colar ao pescoço do Jumento na dona Guida - senão ela ainda aperta os gasganetes ao Jumento, se ele não escocear antes...
Eu no caso dele, caso fosse convidado, não iria. Mandava uma delegação de duas pessoas representar-me: o Alberto e o Mendes., "o rock e a amiga".
No impedimento destes (que podem ainda encontra-se alcoolizados na festa do Chão da Lagoa), avançaria o dr. Macedo dos impostos - que agora enfrenta outra bebedeira e tem mais tempo (pois no bcp nada mais há para fazer senão intriga e estocadas palacianas), e amanhã irá estar na berlinda.

Caetano e Gabriel: mais duas pérolas a cavalo num diamante a reflectir luz para os céus

Até que a chuva páre na Baía...
Caetano Veloso Sozinho

Astronauta Gabriel o Pensador

domingo

Duas pérolas sonoras - brasileiras - debaixo de chuva para a Baía

Djavan - Lilás
Ivete Sangalo (Se eu não te amasse tanto assim)

IVETE SANGALO - QUANDO A CHUVA PASSAR em S. Salvador da Baía (rs. TO-J.F)

(AO VIVO - MTV)

A mania da perseguição na vida política portuguesa. O Jardim de Alberto

Aparentemente esta imagem espelha um qualquer efeito de BD numa feira da especialidade, mas é mais provável que reflicta o recheio mental perturbado de Alberto da Madeira e das suas manias da perseguição de que é cronicamente alvo em Portugal continental.
Ontem prometemos que já não perderíamos mais tempo com o personagem, mas a imposição dos factos, momente com a presença de MMendes na ilha prestando a sua vassalagem para ganhar mais uns votinhos nas directas de Setembro do PsD, obriga a análise a contorcer-se e explorar mais um ângulo morto ainda por descobrir e clarificar. É o objecto deste post.
Assim sendo, importa enquadrar a mania da perseguição do Alberto em relação ao "contenente", independentemente do governo que estiver no poder. Creio até que se MMendes fosse o actual PM (hipótese inverosímel) - esta cegada do "esmifranso financeiro" a Lisboa estava a repetir-se nos mesmíssimos moldes: fantochada, copos, berrarias, bizarrias, vozes roucas e música pimba com o Alberto a dar show para a plebe alienada que, de copo na mão, bate palmas como pode e sabe. Alguns, muitos, vão só para comer e beber à borla, as usual..
Alberto - com a reconhecida mania da perseguição que o assiste desde o pots-25 de Abril (porque em rigor falamos dum Dinossauros-rex...) - imagina que lhe querem tirar o dinheiro, as leis, o poder, a cultura, a autonomia, o bigode (se o tivesse).. Qualquer dia acredita que o querem matar. Mas isto acontece porquê?
Ou melhor, isto tem mesmo de acontecer, pois doutro modo aquela sua violência verbal, carroceira mesmo, não sortiria efeito na opinião pública da ilha, já que no contenente as pessoas já o topam à légua: o Alberto é um proxeneta profissional, i.é, encartado - dos recursos públicos, e se para tal tiver de molestar a democracia para reclamar mais uns euros jamais hesitará. A prova está aí, diante todos com a não aplicação na ilha da Lei do aborto votada em referendo - ao qual o Alberto, por direito divino se pretende eximir.
O Alberto um destes dia terá de parar para pensar, e quando isso ocorrer diagnosticará a sua verdadeira perturbação e identificará que a origem do seu mal (político) reside apenas em si e numa incapacidade congénita em compreender (e aceitar) a democracia e os seus plenos efeitos.
Quando o Alberto perceber isto a sua loucura cessará, terminando também a sua permanente hostilidade para com os outros, especialmente em Lisboa que lhe têm transferido o dinheiro com que tem feito redes viárias e ajudado a construir hoteis para as elites idosas do Norte da Europa, deixando o seu povo à porta - porque esse não tem dinheiro nem para frequentar pensões. É assim que o Alberto ganha eleições. E agora até já pegou fogo ao rabo de MMendes - que quando fala parece um avião a arder numa cidade em chamas.
Estamos no Verão, a famosa silly season..

Mais um editorial nutrido de hiper-lógica. É das favas e do açucar amarelo

(...)
O Jumento acha que MMendes, após ter ido prestar vassalagem ao Alberto naquela bebedeira colectiva que é a festa anual do Chão da Lagoa, daria um bom presidente - mas da freguesia do Castelo. Melhor conclusão do que esta seria difícil. Contudo, resta saber se com a nova repartição politico-administrativa que o PS quer implementar o Castelo também não desaparece.
Depois o referido Editorial conclui desta forma tão lógica quanto impiedosa:
(...) Por fim sabemos que o Alberto controlo mais de 30% os votos das directas do PSD, isto é, que é o líder do PSD-Madeira que escolhe quem lidera o PSD e, por conseguinte, quem se candidata a primeiro-ministro deste país. Ou seja, Cavaco Silva e os cavaquistas apoiam o líder escolhido por Alberto João. Pior do que isto só o Benfica do tempos de Vale Azevedo. Ainda bem que o país é cada vez menos o PSD que temos.
Obs: Dá vontade de perguntar a Cavaco se tem noção do logro que está a apoiar, salvo se ele o faz precisamente porque quer ajudar (antecipadamente) Socas, já que ao saber que MMendes não passará o exame administrativo do Castelo - impossível seria vê-lo no cadeirão de S. Bento, excepto se for para pedir uma audiência para discutir o estado moribundo da oposição em Portugal.
É por estas e outras que defendi aqui no outro dia que a reserva do PSD está no PS, ou seja, têm que falar com o Socas. Ele também já conhece os cantos à casa, e pode ajudar neste momento particularmente delicado.

Revista Veja avança explicação (já contestada) para o acidente de aviação da TAM em S. Paulo

Já qui dissémos que este aeroporto é mais para super-bykes fazerem cavalinhos do que para aviões aterrarem, mantê-lo a funcionar só pode ser um crime do Estado por negligência. Só que agora ninguém - nem mesmo DEUS - poderá reclamar de Lula a devolução das 199 vidas ceifadas naquele estúpido acidente de aviação em S. Paulo que consternou o mundo. Até dá vontade de dizer que, de facto, Deus não é brasileiro...
Veja diz que erro do piloto causou acidente da TAM
Um erro do piloto do Airbus A320 da TAM foi a principal causa do acidente do último dia 17 de julho no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, que matou pelo menos 199 pessoas.
A revelação é da edição desta semana da revista Veja, com base em informações já obtidas por meio da análise das caixas-pretas da aeronave e de posse comissão da Aeronáutica que investiga o acidente. A capa da revista traz o título "Revelações das caixas-pretas", com destaque para o erro do piloto e diz que não houve aquaplanagem na pista.
Mas faz um adendo: "Mas se a pista de Congonhas fosse mais longa...".Segundo a reportagem, uma das duas alavancas que regulam o funcionamento das turbinas, chamadas de manetes, estava fora de posição quando o avião tocou a pista principal de Congonhas. Esse erro fez com que as turbinas do Airbus funcionassem em sentidos opostos: enquanto a esquerda ajudava o avião a frear, a direita o fazia acelerar.
Com isso, o avião, que pousou a cerca de 240 quilômetros por hora, não conseguiu parar. Nesta semana, o chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), brigadeiro Jorge Kersul Filho, disse em entrevista coletiva que a aeronave da TAM chocou-se contra o edifício da mesma companhia, localizado do outro lado da avenida Washington Luiz, a 175 quilômetros por hora.
Ainda segundo a revista, as investigações revelam que, apesar da chuva, não houve aquaplanagem na pista nem falha no sistema de freios dos pneus. [..]
Obs: Pergunte-se ao Lula da Silva se ele fosse piloto se sentiria confortável em aterrar um aparelho daqueles numa pista tão curta (dentro da cidade), isto supondo até que Lula consegue conduzir um carrinho de linhas, sóbrio...

E agora Bagão Félix!? Porquê despedir 18 directores por fax ao mesmo tempo

PARECE QUE NÃO HÁ RECURSO DESTA DECISÃO DO TRIBUNAL. TALVEZ NÃO FOSSE MÁ IDEIA PEDIR PARTE DESSA INDEMNIZAÇÃO À REFORMA DE BAGÃO... CONFESSO QUE NÃO ESPERAVA ISTO DELE..
SEGURANÇA SOCIAL
Estado paga indemnizações a directores despedidos
( 21:19 / 28 de Julho 07 ) O Estado vai pagar as indemnizações aos 18 directores dos centros distritais de Segurança Social demitidos em 2002, durante a governação de Durão Barroso.

A garantia foi dada este sábado, pelo ministro do Trabalho e Solidariedade Social, depois da notícia avançada no semanário «Sol».
De acordo com o semanário, em Janeiro, o Supremo Tribunal Administrativo deu razão aos antigos directores considerando nulos os despachos de demissão «por falta de fundamentação.
O jornal adianta que, desde que foram notificados da decisão, os ex-dirigentes estão em negociações com o Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, para ser alcançado um acordo sobre o pagamento e valor das indemnizações.
Já esta tarde, no Algarve, o Ministro garantiu que o Estado vai cumprir a decisão do tribunal.
«Essa foi a decisão do Tribunal e se é uma decisão final, como aparentemente é, já sem recurso, cabe ao Estado cumprir as responsabilidades que o Tribunal lhe atribuiu. E sobre isso não há nada mais a dizer, o tribunal decidiu o estado tem de cumprir», disse o ministro.
Segundo o «Sol», o Estado vai pagar cerca de um milhão de euros em indemnizações aos 18 directores regionais de Saúde, afastados do cargo em 2002 pelo Ministério então liderado por Bagão Félix.
Obs: Nestes casos deveriam ser os agentes políticos os visados e, por consequência, imputáveis dessas decisões dos tribunais. Não faz sentido ser o Estado, ou seja, todos nós a pagar pelos erros craços de titulares políticos que, ainda por cima, agiram por motivação partidária, pessoal sem qualquer referência ao interesse nacional nem ao bem comum. Mais do que de Bagão Félix - esta decisão torpe e verdadeiramente lamentável e lesiva dos interesses nacionais deverá ser imputável ao CDS de Paulinho Portas, que também deve ter estado na origem desta torpe decisão - assim que soube que o governo do bloco central ia ao "ar" com a fuga de Zé Barroso para Bruxelas...

Mau tempo; Moloko e Djavan

HOJE É DOMINGO, APROVEITE O SOL MAS ESCAPE AOS ESCALDÕES.
Mau tempo...

- Sábado, como é habitual, levantei-me cedo, vesti-me silenciosamente, tomei o café e fui passear o cão.
- De seguida, fui até à garagem e engatei o barco de pesca no meu 4x4. De repente, começou a chover torrencialmente. Havia até neve misturada com a chuva, ventos a mais de 80 km/h.·
- Liguei o rádio e ouvi que o tempo seria chuvoso durante todo o dia. Voltei imediatamente para casa, silenciosamente tirei a minha roupa e deslizei rapidamente para debaixo dos cobertores.
- Afaguei as costas da minha mulher suavemente e sussurrei:
- 'O tempo lá fora está terrível'.
- Ela, ainda meio adormecida, respondeu: 'Acreditas que o idiota do meu marido foi pescar com este tempo?'
PS: Enviado por M. R. que do Canadá partilha este fragmento - sinal de tantas realidades.

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Moloko - the time is now

Moloko - Music Video : Forever More

Moloko - Sing it Back

Djavan - Lilás

Charrua de Ferrari

É sabido que a ministra da Educação arquivou o processo Charrua desautorizando assim a dona Guida Moreia, DREN - que aguarda demissão a qualquer momento. Posto isto, e como Charrua foi devolvido à procedência, dar aulas de inglês, coisa que deve "adorar", além das perdas crescentes de salário - de que já veio reclamar justa indemnização, ainda se arroga em arauto da Liberdade e, com sorte, ainda será proposto a um colar da Grande Cruz da Liberdade por Belém e, se os santos ajudarem, o seu nome será proposto simultaneamente para substituir a Guida na DREN (por ironia do destino) e aspirar a um Nobel por ter resistido à humilhação duma agente da Pide em democracia, que é a grande novidade disto tudo.
E com a indemnização que irá receber do Estado pelos danos provocados à sua garbosa imagem (de ex-deputado do PSD, não esqueçamos..) ainda irá comprar um Ferrari, razão por que ainda veremos Charrua de Ferrari a debitar 460 cavalos de potência.
No fundo, Portugal precisa de heróis, e à falta de melhor erigimos este: um charrua de Ferrari..

As mentiras do Jumento são cada vez mais reais

"Depois de ter conseguido levar quase todos os líderes do PSD a lamber-lhe as botas o Alberto João vai propor a alteração da lei dos partidos para que possam ser equiparados a empresas por acções e, consequentemente, poderem ser alvo de opas.

Com um terço dos militantes do PSD que podem votar (e votam obedientemente em quem ele indicar) basta ao Alberto João lançar uma opa para passar a nomear os líderes do PSD, o que, aliás, tem sucedido ainda que de forma menos transparente. Tudo aponta para que a opa seja considerada amigável, antes de mais porque Marques Mendes nunca terá coragem para dizer não ao patrão e porque no PSD não faltam militantes dispostos a vender o cartão pelo melhor preço".

Obs: O Jumento encontrou nesta rúbrica uma forma hiper-realista de ir denunciando a própria realidade - narrando-a de pernas para o ar. A "mentir" assim ainda descobre a pólvora ou, com um pedaço de sorte, a chave do Euromilhões. Esperemos que depois, rico e excêntrico, não fique um "caga-milhões" e se lembre dos amigos.

Quando um partido como o PsD - que aspira à liderança do País e à alternância do poder fica prisioneiro do soba da Madeira - o melhor mesmo é procurar o exílio... Um exílio que receberá de braços bem abertos MMendes e também Luís Filipe Menezes, que hoje lá acabou, pifiamente, por bater a pála ao cabo da Madeira. Já tivemos oportunidade de escalpelizar essas razões em posts anteriores, de modo que não vou perder mais tempo com o Alberto, senão ainda dizem que o Macro o está a publicitar para alguma candidatura à Comissão Europeia ou, quem sabe, à presidência da Organização de Unidade Africana/OUA...

A SCOTLAND YARD ACTUALIZOU O RETRATO DO RUI PEDRO

Via agência "France Pressing" do Jumento
«No dia 16 de Maio, o Expresso contactou pela primeira vez o Gabinete de Pessoas Desaparecidas da polícia britânica (UK Police National Missing Persons Bureau) para aferir a possibilidade de realizarem a progressão de idade da criança de Lousada. Alguns dias depois a Scotland Yard mostrava-se disponível, mas tratando-se de um órgão oficial só poderia trabalhar com a autorização e a requisição formal das entidades responsáveis pela investigação - leia-se Polícia Judiciária e Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). Apesar de ter dado o aval, a PJ não explicou ao Expresso porque, durante tantos anos, não teve a iniciativa de solicitar o retrato, que nem sequer tem custos.» [Expresso assinantes]

sábado

Alberto - um caso de psicopatia política a seguir com atenção -

Cada vez mais me convenço que o Alberto João tem uma tripla função na vida:

1. Assegurar que o Carnaval seja uma grande palhaçada;

2. Iludir aquela boa gente da Madeira que - pensando que tem um líder forte e verborreico vê os seus interesses regionais melhor defendidos e promovidos;

3. E fazer a vida negra ao orçamento de Estado de qualquer governo (seja com Cavaco, Durão, Santana - não conta - e agora também com Socas) dentro daquele seu habitual registo de proxenetismo político do quero, posso e mando.

Mas cada vez mais Alberto pensa e diz coisas revelando uma personalidade perturbada, diria anti-social - parecendo estar em permanente tiro-à-lebre, tamanha é a sua raiva por o governo da República não fazer aquilo que ele quer, ou seja dar-lhe o - $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$. É isto que o Alberto quer. Sempre que abre aquela bocarra é para pedinchar, e ainda por cima é mal educado.

Mas por que razão o Alberto é assim? Terá sido da frustração de levar uma década para concluir um miserável curso de Direito pela metade do tempo!?

Porque se sentre marginalizado por ninguém mais o convidar para escrever nos media além do director do semanário O Diabo, dirigido no passado por Vera Lagoa?!

Por achar que todos os jornalistas são uns filhos da ...., bastardos e outras coisas que tais?! Por, eventualmente, confundir a água do Luso (passe a Pub.) pelo Gin?!

Em rigor, não há apenas uma razão para tal personalidade ser tão anti-social como é, o mais natural é que seja o concurso delas que explica a sua personalidade problemática. Faz até lembrar um amigo que escreve muito bem, mas não sabe falar, e quando fala só ofende, por isso é melhor estar calado e escrever, escrever, escrever - compensando assim essa frustração.

Mas no caso do Alberto existe um padrão global de desrespeito, ofensa e violação dos direitos dos outros, e esse grave desvio pode sistematizar-se através das seguintes características:

1. Uma incapacidade congénita em conformar-se às normas sociais e às leis da República, bem entendido. Pois pela maneira como o Alberto age e reage só pode pensar que a República é ele quando está no WC. Ora isto não pode ser.

2. Depois o Alberto usa da tergiversão para falsear argumentos, ideias, apresentar meias verdades e, assim, utilizar todos os expedientes ao seu alcance, mitigados com a chantagem política permanente que lhe advém das maiorias absolutas que resultam das eleições, e impôr esse clima de medo a Lisboa - até que a sua "mama" seja satisfeira com mais umas transferências de capital para a região que o Alberto administra como se fosse uma coutada para os amigos da caça à lebre, ao tchugo e ao javali;

3. Por outro lado, a prepotência do actor é animada por uma impulsividade de tipo destrutivo, belicoso - o que só pode prenunciar conflitos a curto, médio e longo prazos. Aqui a cooperação é quase sempre uma miragem.

4. O que cola com a sua própria maneira de ser: pessoa irritável, desbocada e agressiva. Se pudesse daria uns bons açoites aos jornalistas sempre que estes fazem questões não previstas na mente do "governador colonial";

5. Revela, além do que já referimos, um profundo desprezo e negligência pelo que os outros dizem ou pensam, clima esse que se estendeu aos seus comparsas que regularmente ofendem os deputados da oposição no Parlamento regional - que se transforma numa tasca de província que testemunha a pior linguagem de gente alcoolizada. Ou seja, no lugar dos deputados passam a estar meros carroceiros zelosos da defesa do chefe: o Alberto João. E aquele que mais e melhor se distinguir nesse zelo é promovido ao inner circle do chefe e, a prazo, sobe a secretário Regional de qualquer pasta.

6. Depois a irresponsabilidade constante do que diz, parece até que não tem formação jurídica - ou a que tem é exclusivamente utilizada para mostrar que confunde tudo, o que ele quer mesmo é o dinheiro - custe o que custar.

Eis o quadro psico-político deste actor político regional que tem levado uma carreira histriónica, repleta de sobressaltos e conflitos - sempre por causa da transferência de verbas da República para a região. Se o dinheiro que ele reclama fosse convertido em amantes, o Alberto já estaria tísico..

E é, em rigor, a esta personalidade psicopática que os psiquiatras designam de personalidade anti-social. O resto é carnaval. E o carnaval (que ele apoia mais do que o fomento de medidas à natalidade) também tem nome: Alberto João.

Al Jarreau - mais uma pérola dos anos 80, de sempre. E Barry White

Al Jarreau Live with Jerry Hey - We're in this love together

Al jarreau-easy
Al Jarreau - Golden Girl

Al Jarreau - Your Sweet Love
Barry White - Sho You Right (original video)

Agonia no Jardim

Agony in garden
Infelizmente a vida pública está repleta de pulsões e ambições desregradas cujo desfecho é sempre imprevisível. Portugal tem vivido um desses momentos com a súbita convocação de eleições regionais a propósito da Lei das finanças regionais. Agora é a aplicação da Lei do aborto na ilha da Madeira que está em causa.
Vejamos o que pode provocar aquela obsessão justificada, claro está, com a crónica falta de dinheiro para regulamentar as leis gerais que se devem aplicar de forma geral e abstracta ao conjunto nacional. Até ao quintal de alguns senhores neofeudais que se julgam investidos duma super-legitimidade.
1. Ansiedade e mal-estar político intenso;
2. Tentativa de suprimir o espírito democrático e obter assim um status de discriminação positiva para a ilha da Madeira em matéria de aplicação de leis gerais;
3. Consumo gratuito de tempo que poderia ser utilizado na concepção de outras políticas públicas, designadamente no apoio à natalidade na Madeira.
O problema desta perturbação política motivada pelo agente desviante do costume, é que a coisa pública não se ressente apenas pelo efeito fisiológico de uma substância que o elemento perturbador/instabilizador introduz na arena política, a gravidade decorre do facto de que esse agente nocivo já se entronizou no próprio corpo político como se fosse um órgão essencial ao seu funcionamento.
Isto é tanto mais grave que se iniciou agora um novo ciclo de legitmidade política na Madeira, mas, pelos vistos, começa da pior forma. Maus prenúncios e muitos agoiros aí vêem...

O fóbico da ilha. Alberto toca e foge. Uma sintomatologia curiosa...

É sabido que quem quer silenciar o outro ou impedir que o interlocutor fale ou tenha uma reacção ao que é dito - basta que o 1º orador vire as costas ao assunto e, desse modo, deixe as pessoas a falarem sózinhas.
Se notarmos é isto que o Alberto faz aos jornalistas que, segundo ele, quando não são uns filhos da ...., são uns vendidos à maçonaria, uns bastardos e uns bandidos que por ínvias e secretas razões o querem abater políticamente. Parece que o Alberto também é ou foi jornalista...
As diatribes do Alberto são já bem conhecidas, e, lamentavelmente, têm sempre ficado impunes, seja juridicamente, seja físicamente. Sim, porque se eu fosse jornalista e o sujeito me apelidasse dum nome que eu não gostasse e fosse ofensivo era bem capaz de levar uns supapos em directo em nome do meu bom nome - a que todas as pessoas têm direito, até o Alberto. Infelizmente, este Portugal também entrou em declínio por aqui, embora por vezes faça falta um certo caldo de cultura de parlamento asiático para extravasar o stress e meter os novos bocaças na ordem.
Mas, de facto, o Alberto tem uma conduta, ou melhor revela uma sintomatologia que merece atenção psiquiátrica: ele abeira-se dos jornalistas, não deixa que eles terminem a pergunta, o Alberto responde à pressa com a cassete que trouxe de casa, e imediatamente a seguir - como se fosse um estafeta duma empresa de correios - vira costas em passo apressado.
É óbvio que isto não é normal: nem por uma pessoa comum, muito menos por parte de um agente político com as responsabilidades que ele. Pela sintomatologia verificada, fóbica e paranóide (que, curiosamente, imputa aos outros, é sempre assim, o doente nunca reconhece que está doente!!) o Alberto utiliza sistemáticamente o seu poder de chantagem para impôr uma visão ameaçadora à República, e, por norma, o assunto é sempre o mesmo: reclamar mais verba - dentro do seu habitual proxenitismo político, que é, em rigor, o que ele tem feito no decurso destes últimos 30 anos.
Em suma: o Alberto é um fóbico, pois acaba sempre por fugir após falar para, assim, evitar ouvir a reacção dos jornalistas ou dos agentes políticos que dele discordam. Os fóbicos fogem sempre das suas próprias ameaças (ridículas), já os paranóides pretendem lutar contra essas ameaças descomunais.
Veremos em que categoria ele melhor se enquadra neste conflito resultante da aplicação da Lei do aborto na ilha da Madeira do Alberto. Seja como for, é a isto que eu chamo um verdadeiro "aborto político".

"Marqes Mendes não os tem"..

O funil de MMendes, assim quando o Alberto vociferar a partir da ilha MMendes ouve em directo e com alguma câmara de eco..., repetindo no continente as pulsões viscerais do Alberto.
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O Jumento tem razão no seu Editorial de hoje, MMendes, de facto, não os tem: troca um apoio do carroceiro da ilha da Madeira pela manutenção do lugar na S. Caetano à Lapa. Até me espanto o Alberto não integrara a sua Comissão de honra - ao lado de Bolsanamão. Seria interessante saber qual a posição de Luís Filipes Meneses sobre o assunto: se quer também mais dinheiro, ou pura e simplesmente defende a aplicação da lei. Ou, como é dito naquele editorial, defende um orçamento rectificativo, sendo que o problema é se a moda pega - veremos as autarquias do País e as empresas públicas a recorrerem ao método do orçamento rectificativo. E como somos um País "pleno de recursos" será um fartar de vilanagem...
(...)

O Alberto: a prima dona da Madeira, por dinheiro faz tudo...

Eis a prima dona da Madeira - que governa a ilha como quem gere o seu quintal, é histriónico, prepotente, ofensivo e é nutrido por um espírito profundamente antidemocrático em resultado quer da sua personalidade quer do facto de governar a ilha há 3 décadas como um governador do tempo colonial. Ele é capaz de tudo, até de comprar (mais) uma guerra por causa do aborto. E o desgraçado do MMendes, bem como todo o PsD do "contenente" têm um medo dele que se pelam, razão por que não o afronta ou sequer contraria no seu discurso. Tudo, claro está, por causa de mais uns euros. Amanhã se houver uma ruptura de stocks de preservativos na ilha do Alberto - lá o veremos a fazer mais mais manif à porta do seu governo neocolonial reclamando mais verba para o latex. Este Alberto já não é só a vergonha de um Portugal conflituoso, esquizofrénico e interesseiro que emana daquela ilha na sua pessoa, é já um erro genético que por engano salpicou o poder da ilha e hoje contribui para instabilizar a República porque se recusa a aceitar as consequências plenas da democracia.

Mais um pa$ece$ de Canotilho; a estrutura de campanha de Mmendes

How mutch "xenhor prufexôre"... É o que dá o governo delegar tudo no Vital, depois o Canotilho entra no ciclo da ciumeira e vinga-se pago pelos notários. Veremos se haverá mais e melhor concorrência..., ou não são os próprios notários que queriam levar a parte de leão...
Infelizmente não há nada que o dinheiro não pague.. Maldito vil metal... Que seria se regressássemos à economia de escambo. Se assim fosse gostaria de saber o que Canotilho pediria aos Notários para se fazer pagar!? Talvez uns cabritos, com a lã e tudo...
Gomes Canotilho diz que Simplex viola princípios constitucionais
27.07.2007 - 12h37 Leonete Botelho
É um parecer arrasador para a política de simplificação administrativa do Governo, através dos vários programas em que se desdobra o Simplex. Para o constitucionalista Joaquim Gomes Canotilho, medidas como a Empresa na Hora ou o Casa Pronta são verdadeiros atentados aos notários, de contornos inconstitucionais, que legitimam uma reacção forte da classe.
O parecer foi pedido pela Ordem dos Notários e vem ao encontro das suas preocupações. Depois da privatização do sector, em 2004, Canotilho considera que está a proceder-se a uma "inversão da reforma", senão mesmo uma contra-reforma, que viola os princípios da confiança, da igualdade e da concorrência. Uma espécie de renacionalização, em que são esvaziadas, em pequenos passos (a que chama a "táctica do salame"), as funções notariais. Isto depois de a esmagadora maioria dos notários ter feito grandes investimentos em imóveis, equipamento e pessoal, na legítima expectativa de manter o nível de rendimentos." (..)
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Com uma Comissão de honra destas Mendes garante duas coisinhas: umas manchetes no Expresso e uma hot-line 25h. per day ligada a Belém. 9 val.
PSD: Alexandre Relvas vai ser mandatário (act.) O ex-director da campanha presidencial de Cavaco Silva Alexandre Relvas vai ser o mandatário nacional de Marques Mendes na corrida interna à liderança do PSD, anunciou hoje o líder social-democrata.
Francisco Pinto Balsemão, militante número um do partido e responsável pela revisão do programa social-democrata, será o presidente da comissão de honra do actual líder do partido.
«São duas pessoas de reconhecido prestígio tanto no PSD como na sociedade portuguesa», salientou Marques Mendes, na apresentação formal da sua candidatura à liderança do PSD. (...)
Obs: Pergunte-se a MMendes se já se inscreveu no Convento do Beato para discursar naquele evento do Compromisso Portugal - que mais parece uma encenação do Second Life montada para ajudar Sócrates a implementar o seu Plano Tecnológico, já muito remendado.

Prefab Sprout - Goodbye Lucille

Prefab Sprout - Goodbye Lucille #1 (Live in Munich 1985)

George Benson e Al Jarreau

Jill Scott & George Benson- "Summertime"
george benson feel like makin love
George Benson & Al Jarreau "Givin' It Up" EPK

Mike Oldfield, Jean Michel Jarre e Tangerine Dream

Mike Oldfield - Tubular bells
Mike Oldfield - To Be Free

Jean Michel Jarre

Tangerine Dream Stratosfear

sexta-feira

Vilfredo Pareto - via António Vitorino - "acasos" contingentes da nossa existência

O artigo Acasos de António Vitorino hoje no DN obrigou-me a revisitar o sociólogo italiano, Vilfredo Pareto, um dos maiores sociólogos da modernidade - juntamente com Marx, Weber, Comte, Tocqueville e outros monstros sagrados do pensamento social, económico, político e até filosófico. Mas Pareto tocou num ponto fundamental que acabou por ser premonitório de tudo o que se seguiu no sécs. XX-XXI: as acções não-lógicas, ou melhor o estudo dos comportamentos não-lógicos, o que implica conhecer não apenas os raciocínios (próprios do comportamentos lógicos) mas, especialmente, identificar os comportamentos não-lógicos, motivados pelos sentimentos, paixões e por um conjunto de cargas emocionais, pulsões e ondas de choque que derivam de todas aquelas pulsões que os decisores têm na hora da decisão.
Portanto, Pareto foi o autor que mais e melhor estudou o comportamento não lógico dos agentes do poder. E para ele a economia enquadrava-se na área dos comportamentos lógicos, previsíveis, já a sociologia inscrevia-se na área política, logo trata das chamadas acções não-lógicas, ou seja, aquelas acções, ou acasos, que não têm finalidade objectiva, mas possuem uma finalidade subjectiva cujos efeitos na sociedade nunca se conseguem determinar ao certo: um ataque terrorista, uma flutuação brusca nos preços, um crash na bolsa, um acidente de (a)vição que vitime os principais agentes do Estado gerando um vazio de poder (lembremo-nos do acidente que vitimou Francisco Sá Carneiro..) ou J.F.Kennedy nos EUA.
Daí a importância da sociologia no estudo destas acções não-lógicas. Em rigor, quando um agente político toma uma decisão ele pensa que essa decisão produz um determinado resultado, mas por vezes ocorre que esse agente imagina falsamente que os meios empregues são de natureza a provocar aqueles desejados resultados. Pelo que nunca se pode medir a reacção duma multidão em fúria, da reacção dum povo relativamente a um referendo, etc..
Este é um domínio de "compra do futuro", de conhecer por antecipação, mas como não é possível ao agente político antecipar o tempo nem identificar os seus efeitos prematuramente - entramos no domínio socio-religioso em que quando alguns povos desejam que chova, por exemplo, eles fazem sacrifícios aos deuses, porque só assim se convencem de que as suas orações têm efeitos directos sobre a chuva, necessária à produção agrícola de que depende a sua sobrevivência. Neste caso, o que existe é uma relação subjectiva de meios-fins, muito frequente naquela a que os agentes do poder utilizam no seu quotidiano.
Numa palavra: quando o decisor actua lógicamente ele compreende que há uma correlação entre os meios e os fins, o objectivo coincide com os elementos subjectivos. É o caso de uma reforma na Saúde ou na Educação que valoriza as populações que visa servir. Aqui a intenção e a promessa coincide com o acto e a realização e as populações ficam satisfeitas.
Problemático é quando a finalidade objectiva diverge do fim subjectivo (acções não-lógicas). Nem sempre as surpresas são agradáveis... O terrorismo em rede é, porventura, esse fenómeno gritante a que não é fácil pôr termo.